quinta-feira, 1 de agosto de 2013

 POR UNANIMIDADE TRE CASSA

 PREFEITA CLÁUDIA REGINA


O Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte cassou, na sessão de hoje a tarde, o mandato da prefeita de Mossoró Claudia Regina e do vice-prefeito Wellington Filho. 

Prevaleceu a tese de que o juiz Pedro Cordeiro não poderia ter anulado a sentença de cassação do magistrado Herval Sampaio Júnior.

No plenário da Corte venceu a tese da acusação de abuso de poder político e econômico cometido pela prefeita do DEM.

 Fonte: Panorama Político
Por Anna Ruth Dantas


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 GOVERNO ROSALBA 

PODE DECRETAR MORATÓRIA


Segundo o Dicionário Aurélio - o termo Moratória - significa: "Amparo, dilatação que o credor concede ao devedor além do vencimento da dívida. Ato de adiar os vencimentos das dívidas e ação de justiça decretado pelo governo que passa por circunstâncias excepcionalmente graves (guerra, revolução, crise econômica ou calamidade pública)".

A Moratória distinguir-se da Concordata pelo seu caráter não judicial.

A Moratória é um ato extremo, no qual um Estado ou País declara ser incapaz de pagar suas dívidas. Normalmente os mesmos solicitam a suspensão temporária dessas obrigações ou simplesmente se recusa a pagá-las de forma definitiva.

Em um ambiente globalizado, onde as economias estão cada vez mais dependentes e interligadas, o governo que declara uma Moratória unilateral sem o consentimento de seus credores tende a ficar como uma ilha, isolado economicamente, com grande tendência a um processo de estagnação.

A suspensão por até 90 dias dos pagamentos para os fornecedores, a chamada Moratória, que segundo informações, pode se decretada pela governadora Rosalba Ciarlini, pode gerar um alto custo financeiro aos já sofrido cofre público do RN.

É que as empresas que receberem com atraso têm direito a cobrar uma correção monetária com juros de mora, ou dependendo do caso, podem cobrar uma indenização por danos.

A possível decretação de Moratória pela "equivocada, destrambelhada e equivocada" gestão Rosalba Ciarlini, já está preocupando os senhores prefeitos, que temem a retenção das transferências do ICMS - provocando um efeito dominó - que penalizará ainda mais os já falidos municípios do RN.


Especialista alerta para efeitos da moratória - Bondenews - Bonde. O seu portal
Veja mais em: http://www.bonde.com.br/?id_bonde=1-3--174-20110105
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CAE


  NOTA DE ESCLARECIMENTO


A declaração da governadora Rosalba Ciarlini, publicada hoje em jornais potiguares, na qual afirma que o Tribunal de Justiça e o Ministério Público agem “como filhos sem mesada”, é desrespeitosa, inoportuna e inconstitucional. É inadmissível que o Executivo se projete como tutor, ou se compare a uma mãe que deve “mesada” aos filhos, relegando aos demais poderes uma postura subserviente. O Poder Judiciário é, conforme a Constituição Federal, autônomo, independente e livre da tutela de qualquer governante.

O Tribunal de Justiça também considera uma alegoria inadequada afirmar que “acontece com o orçamento como se passa em nossas casas”. Não há apropriamento privado. Não há solicitação de repasse inapropriado ou indevido. Os repasses relativos ao duodécimo são constitucionais, definidos pelo Artigo 168 da Constituição Federal. No entanto, esta obrigação constitucional vem sendo, reiteradas vezes, ignorada pelo Poder Executivo do RN.

É importante esclarecer que desde o início das discussões em torno das dificuldades orçamentárias expostas pelo Governo do Estado, o Tribunal de Justiça jamais se negou ao diálogo. No entanto, o corte feito pelo decreto governamental atinge significativamente o custeio e os investimentos do TJRN. Para efeito de comparação, o Supremo Tribunal Federal (STF), que participou do esforço da União no contingenciamento de verbas para a garantia do superávit primário, teve 0,5% de seu orçamento cortado pelo Governo Federal, ou seja, R$ 2,5 milhões, enquanto o TJ potiguar sofreu um corte de R$ 80 milhões.

A medida do Governo do RN está fora do limite aceitável para assegurar a prestação jurisdicional à população e os investimentos em curso, a exemplo da implantação do Processo Judicial Eletrônico (Pje) e dos mutirões como o Expresso Judiciário e o Mutirão da Improbidade, que vêm acelerando julgamentos em todo o Estado.

O TJRN entende as dificuldades financeiras enfrentadas pelo Poder Executivo. Porém, não pode admitir que elas sejam motivadoras da paralisação dos serviços da Justiça, essenciais à garantia dos direitos da população norte-rio-grandense

Aderson Silvino
Presidente do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte

Fonte: Portal do Judiciário 



 ALGUÉM QUEBROU O RN...


Faltando apenas 17 meses para terminar a atual gestão, o secretário estadual de planejamento, Obery Rodrigues, anuncia que o “Governo do RN quebrou”. Em outras palavras, pode-se dizer que a gestão fracassou, faliu antes do fim ou, apenas: terminou sem começar.

E não é quebrar no sentido figurado, por não haver dinheiro suficiente para avançar projetos ou realizar alguns cortes na folha. É falir ao ponto de não saber como vai honrar os compromissos dos próximos meses, uma situação desesperadora para os fornecedores e, mais ainda, para os servidores que desde o inicio da gestão estão sem um calendário certo de vencimento, situação inédita desde o governo Garibaldi.

Não custa lembrar, em fevereiro desse ano a governadora Rosalba veio à público anunciar o fim do retrovisor, que a partir dali sim, o Rio Grande do Norte passaria a andar com as próprias pernas e o desafio herdado na gestão anterior havia sido superado. Pois é, cinco meses após, o elefante caiu de novo.

O argumento agora não é mais a gestão anterior, mas sim o governo federal, que frustou o repasse para o Estado – revelando que nunca houve a tal independência anunciada.

Agora, antes de apagar a luz, resta a equipe do Estado explicar como fará para superar a atual crise, já que pelo visto, o caminhão de dinheiro emprestado pelo banco mundial não dará conta do recado.

A coisa tá feia.

Fonte: nominuto.com
Por Leonardo Souza

SERVIDOR DO TRT-RN LANÇA 

BREVE HISTÓRIA DO ROCKN ROLL
 

O que tem a ver a política e a economia com o Rock? Para o servidor do Tribunal Regional do Trabalho da 21ª Região (TRT-RN), músico, advogado e historiador Ugo Monte, essa relação está intimamente ligada com o contexto histórico em seus vários momentos da história.

Apaixonado por rock desde a adolescência, nos anos 80, quando morou em Brasília e viveu a efervescência daquela época, Ugo utilizou-se de sua formação como historiador para mergulhar de cabeça numa pesquisa que durou dois anos e resultou no lançamento de seu primeiro livro: ROCKN ROLL Uma breve história da música que mudou a maneira de ver o mundo.

O livro será lançado em Natal, nesta sexta-feira (2), às 19h, durante sessão de autógrafos na Capitania das Artes, na Avenida Câmara Cascudo, na Cidade Alta.

Ugo percorre a história do rock, dos anos 50 aos dias atuais, em nove capítulos cheios de referências ao contexto histórico e social. É um livro para iniciados e iniciantes sobre o Rock e seu contexto histórico, explica.

Cada capítulo do livro traz, ainda, uma relação de músicas por ano de gravação, uma discografia básica e uma relação de filmes e documentários feitos em cada época ou sobre ela. No final, o livro também traz um glossário de termos roqueiros.

O primeiro capítulo aborda o surgimento do rock nos Estados Unidos, a partir do início dos anos 50, enquanto o segundo capítulo fala dos Beatles e a influência do rock britânico, no início da década de 60.

O rock psicodélico, o movimento Hippie e o movimento estudantil de Maio de 68 são tratados no terceiro capítulo.

Já o fim da utopia do movimento Hippie com a morte de vários ídolos do rock por causa do consumo de drogas, como Jimi Hendrix, Janis Joplin e Jim Morrison, e o surgimento do Rock Progressivo, do Glam Rock e do Heavy metal no início dos anos 70, são detalhados no capítulo seguinte.

O quinto capítulo faz uma narrativa sobre o surgimento do movimento Punk em Nova York e depois na Inglaterra, e cita, ainda, a influência do reggae jamaicano de Bob Marley como expoente da música do terceiro mundo, de 1976 a 1981.

O sexto capítulo é dedicado ao surgimento da música pop no mundo e a geração MTV, com o surgimento da linguagem do vídeoclip, a partir de 1982.

O Rock alternativo dos Estados Unidos, com a cena Grunge de Seattle, tendo como expoentes as bandas Nirvana e o Pearl Jam, o Britpop inglês com o Oasis, além da música eletrônica e o Hip Hop, são os assuntos principais do sétimo capítulo, que vai de 1989 a 1997.

O oitavo capítulo é dedicado à crise da indústria fonográfica a partir do surgimento do Napster, o primeiro programa de compartilhamento de arquivos de música em rede grátis, no final dos anos 90 e início da década de 2000.

Nesse capítulo, Ugo ainda trata dos bastidores da música, a formação do cartel da música fonográfica e o início da derrocada das grandes gravadoras.

No último capítulo, o autor faz um apanhado geral sobre tudo o que foi discutido para entrar na cena do rock independente, em meados dos anos 2000, com o revival do rock de garagem nos Estados Unidos e na Inglaterra, onde figuram bandas como Black Keys e Strokes (EUA) e Coldplay, Inglaterra.

Nesse primeiro, o historiador se dedica muito pouco à história do rock brasileiro, limitando-se apenas a algumas citações esporádicas. O motivo é que Ugo pretende lançar outro livro dedicado exclusivamente à cena brasileira.

SERVIÇO:

Lançamento do livro ROCKN ROLL - Uma breve história da música que mudou a maneira de ver o mundo, de Ugo Monte.

Data: Sexta-feira - 2 de agosto de 2013, às 19:00h.

Fonte: Coordenadoria de Comunicação Social
TRT-RN



KHRYSTAL FAZ SHOW HOJE EM MOSSORÓ


Nesta quinta-feira, dia 1º de agosto, a cantora potiguar Khrystal fará o lançamento do CD "Dois Tempos", aqui em Mossoró, RN, no Teatro Municipal Dix-Huit Rosado, às 21h.

O CD ‘Dois Tempos’ é formado por 13 canções, e muitas delas foram cantadas em parceria com Simona, Talma, Ricardo Baya. O repertório é formado em sua maioria por músicas autorais, com temas alusivos ao cotidiano.

O CD 'Dois Tempos', considerado um dos melhores trabalhos da cantora, é elogiado pela Critica Local e Nacional, sendo, inclusive, citado como um dos melhores lançamentos de 2012.

O Show de Khrystal é uma opção imperdível principalmente para os que têm preferência por música de qualidade.

Conheça um pouco da história da cantora potiguar

Khrystal nasceu em Natal e aprendeu em casa a gostar de música. Aos 17 anos já cantava em bares da Cidade do Sol. Em 2004, começou uma pesquisa para um possível trabalho que resultou em show chamado "O coco do Brasil". Desse show foram extraídas as seis faixas do seu primeiro trabalho demo, "Meia Dúzia ou Seis", de 2005, que virou show/laboratório para um possível disco de carreira.
 


Em 2007, Khrystal lançou seu primeiro CD chamado "Coisa de Preto", percorrendo em sua primeira turnê mais de cem cidades brasileiras, incluindo Rio de Janeiro e São Paulo, e ainda recebendo prêmios e participando de programas de TV de alcance nacional como "Viola, minha viola", com Inezita Barroso na TV Cultura, e "MPBambas", com Tarik de Souza . Em 2008 fez minitemporada de quatro shows na Europa e na volta participou do programa "Som Brasil - Homenagem a Alceu Valença", na Rede Globo.


SECRETÁRIO  ABRE O JOGO: " O RN 

ESTÁ TECNICAMENTE QUEBRADO"


A grave crise financeira, que foi novidade para alguns, não foi novidade para o secretário estadual de Planejamento e Finanças, Obery Rodrigues. Afinal, basicamente todas as vezes que ele falou aO Jornal de Hoje, demonstrou  preocupação com as finanças públicas, devido ao crescimento das despesas e uma frustração da receita. Tanto é que agora, diante da situação alarmante dos cofres estaduais e da necessidade de cortes, também, no orçamento de outros poderes e de repasses às prefeituras, Obery Rodrigues não vê problema em confessar: “O Estado está tecnicamente quebrado”.

Em entrevista ao JH na manhã de hoje, o secretário confirmou  ainda que o pagamento da folha salarial dos servidores, em agosto, poderá ser tão difícil quanto foi o de julho para o Governo do Estado. Entretanto, negou a reclamação dos poderes, de que faltou (e falta) comunicação e explicação sobre a situação real das finanças.

Vejam a entrevista completa com Obery Rodrigues:

O Jornal de Hoje: Diante do decreto de corte orçamentário, muitos questionaram a forma como o planejamento do Governo do Estado foi feito, que não previu essa situação financeira difícil. Como foram feitas as previsões orçamentárias deste ano? Faltou planejamento?
 
Obery Rodrigues: As projeções não são feitas apenas da nossa cabeça, são baseadas nas informações passadas pela Secretaria do Tesouro Nacional. Quem quiser, pode buscar a informação. Nós fizemos o planejamento com relação ao Fundo de Participação dos Estados (FPE), aplicando o índice do Rio Grande do Norte, que era em torno dos 4,17%, alcançando o valor de R$ 3,88 bilhões. Em maio, o Governo Federal publicou um decreto reduzindo a expectativa do Fundo em 8,1%, já dificultando as finanças públicas e aquilo que tínhamos planejado. Esse decreto também é público. É do dia 29, se não me engano. O problema foi maior agora porque em julho a frustração do repasse foi de 20%, e piorou ainda mais. E a situação não aponta para uma recuperação, por isso que tivemos que fazer esses cortes. Com relação às receitas próprias do Estado (que são os impostos, sobretudo o ICMS), quem elabora é a Secretaria Estadual de Tributação e também há uma frustração de receita, de cerca de 5%.

JH: Com o anúncio dos cortes, os poderes reclamaram que faltou comunicação da real situação financeira do Estado. Houve essa comunicação?
 
OR: Essa situação (de crise do Governo e de frustração da receita) foi demonstrada em todas as reuniões que ocorreram, para que o Estado pudesse compreender essa situação. A frustração de receita não atinge só o Executivo, e sim todos os poderes do Estado. E essa não é uma situação nova. Estamos falando isso há um bom tempo. Também não é algo difícil de se entender: onde há uma frustração de receita e a despesa aumentou duas vezes mais, há dificuldade financeira e a necessidade de corte. É igual a um orçamento doméstico. É simples e o Governo nunca escondeu isso. É uma situação que está acontecendo em vários estados também. São Paulo, que tem a maior receita do Brasil, anunciou cortes. O próprio Governo Federal fez cortes recentes. O Rio Grande do Norte não é uma ilha. A gente vê notícias de recorde de arrecadação e que há tranquilidade financeira, mas o RN é um estado pobre, então, como estaria assim, enquanto todo o mundo vive em crise?

JH: Há de se recordar que no início do ano já houve um impasse para fechar o orçamento de 2013…
 
OR: Ali foi uma longa negociação e já naquele momento mostramos a grande dificuldade de se chegar a um consenso. É algo também simples de se entender. Se um avança no orçamento, o outro tem que diminuir. O dinheiro tem que sair de algum lugar. Foi um momento de muita pressão. Uma pressão muito grande mesmo. O Governo então considerou algumas propostas dos outros poderes, o relator do orçamento na Assembleia acatou outras emendas. Eu sempre apontei as dificuldades que isso traria e sempre falei baseado nos números, porque não posso brigar com os números. Todas as projeções que faço são baseadas em números, para ser o mais verossímil possível. A governadora vetou algumas emendas e houve uma enorme pressão, mas acabou chegando a um acordo e ficou decidido que as emendas ficariam condicionadas a situação financeira do Estado. O problema é que a crise foi ainda maior que a gente esperava e não foi possível nem cumprir o que foi previsto.

JH: Em entrevista esta semana, o deputado estadual Kelps Lima (PR), questionou a justificativa que se dá de que os planos de cargos comprometeriam as finanças. Ele sugeriu que o Governo encaminhasse uma proposta de suspensão dos planos até a situação financeira do Estado melhorar. Há essa possibilidade?
 
OR: As leis de planos de carreiras estão condicionadas pelo índice de despesa de pessoal, não podendo fazer o Estado ficar acima do limite de gastos da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Mas nisso o Governo também tem sofrido uma enorme pressão para implantar, inclusive no âmbito do judiciário, que até já determinou a suspensão da implementação ainda não em caráter definitivo.   Porém, neste ano, a folha salarial sentiu o peso de reajustes dados aos professores e aos policiais militares, o que aumentou consideravelmente os gastos com o serviço público.

JH: O deputado afirmou também que pretende convocar o senhor e o secretário de Administração para prestar esclarecimento sobre as finanças públicas…
 
OR: Estou à disposição para ir e levar os números que provam tudo que estamos dizendo.

JH: Pela situação atual do Governo, pode-se dizer que o Estado faliu ou estava caminhando para a falência antes dos cortes?
 
OR: Não há uma previsão legal de falência quando se fala em Estado. Agora, se afirma que o Estado quebrou quando ele perde a condição de financiar os serviços públicos fundamentais e quando não consegue pagar seus credores.

JH: Então, é possível dizer que o RN quebrou por não está cumprindo com os compromissos?
 
OR: Sim, tecnicamente sim. O Estado está quebrado, porque não está conseguindo honrar integralmente os seus compromissos.

JH: Há possibilidade de recuperação financeira com o anúncio dos cortes?
 
OR: O esforço é nesse sentido. É conter o aumento das despesas para equilibrar as contas públicas. Fora disso, não tem salvação. A sociedade é quem vai sofrer com isso, porque faltam recursos para a execução de serviços fundamentais.

JH: Os recursos do empréstimo junto ao Banco Mundial (mais de R$ 1,2 bilhão), podem ajudar nisso?
 
OR: Esses recursos eles não vão chegar todos de uma vez, a liberação será feita, na primeira etapa, em cinco anos. E os recursos são todos comprometidos, com utilização específica nos programas, sob rígido controle do Banco Mundial. É terminantemente proibido, por exemplo, a utilização de recursos para o pagamento de pessoal, sob possibilidade de crime de responsabilidade.

JH: O Governo do Estado conseguiu pagar julho (o último dia de pagamento era hoje)? Para o próximo mês, o Governo enfrentará a mesma dificuldade?
 
OR: O dinheiro está na conta. Já recebemos uma mensagem confirmando isso. Para o pagamento do próximo mês, será outra batalha. Será necessário um monitoramento da receita para ver como se comporta. Será um olho na receita e um olha na despesa. E isso diariamente.

Fonte: Jornal de Hoje
Por: Ciro Marques


O PT distribuiu uma nota oficial onde reafirma a sua parceria com o PMDB.
Leiam a nota:
Para desfazer informações desencontradas veiculadas nos últimos dias, o PT vem a público reafirmar sua parceria governamental e aliança eleitoral prioritária com o PMDB.
Além disso, continua com a firme disposição de reeditar, em 2014, a chapa que nos levou à vitória em 2010, com a presidenta Dilma Roussef e o vice-presidente Michel Temer.
São Paulo, 31 de julho de 2013.
Rui Falcão
Presidente Nacional do PT 
- See more at: http://portalnoar.com/fatorrrh/em-nota-o-pt-reafirma-parceria-com-o-pmdb/#sthash.q9b1pSHV.dpuf
A Federação dos Municípios do RN também reclamou do arrocho nas contas do Governo do Estado e pelo não repasse dos valores integrais da parcela do Fundeb/ICMS. Leiam a Nota da Femurn: Mesmo reconhecendo os efeitos da crise econômica que [...] - See more at: http://portalnoar.com/fatorrrh/#sthash.lAEbycd0.dpuf
São Paulo, 31 de julho de 2013.
Rui Falcão
Presidente Nacional do PT 
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O PT distribuiu uma nota oficial onde reafirma a sua parceria com o PMDB.
Leiam a nota:
Para desfazer informações desencontradas veiculadas nos últimos dias, o PT vem a público reafirmar sua parceria governamental e aliança eleitoral prioritária com o PMDB.
Além disso, continua com a firme disposição de reeditar, em 2014, a chapa que nos levou à vitória em 2010, com a presidenta Dilma Roussef e o vice-presidente Michel Temer.
São Paulo, 31 de julho de 2013.
Rui Falcão
Presidente Nacional do PT 
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 APÓS A EUFORIA


Faz pouco mais de um ano que Fabio Giambiagi e eu publicamos nosso livro Além da Euforia: Riscos e Lacunas do Modelo Brasileiro de Desenvolvimento. Ao escrevê-lo, nos motivou a percepção de que a política econômica brasileira errava em duas frentes. Primeiro, surfava os ventos favoráveis vindos do exterior, sem atentar para o fato de que o modelo era dinamicamente explosivo. Segundo, nada fazia para atacar os problemas que limitam o potencial de crescimento da economia brasileira.
 

O Brasil acelerou o crescimento entre 2004 e 2010, aproveitando condições iniciais muito favoráveis e a ajuda vinda da demanda chinesa por commodities. As reformas dos anos 1990 tornaram a economia mais eficiente e sua consagração pelo governo Lula reduziu o risco político. A partir daí, e de reformas como a do crédito consignado e da alienação fiduciária de imóveis, o crédito aumentou com força, aproveitando o baixo endividamento das famílias. Isso impulsionou as vendas no comércio e setores como construção e serviços, que são intensivos em trabalho.
 

Como o desemprego era inicialmente elevado e o real se valorizou continuamente, a pressão sobre os preços foi moderada. Também foi fundamental que a alta no preço das exportações permitiu uma forte expansão das importações, com uma deterioração consistente, mas moderada, da conta corrente, que era positiva quando esse ciclo teve início. O preço mais alto das exportações também beneficiou o agronegócio e a mineração, estimulando investimentos.
Foi um período de euforia e felicidade geral. A renda e o emprego aumentaram, a inflação e os juros caíram, a expansão do crédito viabilizou uma alta ainda maior do consumo e o surgimento da “nova classe média”. O lucro de empresas e bancos subiu, atraindo mais investimento e elevando as receitas públicas, dessa forma viabilizando mais gastos com os projetos favoritos dos políticos.

 

Até aí tudo bem. O problema foi não se entender que esse modelo não poderia se sustentar indefinidamente. A contínua apreciação do real, fundamental para que as famílias ficassem mais ricas, comprometia a competitividade da indústria. As dívidas, contraídas em volumes crescentes, um dia precisariam ser pagas. Os preços das exportações não iam subir para sempre, nem os resultados externos poderiam piorar indefinidamente sem gerar uma crise externa. E sem reformas não havia como sustentar o crescimento quando o exército de desempregados se esgotasse.
 

Quando começaram a surgir os primeiros sinais de esgotamento desse modelo, a política econômica, em vez de corrigir os desequilíbrios, introduziu novos incentivos para manter a dinâmica anterior. Foi então que se adotou, ao final de 2011, a “nova matriz econômica”.
 

Basicamente essa consistiu na redução dos juros, tanto pelo Banco Central, começando com a surpreendente decisão de cortar a Selic em 31/8/2011, como nos bancos comerciais, sob a liderança do BB e da CEF. A política fiscal ficou ainda mais expansionista, com o abandono das metas de superávit primário, apenas cumpridas, pro forma, via a “contabilidade criativa”. O crédito dos bancos públicos aumentou a taxas extraordinárias, mais do que compensando a retração das instituições privadas.
 

No campo microeconômico, a “nova matriz” compreendeu um aumento do intervencionismo estatal, via seleção de “campeões nacionais” e a pressão sobre as tarifas nos setores de infraestrutura.
 

Tudo isso reduziu ainda mais o potencial de crescimento. Como a “nova matriz” é essencial e reconhecidamente uma política de fomento ao consumo, as pressões inflacionárias aumentaram. A reação foi outra vez insistir na política em curso. Em vez de apertar as políticas monetária e fiscal, essas se tornaram ainda mais expansionistas. O intervencionismo estatal também aumentou. Adotou-se um regime parcial de controle de preços, com o uso de isenções tributárias e a compensação financeira de empresas e governos que limitassem os aumentos de preços.
 

Em tempos normais os mercados teriam reagido mal. Mas os tempos não eram normais. Após a crise de 2009, os termos de troca brasileiros melhoraram significativamente, com o preço das exportações subindo 48%, em dólares, entre 2009 e 2011. Isso permitiu que as importações crescessem ainda mais, sem pressionar demais as contas externas. Além disso, o FED e os bancos centrais europeus e japonês aumentaram muito a liquidez internacional. O interesse por ativos brasileiros explodiu, viabilizando uma queda do juro longo.
 

Como diz Warren Buffet, “só quando a maré baixa é que se sabe quem estava nadando sem roupa”. A normalização monetária nos EUA, ainda que muito no início, já baixa a maré da liquidez internacional. Pela reação dos preços de ativos brasileiros, como ações, moeda e títulos de renda fixa, o mercado desconfia de com que roupa estávamos surfando a cena internacional. A euforia já não é a mesma, mostram as ruas. A dúvida é se a maré vazará rápido o bastante para mudar a política econômica antes das eleições. 

Fonte: FGV/IBRE
Por Armando Castelar Pinheiro
 

Indicadores e Índices Econômicos - 01/08/2013

 Fonte: Empresário Online
INFLAÇÃO - FONTES DIVERSAS - REFERÊNCIA ATUALIZADA: JULHO/ 2013

ÍNDICES
nov/12 dez/12 jan/13 fev/13 mar/13
INPC / IBGE (%)
IPCA / IBGE (%)
IPCA Esp / IBGE (%)
ICV / DIEESE (%)
IPC / FIPE (%)
ClasMéd/Ordem (%)
IGP-DI / FGV (%)
IPA -DI / FGV (%)
IPC-DI / FGV (%)
INCC-DI / FGV (%)
IGP-M / FGV (%)
IPA-M / FGV (%)
IPC-M / FGV (%)
INCC-M / FGV (%)
CUB-Sinduscon (%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
0,54
0,60
0,54
0,57
0,68
0,71
0,25
0,16
0,45
0,33
-0,03
-0,19
0,33
0,23
0,18
0,74
0,79
0,69
0,43
0,78
0,84
0,66
0,74
0,66
0,16
0,68
0,73
0,73
0,29
0,04
0,92
0,86
0,88
1,77
1,15
1,14
0,31
0,00
1,01
0,65
0,34
0,11
0,98
0,39
-0,01
0,52
0,60
0,68
0,12
0,22
0,29
0,20
0,09
0,33
0,60
0,29
0,21
0,30
0,80
-0,01
0,60
0,47
0,49
0,78
-0,17
0,12
0,31
0,12
0,72
0,50
0,21
0,01
0,72
0,28
0,24


abr/13 mai/13 jun/13 jul/13 12meses
INPC / IBGE (%)
IPCA / IBGE (%)
IPCA Esp / IBGE (%)
ICV / DIEESE (%)
IPC / FIPE (%)
ClasMéd/Ordem (%)
IGP-DI / FGV (%)
IPA -DI / FGV (%)
IPC-DI / FGV (%)
INCC-DI / FGV (%)
IGP-M / FGV (%)
IPA-M / FGV (%)
IPC-M / FGV (%)
INCC-M / FGV (%)
CUB-Sinduscon (%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
0,59
0,55
0,51
0,31
0,28
0,30
-0,06
-0,39
0,52
0,74
0,15
-0,12
0,60
0,84
0,18
0,35
0,37
0,46
0,61
0,10
0,27
0,32
0,01
0,32
2,25
0,00
-0,30
0,33
1,24
4,44
0,28
0,26
0,38
0,34
0,32
0,21
0,76
0,85
0,35
1,15
0,75
0,68
0,39
1,96
1,39


0,07







0,26
0,30
-0,07
0,73

6,97
6,70
6,40
6,99
5,20
5,82
6,28
6,02
6,22
8,00
5,18
4,53
5,86
7,75
7,50

Fonte: Folha Online, Valor Econômico


 DÓLAR – EURO – OURO

I-Dólar:
Comercial Paralelo
DIA Compra Venda Compra Venda
29/07
30/07
31/07
R$ 2,268
R$ 2,278
R$ 2,280
R$ 2,270
R$ 2,280
R$ 2,282
R$ 2,180
R$ 2,170
R$ 2,210
R$ 2,410
R$ 2,410
R$ 2,440
II-Euro:
. . .2,2900 .
DIA Compra Venda. . .
29/07
30/07
31/07
R$ 2,998
R$ 3,016
R$ 3,044
R$ 2,999
R$ 3,016
R$ 3,045

.
III-Ouro:




DIA Compra


29/07
30/07
31/07
R$ 97,00
R$ 97,00
R$ 97,00



Fonte: CMA

 POUPANÇA/ DIA – JULHO/ 2013

Período
Poupança (1)
Poupança (2)
20/07 a 20/08
21/07 a 21/08
22/07 a 22/08
23/07 a 23/08
24/07 a 24/08
25/07 a 25/08
26/07 a 26/08
27/07 a 27/08
28/07 a 28/08
29/07 a 29/08
0,5000%
0,5018%
0,5275%
0,5229%
0,5489%
0,5220%
0,5000%
0,5000%
0,5000%
---
0,4828%
0,4846%
0,5103%
0,5057%
0,5317%
0,5048%
0,4828%
0,4828%
0,4828%
---
(1) Depósitos até 03/05/12
(2) Depósitos a partir de 04/05/12 - MP nº 567, de 03/05/12

Rendimento da Caderneta de Poupança no último dia do período.
Fonte: Valor Econômico

 REAJUSTE DE ALUGUEL E OUTROS CONTRATOS:

ÍNDICES ACUMULADO % ATÉ MAIO/ 13
Trimestr Quadrim Semestr Anual
FIPE
IGP-DI
IGP-M
INPC
0,20
0,57
0,36
1,55
0,42
0,77
0,65
2,08
2,36
1,75
1,68
3,78
5,11
6,20
6,22
6,95

ACUMULADO % ATÉ JUNHO/ 13
Trimestr Quadrim Semestr Anual
FIPE
IGP-DI
IGP-M
INPC
0,69
1,03
0,90
1,22
0,52
1,34
1,11
1,83
1,89
1,85
1,74
3,30
5,20
6,28
6,31
6,97
Fonte: Folha Online
a) Acumulado até maio reajusta aluguéis e contratos a partir de junho, para pagamento em julho.
b) Acumulado até junho reajusta a partir de julho, para pagamento em agosto.