sábado, 5 de junho de 2010

POBRE MOSSORÓ!


Caro amigo Carlos Escóssia

Como podemos ver na matéria do site UOL, a cidade de Assu é mais
destacada, com direito a link, do que Mossoró, que aparece somente na
frase 'Mossoró também tem festa com forró até o dia clarear'.

Pobre Mossoró.

Togo Ferrário

Junho é tempo de festa em todo o Nordeste


Armando Falção Neto
Colaboração para o UOL Viagem


Anarriê, anavantu, puxa o fole sanfoneiro!! Assim os nordestinos se comunicam nas quadrilhas juninas durante as comemorações em homenagem a São João nos nove estados da região, no mês de junho. Os três santos católicos (Antonio, João e Pedro) são reverenciados de forma fervorosa do primeiro ao último dia do mês da Bahia ao Maranhão.

As festas juninas são do chamego, do aconchego, do xodó, da sanfona, do triângulo, da zabumba e de mil outras expressões que só são ouvidas no nordeste. É como se fosse um Natal fora de época, onde as pessoas compram roupas, calçados, perfumes e deixam suas cidades com destino ao interior dos estados em busca de alegria e descontração.


Assim, surgem rivalidades saudáveis como a de Caruaru e Campina Grande que disputam o simbólico título de maior São João do mundo. Cada uma possui programações com mais de trinta dias de festa.


Caruaru se declara a capital do forró e possui um belo espetáculo que une o tradicional ao moderno com as apresentações dos fogueteiros, bacamarteiros e forrozeiros do passado e da atualidade. Campina Grande tem o trem do forró e o casamento coletivo realizado em pleno dia dos namorados.


VEJA AS PROGRAMAÇÕES DAS PRINCIPAIS FESTAS:


Aliás, o título de maior São João do mundo é reivindicado por todos os nordestinos.

Na Bahia, os moradores da terra garantem que há festa nos 417 municípios. No entanto, alguns festejos se destacam. Amargosa, Cruz das Almas, Senhor do Bonfim e Salvador, bem como em alguns municípios de regiões como o Recôncavo, a Chapada Diamantina e o Litoral têm festa, principalmente na semana do dia 24 de junho.


As prefeituras das cidades que fazem grandes festas garantem um retorno de R$ 20 milhões para cada R$ 1 milhão investido.


Em Sergipe, não é diferente com o Forrocaju e o Arraiá do Povo, ambos realizados na capital. Os eventos garantem quase um mês de animação ao som da sanfona, do triângulo e da zabumba. Cidades como Estância e Areia Branca também arrebentam com a boca do balão e têm festas de fazer inveja às cidades de grande porte.


No Rio Grande do Norte, a cidade de Assu alia as comemorações religiosas com as batidas do forró. O ponto alto da festa ocorre na Praça São João Batista com direito a shows musicais, procissões e apresentações de quadrilhas. Mossoró também tem festa com forró até o dia clarear.


De todos os estados nordestinos, os festejos juninos mais diferentes são, sem dúvida, os realizados no Maranhão. Lá, os eventos se concentram no centro e na periferia de São Luís, onde o forró dá espaço ao Bumba-meu-Boi. Personagens como o próprio boi, o dono da fazenda, o vaqueiro, os caboclos e os escravos ganham vida nas ruas da cidade, principalmente entre os dias 23 e 26 de junho.


Sabores juninos


Licor, quentão e bebidas à base de vodca e aguardente, sem esquecer da boa e velha cervejinha, são os maiores sucessos entre os foliões de festas juninas espalhados por todo o nordeste.

Em Caruaru e Campina Grande, o quentão faz mais sucesso. A bebida e feita à base de cachaça e pimenta e também é levada ao fogo. Em alguns casos, a aguardente é substituída por vinho ou conhaque.


Na Bahia, a preferência maior é pelos licores que são produzidos a partir das frutas nativas. O de jenipapo é o mais requisitado, mas há também licor de passas, menta e maracujá à venda em Salvador e no interior. O local de concentração maior da produção de licor no estado é o Recôncavo, principalmente nos municípios de Santo Amaro e Cachoeira.


Em Senhor do Bonfim, os drinks feitos com vodca como coquetéis de fruta, capetas, entre outros são bastante servidos para amenizar o friozinho que faz em pleno sertão, no mês de junho.


As comidas típicas também são bastante disputadas no São João. Os campeões na preferência popular são o amendoim cozido, os bolos de fubá e de tapioca, a pamonha, a canjica e o pé-de-moleque. A carne seca, acompanhada de farofa e macaxeira fazem parte até do café dos nordestinos.


Em Caruaru, as comidas são produzidas em tamanho gigante e as filas para degustação normalmente reúnem centenas de pessoas. Assim é o São João do Nordeste, um espetáculo de cores, luzes e sabores.

Fonte

Enviado por Togo Ferrário


NOTA DO BLOG:


Amigo Togo Ferrário, isso é a maior prova e atestado da incompetência, apatia, amadorismo, excesso de "academicismo" e principalmente falta de vontade política e aptidão para gerenciar a coisa pública.


Você está certo ao afirmar:


POBRE MOSSORÓ!!!


Um Beatles abraço,

Carlos Escóssia

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