EX-NAMORADA DE HOMEM ACUSADO
DE DANIFICAR VEÍCULOS
CONTA SUA VERSÃO
A advogada Camilla Pascally, 23, por meio de redes sociais, na tarde
de ontem, contou sua versão sobre o episódio em que ela foi citada,
durante uma confusão que envolveu seu ex-namorado Adriano Stuart Lúcio
Pereira da Silva, 34, na noite do último sábado, no Corredor Cultural,
centro da cidade. Na ocasião, Adriano Stuart sofreu um ataque de fúria e
danificou nove veículo que estavam estacionados nas imediações da Praça
de Convivência.
Em nota, Camila Pascally nega que estivesse sem
roupas íntimas, como foi divulgado pela imprensa, motivo pelo qual o
namorado teria sofrido o ataque de fúria. Para a advogada, as razões que
deram início ao ataque de fúria de Adriano Stuart, que está preso na
Cadeia Pública de Mossoró, teria sido uma discussão que teve com ele,
após ele ter riscado um veículo com a chave de seu carro e por essa
razão começou a discussão entre os dois.
"Por volta das 22h, eu
estava na companhia do meu ex-namorado, Sr. Adriano Stuart. Ao chegarmos
ao estacionamento da Sam Temakeria, houve um pequeno incidente, o Sr.
Adriano bateu de leve numa Land Rover que estava estacionada no local,
causando danos somente ao seu próprio carro, fato que o revoltou,
deixando-o transtornado. Já neste momento, percebi que sua conduta
estava alterada, pois ele utilizou a chave do seu carro para riscar a
pintura da Land Rover. Surpresa com tal comportamento, iniciamos uma
discussão sobre o fato que eu considerei reprovável. Deixei passar e
fomos jantar", diz parte da nota.
A nota prossegue e a advogada
continua sua versão: "Na volta, quando nos dirigíamos ao estacionamento,
inconformado com o prejuízo que causara a si mesmo e, num ataque de
fúria, ele quebrou o retrovisor da Land Rover com as próprias mãos.
Neste momento, iniciamos uma discussão mais acalorada, eu fiquei
extremamente nervosa, comecei a chorar e a gritar, pedindo pra ele não
agir daquele modo. Como meus pedidos não foram atendidos e ele continuou
a destruir o veículo, eu reagi precipitadamente e quebrei o retrovisor
do carro dele, como forma de chamar sua atenção para que ele parasse".
Ela
conta ainda que sua intenção em divulgar a nota é esclarecer que as
razões que motivaram o ataque de fúria de Adriano Stuart nada tiveram a
ver com ciúmes ou ausência de peças íntimas em vestuário.
OAB
A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), subseção de Mossoró, disse, por meio de nota, que o homem envolvido na confusão ocorrida na noite de sábado (31), no Corredor Cultural, que resultou em danos patrimoniais de diversos veículos, não está inscrito nos quadros da OAB, conforme vem sendo divulgado pelos veículos de comunicação de massa.
Fonte: O Mossoroense
LEIA A NOTA NA ÍNTEGRA
EU NÃO MEREÇO SER DIFAMADA
Eu sou Camilla Pascally Oliveira Lima, 23 anos, advogada devidamente
inscrita na OAB/RN 11.416, especialista em Direito Tributário, trabalho
na Eletrocemer desde os 17 anos de idade, sempre com muito esforço,
responsabilidade e não mereço ser difamada.
No último sábado, 31 de maio de 2014, fui vítima, não de violência
física, como fora amplamente divulgado pela imprensa, mas de violência
moral. Minha vida foi devassada por boatos maliciosos gerados por uma
total falta de respeito a minha integridade pessoal.
Em razão dos inúmeros comentários de maldosos, venho à publico
esclarecer as verdadeiras razões que ocasionaram os atos violentas e
desproporcionais do Sr. Adriano Stuart.
Antes, contudo, faz-se necessário ressaltar que eu jamais sai de casa
sem estar adequadamente vestida e qualquer comentário que diga o
contrário, não passa de mera especulação. O meu vestir reflete o meu
caráter ilibado. Minha vida sempre foi pautada nos sólidos valores
morais herdados dos meus pais, princípios estes que pretendo levar
eternamente.
Mas vamos ao ponto.
Naquela noite, por volta das 22h, eu estava na
companhia do meu ex-namorado, Sr. Adriano Stuart. Ao chegarmos ao
estacionamento da Sam Temakeria, houve um pequeno incidente, o Sr.
Adriano bateu de leve numa Land Rover que estava estacionada no local,
causando dano somente ao seu próprio carro, fato que o revoltou,
deixando-o transtornado.
Já neste momento, percebi que sua conduta estava alterada, pois ele
utilizou a chave do seu carro para riscar a pintura da Land Rover.
Surpresa com tal comportamento, iniciamos uma discussão sobre o fato que
eu considerei reprovável. Entretanto, deixei passar e fomos jantar.
Na volta, quando nos dirigíamos ao estacionamento, inconformado com o
prejuízo que causara a si mesmo e, num ataque de fúria, ele quebrou o
retrovisor da Land Rover com as próprias mãos. Neste momento, iniciamos
uma discussão mais acalorada, eu fiquei extremamente nervosa, comecei a
chorar e a gritar, pedindo pra ele não agir daquele modo. Como meus
pedidos não foram atendidos e ele continuou a destruir o veículo, eu
reagi precipitadamente e quebrei o retrovisor do carro dele, como forma
de chamar sua atenção para que ele parasse.
Diante do meu ato, ele tentou pegar o extintor de incêndio do carro dele
a fim de utiliza-lo para danificar ainda mais a Land Rover, ele parecia
obsecado em causar prejuízo àquele carro, até pedras ele procurou para
jogar no veículo.
Como eu segurei o extintor e não permiti que ele continuasse a danificar
o veículo alheio, ele saiu de ré em disparada. Na primeira oportunidade
que tive, escapei do veículo, pois temia por minha integridade física.
Os fatos que se sucederam são de conhecimento público e eu não os
presenciei, não podendo declarar nada sobre os mesmos.
Minha intenção com essa nota é deixar claro que as razões que motivaram o
ataque de fúria do Sr. Adriano Stuart nada tiveram a ver com ciúmes ou
ausência de peças intimas no meu vestuário. O excesso de bebida e a
falta de bom senso são as verdadeiras causas do mal comportamento do
indivíduo e eu, assim como os demais, fui vítima também.
Esclarecidos os motivos, espero que cessem as especulações difamatórias.
Pois sou uma mulher e profissional cuja integridade jamais havia sido
atingida até o presente momento.
De todo modo, fica o meu perdão a todos
que de alguma forma, seja criando ou compartilhando, fomentaram os
boatos maliciosos.
A Deus eu entrego o julgamento.

















































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