quinta-feira, 11 de março de 2010

POR THURBAY RODRIGUES

O COPÃO

Que eu amo e não deixarei de amar.

Amo sua informalidade, sua liberdade anarquista e responsável.

Sem preceitos, nem conceitos.

Sem regras, nem ditames. Sem hierarquia.

Onde na confusão alegre dos contrários, nasce a homonegeidade.

O Copão é um inconfidência, sem tramas, ardis, golpes, estratégias, derrubadas ou elevações.

O Copão é alegria, descontração, que contagia, embevece, apaixona

O Copão, formalizado, perde seu ineditismo, seu charme, e passa a ser uma instituição.

Como qualquer outra.

O Copão quebra todas as regras, porque não as tem.

Sem o compromisso mosqueiteiriano do Alexandre Dumas do “um por todos, todos por um”.

O Copão é todos por todos e todos por nenhum

Nenhum comentário :