sexta-feira, 16 de agosto de 2013

EXPANSÃO E COMERCIALIZAÇÃO 

SÃO OS PONTOS MAIS DESTACADOS
 

O grande foco dos empreendedores brasileiros em 2013 será a expansão dos negócios, mostra pesquisa realizada pela Amcham nesta quinta-feira (13/12) com 47 dos participantes do III Encontro de Empreendedores, na Amcham-São Paulo.

Foram 35% os que indicaram essa prioridade. Em seguida, aparecem comercialização (22%), gestão (24%), inovação (13%) e gente (6%).

No que toca à alocação de investimentos, 33% apontam que será concentrada em expansão, fatia bastante próxima à dos que declaram que darão ênfase aos aportes em comercialização (30%). Outros empreendedores disseram que o principal destino dos recursos será gente (17%), gestão (11%) e inovação (9%). Na área de inovação, os pontos centrais indicados pelos empreendedores para 2013 são busca por parcerias estratégicas (26%), viabilização de recursos para a atividade (23%), definição de processos para inovar (21%), criação de uma cultura de inovação (19%) e procura de melhores práticas (11%).

Quanto aos recursos humanos, as prioridades são retenção (27%) e atração (22%) de talentos, mapeamento e desenvolvimento de competências (22%), qualificação da mão de obra técnica (16%), treinamentos voltados ao negócio (11%) e adoção de modelos de avaliação de desempenho, bonificação e remuneração variável (2%).

Com respeito às questões de gestão, os empreendedores salientaram como fundamentais em 2013: gestão da produtividade e de processos (48%), gestão de relacionamento comercial (22%), gestão de pessoas (20%), gestão financeira (8%) e gestão de riscos empresariais (2%).

Questionados sobre as prioridades para suas empresas, aparece na liderança a busca por novos clientes e a abertura de novos canais de vendas e distribuição (53%), o desenvolvimento de alianças e parceiros comerciais (21%), inteligência da informação (busca de informação no mercado, com clientes etc.) e transformação desse conhecimento em ações (11%), atendimento e relacionamento com clientes (6%), qualificação da força de vendas (6%) e avaliação das políticas comerciais e precificação (3%).

 Fonte: Revista Negócios

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