OS DESAFIOS DO EMPREENDEDOR
NUNCA ACABAM
Após a fase inicial tudo fica mais fácil no negócio próprio, correto?
Longe de ser verdade, o desejo de calmaria no horizonte acaba por se
mostrar apenas um sonho.
É fato que empresas bem geridas conseguem passar por fases de
turbulência em melhores condições que suas rivais que não seguem os
mesmos padrões de gestão. Porém, os desafios no mundo dos negócios são
constantes e inúmeros.
Em cada fase do negócio haverá novos problemas e obstáculos a serem
superados. O gráfico apresenta as fases típicas de uma empresa e os
desafios de cada fase.
1. Maravilha é um período cheio de incertezas relacionadas à
sobrevivência da empresa. Mas o otimismo do empreendedor impera como
nunca nesta fase.
2. Na instabilidade (até que a empresa atinja o ponto de equilíbrio) o
grande desafio do empreendedor é provar que seu modelo de negócio
funciona e que a empresa vai recuperar os recursos investidos e evitar
tropeços e o fracasso.
3. Na fase de crescimento acelerado, ou da explosão, o desafio será
consolidar a marca no mercado e superar metas, elevar o faturamento e
entrar em novos mercados. Nesta fase o crescimento é robusto e o
empreendedor já construiu uma equipe de gestão sólida. É na Explosão que
se criam os mitos e empresas que as pessoas passam a admirar.
4. Na maturação, há geração significativa de caixa, mas o desafio será
otimizar recursos, melhorar processos, diminuir custos e tentar
prorrogar a posição nos mercados atuais e criar a inovação que fará a
empresa ter mais longevidade.
5. Caso a empresa não consiga ultrapassar o desafio da fase da
maturidade (o de inovar e de se reinventar), infelizmente poderá ocorrer
o final de sua história. Esta é a fase da quebra ou renascimento da
maravilha. O empreendedor deve ficar atento aos sinais do negócio e do
mercado para evitar a situação limítrofe da Quebra e promover o
renascimento da nova empresa, o que geralmente pode ocorrer com uma nova
geração de sucessores à frente do negócio.
Este texto foi escrito com base no livro "Seja dono do próprio nariz".
Fonte: UOL Economia
Por José Dornelas
Colunista do UOL, em São Paulo

















































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