EXPANSÃO E COMERCIALIZAÇÃO
SÃO OS PONTOS MAIS DESTACADOS
O
grande foco dos empreendedores brasileiros em 2013 será a expansão dos
negócios, mostra pesquisa realizada pela Amcham nesta quinta-feira
(13/12) com 47 dos participantes do III Encontro de Empreendedores, na
Amcham-São Paulo.
Foram 35% os que indicaram essa prioridade. Em seguida, aparecem comercialização (22%), gestão (24%), inovação (13%) e gente (6%).
No
que toca à alocação de investimentos, 33% apontam que será concentrada
em expansão, fatia bastante próxima à dos que declaram que darão ênfase
aos aportes em comercialização (30%). Outros empreendedores disseram que
o principal destino dos recursos será gente (17%), gestão (11%) e
inovação (9%). Na área de inovação, os pontos centrais indicados pelos
empreendedores para 2013 são busca por parcerias estratégicas (26%),
viabilização de recursos para a atividade (23%), definição de processos
para inovar (21%), criação de uma cultura de inovação (19%) e procura de
melhores práticas (11%).
Quanto
aos recursos humanos, as prioridades são retenção (27%) e atração (22%)
de talentos, mapeamento e desenvolvimento de competências (22%),
qualificação da mão de obra técnica (16%), treinamentos voltados ao
negócio (11%) e adoção de modelos de avaliação de desempenho,
bonificação e remuneração variável (2%).
Com
respeito às questões de gestão, os empreendedores salientaram como
fundamentais em 2013: gestão da produtividade e de processos (48%),
gestão de relacionamento comercial (22%), gestão de pessoas (20%),
gestão financeira (8%) e gestão de riscos empresariais (2%).
Questionados
sobre as prioridades para suas empresas, aparece na liderança a busca
por novos clientes e a abertura de novos canais de vendas e distribuição
(53%), o desenvolvimento de alianças e parceiros comerciais (21%),
inteligência da informação (busca de informação no mercado, com clientes
etc.) e transformação desse conhecimento em ações (11%), atendimento e
relacionamento com clientes (6%), qualificação da força de vendas (6%) e
avaliação das políticas comerciais e precificação (3%).
Fonte: Revista Negócios

















































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