segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Por Lupercio Luiz

 O ATUAL PREFEITO


De Mossoró, mesmo provisoriamente, já fez muito pelo esporte mossoroense.
 
Francisco José Júnior, jovem e desportista, entende o valor do esporte na vida da juventude e vem apresentando propostas importantes, no sentido de revitalizar a disseminação do esporte na cidade.
 
São idéias interessantes que merecem o apoio de todos e que não custam tão caro.
 
Com relação ao futebol da terra de Santa Luzia, dois fatos marcantes:
 
- o apoio financeiro já anunciado de R$ 400 mil para Potiguar e Baraúnas, que representarão a cidade nas competições promovidas pela CBF e FNF. O time alvirrubro jogando a Copa do Nordeste e do Brasil, além do Estadual, enquanto o tricolor atuará apenas no certame doméstico, todas as competições com largadas no primeiro semestre;
 
- o outro aspecto muito mais relevante, diz respeito à disposição do prefeito interino Francisco José Júnior, em começar a discutir com representantes da LDM, o processo de municipalização do Estádio Professor Manoel Leonardo Nogueira.
Como todos sabem, o Nogueirão vive um processo de deteriorização crescente, com interdição de quase 80% na sua capacidade, o que tem ocasionado desconforto e prejuízo para nossos representantes.
 
Uma decisão corajosa e complicada, que merece de todos os desportistas de Mossoró, o apoio incondicional. Processo que precisa ser conduzido com determinação e seriedade, diante das muitas dificuldades que deverão surgir, principalmente por parte de algumas pessoas que se acham “donas” do outrora gigante de cimento da Nova Betânia.
 
O prefeito interino precisa correr contra o tempo. Mais uma temporada está começando e tanto Potiguar como o Baraúnas estão ameaçados de jogar sem a presença dos torcedores. O que seria terrivelmente prejudicial.
 
Mossoró, cidade que cresce e se desenvolve de forma muito rápida, não pode perder a oportunidade de resgatar o seu esporte de uma forma geral e, em especial, um futebol quase centenário marcado por tradições e histórias gloriosas.
 
Acreditar é preciso.

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