MOSSORÓ: DATAS IMPORTANTES
46 - 24.06.1873
Fundação
da Loja Maçônica ˜24 de Junho˝ entidade pioneira de Pereiros livres
Mossoró, organizada por maçons oriundos das Lojas de Natal e Recife, residentes
nesta cidade. Foi seu Venerável,
aclamado, o comerciante José Paulino de Castro Medeiros, ficando sua primeira
diretoria formada pelos demais obreiros – Conrado Mayer (suíço) – 1º
Vigilante, Orlando Alves de Paiva – 2º Vigilante, José Inácio Pereira do Lago
– Orador, Abel Ageleu Dantas – Secretário, Joaquim Fernandes Dias –
Tesoureiro e João Severiano de Souza – Mestre de Cerimônia.
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47 - 12.07.1873
A Câmara
Municipal aprova a construção de uma estrada carroçável na direção do
município de Pau dos Ferros, no alto oeste potiguar, votada pela Lei
nº 662.
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48 - 06.08.1874
A Lei nº
680, firmada pelo Presidente da Província, autoriza a navegação por lancha
a vapor no rio Mossoró, entre esta cidade e barra do rio, de que é contratante o comerciante José Paulino de
Castro Medeiros.
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49 - 09.09.1874
A Câmara
Municipal de Mossoró baixa resolução proibindo galopar, esquipar, ou
correr a cavalo no quadro da cidade, de 7 horas da manhã às 7 horas da
noite. Impõe multa de dois mil
réis e prisão aos infratores.
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50 - 01.01.1875
O jornal ˝
O MOSSOROENSE˝ sofre a primeira ameaça de empastelamento. Um grupo capitaneado pelo Deputado
Provincial Rafael Arcanjo da Fonseca, depois de percorrer por todo dia as
ruas da cidade, visivelmente embriagado, dirigiu-se às oficinas do jornal de
Jeremias da Rocha Nogueira, tentando fazer calar a voz da imprensa. Aos gritos de ˝quebra-quebra˝ premeditou a
destruição da tipografia em que era impresso o jornal e matar seu diretor e
redatores, não levando ao final o seu intento macabro, graças à providência
tomada por aquele jornalista e seus
companheiros de redação, homiziando-se no Vice-Consulado Português, anexo à
redação do jornal, na rua 30 de Setembro, ao tempo rua da Independência
(local posteriormente habitado pelo Sr. Francisco Augusto Xavier, que tinha
ali estabelecido o Hotel Brasa e pequeno bar de refrigerantes). Sobre o acontecimento que provocou franco
sensacionalismo em toda a Província, além de revoltar , indignada a opinião
pública, o jornalista Jeremias da Rocha Nogueira, diretor do órgão mossoroense,
publicou tremendo manifesto na edição do jornal de 13 de janeiro, atacando
violentamente os autores do atentado, verberando contra as autoridades
municipais por assistirem impassíveis àquela sanha canibalesca.
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Enviado por Steverson Aquino

















































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