PRODUÇÃO LOCAL FAZ MELÃO E TOMATE
FICAREM MAIS BARATO NO ATACADO
A produção da terra, mais uma vez, está ajudando a manter alguns
produtos com os preços em conta no atacado - agora é a vez do melão e do
tomate produzidos nas regiões do Seridó, Central e Oeste. São os dados
do primeiro Boletim Semanal de Variação de Preços de outubro da
Ceasa-RN, comparando as duas últimas semanas de setembro.
As variedades de melão estão em plena safra em terras potiguares – os municípios de Mossoró e Baraúna estão liderando em volume ofertado. A quantidade de melão é tal que está superando a média da demanda para o período; com isto, depois da alta ocorrida em meados de setembro, houve queda nos preços, em particular das variedades de melão japonês (o mais consumido, que apresentou baixa próxima dos 9%) e amarelo espanhol (que caiu 13%) - tendência que deve continuar ao longo desta semana.
O tomate Santa Adélia, depois de uma alta em meados de setembro, apresentou um ligeiro crescimento no patamar de oferta, inverteu a tendência e caiu 7,6% na última semana. A principal fonte de abastecimento do mercado neste momento é local – o Rio Grande do Norte revelou uma participação de 30%, com destaque para os municípios de Acari e Assu; a oferta local foi complementada pela produção dos estados da Paraíba, Pernambuco e Bahia. Neste momento, o produto apresenta oscilação nos preços.
Entre os produtos que ficaram mais caros nas últimas semanas estão o feijão verde e o inhame. O feijão, tanto o comercializado com casca quanto o sem casca, voltou a subir depois de um curto período estável, em virtude da redução no produto ofertado, o que provocou a majoração nos preços – o produto com casca encareceu 15% em relação a meados de setembro, enquanto o produto sem casca subiu 10%. Segundo comerciantes consultados pela Divisão de Mercado e Núcleo de Pesquisas da Ceasa-RN, não há expectativa de mudança no quadro: o feijão verde deve permanecer em alta dado o desempenho da oferta – tanto, que o produto começou a semana em alta.
O inhame, por sua vez, tem em particular um baixo consumo, com a oferta distante de produtos similares como a batata doce e a macaxeira; o comportamento do preço vivencia o desempenho da sua oferta – e daí a redução do volume foi sensível ao patamar de preço apresentado. Na última semana, o inhame apresentou alta na faixa dos 20%; neste momento o produto se apresenta com o preço estável.
Produtos com preço em baixa
As variedades de melão estão em plena safra em terras potiguares – os municípios de Mossoró e Baraúna estão liderando em volume ofertado. A quantidade de melão é tal que está superando a média da demanda para o período; com isto, depois da alta ocorrida em meados de setembro, houve queda nos preços, em particular das variedades de melão japonês (o mais consumido, que apresentou baixa próxima dos 9%) e amarelo espanhol (que caiu 13%) - tendência que deve continuar ao longo desta semana.
O tomate Santa Adélia, depois de uma alta em meados de setembro, apresentou um ligeiro crescimento no patamar de oferta, inverteu a tendência e caiu 7,6% na última semana. A principal fonte de abastecimento do mercado neste momento é local – o Rio Grande do Norte revelou uma participação de 30%, com destaque para os municípios de Acari e Assu; a oferta local foi complementada pela produção dos estados da Paraíba, Pernambuco e Bahia. Neste momento, o produto apresenta oscilação nos preços.
Entre os produtos que ficaram mais caros nas últimas semanas estão o feijão verde e o inhame. O feijão, tanto o comercializado com casca quanto o sem casca, voltou a subir depois de um curto período estável, em virtude da redução no produto ofertado, o que provocou a majoração nos preços – o produto com casca encareceu 15% em relação a meados de setembro, enquanto o produto sem casca subiu 10%. Segundo comerciantes consultados pela Divisão de Mercado e Núcleo de Pesquisas da Ceasa-RN, não há expectativa de mudança no quadro: o feijão verde deve permanecer em alta dado o desempenho da oferta – tanto, que o produto começou a semana em alta.
O inhame, por sua vez, tem em particular um baixo consumo, com a oferta distante de produtos similares como a batata doce e a macaxeira; o comportamento do preço vivencia o desempenho da sua oferta – e daí a redução do volume foi sensível ao patamar de preço apresentado. Na última semana, o inhame apresentou alta na faixa dos 20%; neste momento o produto se apresenta com o preço estável.
Produtos com preço em baixa
Limão Tahiti (-33,63%), chuchu (-29,17%), acerola (-20,00%), umbu cvajá (-17,14%), macaxeira (-16,29%), manga Keite (-13,33%), melão amarelo espanhol (-13,04%), uva Isabel (-10,26%), beterraba (-9,41%), cenoura (-9,41%), uva Rubi (-9,09%), melão japonês (-8,70%), ovo de granja (-8,65%), banana leite/maçã (-8,26%), repolho branco (-8,26%), tomate Santa Adélia (-7,63%), abóbora/jerimum leite (-6,98%), cebola pera (-5,25%), abacate (-5,06%), goiaba (-2,84%), ovo de codorna (-2,61%), pepino Aodai (-2,26%), batata lisa especial (-1,67%), melão Piel Sapo (-1,59%).
Produtos com preço em alta
Tangerina Murcot (23,08%), inhame cará (20,69%), feijão verde com casca (15,00%), feijão verde sem casca (10,00%), uva Itália (10,00%), morango (8,70%), caju (8,57%), manga Tommy Atkins (7,14%), manga espada (6,06%), maracujá (4,73%), pimentão verde especial (3,26%), pimentão verde extra (2,94%), melancia redonda (1,88%), mamão Formosa (1,75%).
Fonte: nominuto.com

















































Nenhum comentário :
Postar um comentário