Confesso que procuro economizar meu pobre rico dinheirinho. Vou atrás das promoções. Pechincho mesmo, mas não de forma acintosa. Aprendi com meus pais a colocar moedinhas no cofrinho – desde o tempo da HASPA. Eu até colecionava cofrinhos. Era uma loucura. Entrava nas agências bancárias na procura de novos modelos. Reservar uma graninha todo o mês já me livrou de alguns apertos. Seja numa situação médica de emergências ou mesmo no pagamento dos meus estudos. Atualmente, educo minhas filhas a fazer o mesmo. Mas pesquisar preços, comprar o mais barato, ou seja, economizar não é poupar. Você pode fazer tudo isso e ainda assim não sobrar nenhum dinheiro, pois acaba gastando em outras coisas. Poupar necessita de uma decisão, a de querer anular o desejo de consumo. Antes de comprar algo procure perceber se é o ato uma necessidade ou um desejo. Controle seus impulsos.
Feita a escolha, defina em que economizar. Do supermercado ao guarda-roupa. Evite almoçar fora. Vez ou outra, troque o cinema e a pipoca por reuniões com amigos em casa. Não leve seus filhos ao supermercado, pois eles “engordam” os pedidos da lista. Tomar cafezinho e comprar água fora de casa ou mesmo o dinheiro do cigarro não é gorjeta. Durante um ano os valores destes simples gastos chegam a quase R$ 3 mil.
Aproveite para abrir uma previdência corporativa. O dinheiro é “retido” pela própria empresa. Comece por baixo. Talvez R$ 50 mensais. Você vai se acostumar a ficar sem esse dinheiro. Dependendo do que economizar e dos valores que você colocar na previdência em um ano é possível chegar à soma mínima de R$ 5 mil.
Toda economia deve ser direcionada para o seu investimento (aplicações). Faça um “cofrinho” e aplique as economias diárias que você conseguiu fazer. No final do mês, dê o destino para a verba economizada (poupança, aplicações, bolsa de valores).
Texto publicado no blog Divã do Masini.
















































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