Que eu amo e não deixarei de amar.
Amo sua informalidade, sua liberdade anarquista e responsável.
Sem preceitos, nem conceitos.
Sem regras, nem ditames. Sem hierarquia.
Onde na confusão alegre dos contrários, nasce a homonegeidade.
O Copão é um inconfidência, sem tramas, ardis, golpes, estratégias, derrubadas ou elevações.
O Copão é alegria, descontração, que contagia, embevece, apaixona
O Copão, formalizado, perde seu ineditismo, seu charme, e passa a ser uma instituição.
Como qualquer outra.
O Copão quebra todas as regras, porque não as tem.
Sem o compromisso mosqueiteiriano do Alexandre Dumas do “um por todos, todos por um”.
O Copão é todos por todos e todos por nenhum

















































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