quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

O QUE É IGP-10?

O IGP-10 (Índice Geral de Preços 10) é uma das versões do Índice Geral de Preços (IGP). Medido pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), registra a inflação de preços desde matérias-primas agrícolas e industriais até bens e serviços finais.


Como é calculado o IGP-10?

O IGP-10 mede a evolução de preços no período compreendido entre o dia 11 do mês anterior e o dia 10 do mês atual. Ele é formado por 60% do IPA-10 (Índice de Preços por Atacado-10), 30% do IPC-10 (Índice de Preços ao Consumidor-10) e 10% do INCC-10 (Índice Nacional de Custos da Construção-10).

Esses indicadores medem itens como bens de consumo (um exemplo é alimentação) e bens de produção (matérias-primas, materiais de construção, entre outros). Entram, além de outros componentes, os preços de legumes e frutas, bebidas e fumo, remédios, embalagens, aluguel, condomínio, empregada doméstica, transportes, educação, leitura e recreação, vestuário e despesas diversas (cartório, loteria, correio, mensalidade de Internet e cigarro, entre outros).

O IGP-10 mede a inflação para que parcela da população?

Abrange toda a população, sem restrição de nível de renda.

Para que é usado o IGP-10?

Reajustes de tarifas públicas, contratos de aluguel e planos e seguros de saúde (nos contratos mais antigos).
Fonte: Fundação Getúlio Vargas (FGV)

O QUE É IGP-DI?


O IGP-DI (Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna) é uma das versões do Índice Geral de Preços (IGP). É medido pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e registra a inflação de preços desde matérias-primas agrícolas e industriais até bens e serviços finais.


Como é calculado o IGP-DI?

O IGP-DI (Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna) faz medições no mês cheio, de 1 a 30 ou 31 de cada mês. Ele é formado pelo IPA-DI (Índice de Preços por Atacado - Disponibilidade Interna), IPC-DI (Índice de Preços ao Consumidor - Disponibilidade Interna) e INCC-DI (Índice Nacional do Custo da Construção - Disponibilidade Interna), com pesos de 60%, 30% e 10%, respectivamente.

O período de coleta dos três é o mesmo do IGP-DI. Esses indicadores medem itens como bens de consumo (um exemplo é alimentação) e bens de produção (matérias-primas, materiais de construção, entre outros).

Entram, além de outros componentes, os preços de legumes e frutas, bebidas e fumo, remédios, embalagens, aluguel, condomínio, empregada doméstica, transportes, educação, leitura e recreação, vestuário e despesas diversas (cartório, loteria, correio, mensalidade de Internet e cigarro, entre outros).

O IGP-DI mede a inflação para que parcela da população?

Abrange toda a população, sem restrição de nível de renda.

Para que é usado o IGP-DI?

Reajustes de tarifas públicas, contratos de aluguel e planos e seguros de saúde (nos contratos mais antigos).
Fonte: Fundação Getúlio Vargas (FGV)

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

MANTENHA SUAS FINANÇAS EQUILIBRADAS

DICAS PARA MANTER AS FINANÇAS EQUILIBRADAS NO FINAL DO ANO

Fim de ano é hora de gastos, mas também do pagamento do 13º salário e de abonos de empresas. Pela lei, as companhias podem pagar o décimo terceiro salário em duas parcelas, sendo a primeira até 30 de novembro e a segunda, até 20 de dezembro. O benefício também pode ser pago de uma só vez. Nesse caso, o limite é dia 20 de dezembro.

Confira a seguir as dicas de especialistas para manter suas finanças equilibradas:


PLANEJAMENTO:

O trabalhador deve evitar usar todo o abono de fim de ano para resolver apenas um problema. Metade do salário extra deve ser destinado para as compras de Natal e os impostos de início de ano. Com a outra metade, indica-se o pagamento de dívidas. Ou, pelo menos, as mais caras.

COMPRAS:

Quem decidir ir às compras deve sempre optar pelo pagamento à vista. O objetivo é entrar em 2010 sem novos e longos financiamentos. Evite o cartão de crédito, para não gastar em excesso. Faça uma lista do que pretende gastar e pesquise os preços.

DÍVIDAS:

Oportunidade para começar o novo ano sem dívidas. O primeiro passo é pagar as mais altas. As do cheque especial e as do cartão de crédito provavelmente serão as primeiras da lista, pois, em seis meses, advertem especialistas, podem dobrar de valor. O cliente deve procurar o gerente do banco e negociar descontos ao saldar o empréstimo.

CREDIÁRIOS:

Vale a pena antecipar o pagamento de crediários de lojas. Lembre-se que o ganho ao investir o décimo terceiro salário em um fundo de renda fixa, que rende cerca de 0,6% ao mês, sem contar o desconto do Imposto de Renda, é menor do que o custo do financiamento (em torno de 6% ao mês). Sendo assim, não é vantajoso investir e sacar todos os meses para pagar as prestações.

DESPESAS DE INÍCIO DE ANO:

Deve-se destinar parte do décimo terceiro salário para o pagamento do IPTU e do IPVA. As famílias com filhos têm ainda os gastos com material escolar, matrícula e uniforme. Em janeiro, as despesas dobram, dizem analistas. Para quem está com o orçamento mais folgado neste fim de ano, vale a pena guardar mais para pagar os impostos à vista e aproveitar os descontos dados pelos governos municipal e estadual nos impostos.

RESERVAS:

Para quem não está endividado e já tem o hábito de economizar, o mais indicado é variar os investimentos, como fundos de renda fixa, multimercados e ações. Vale lembrar que as aplicações a longo prazo possuem melhores ganhos. Como as alíquotas de Imposto de Renda (IR) são decrescentes de acordo com o prazo do investimento, é preciso pensar com calma por quanto tempo pretende-se deixar o dinheiro aplicado antes de tomar a decisão.

LAZER E ESTUDOS:

Para quem não é chefe de família, o décimo terceiro salário é uma boa oportunidade para planejar melhor as despesas do próximo ano. Primeiro, devem-se listar alguns objetivos, como uma viagem de férias ou um curso de pós-graduação. Caso contrário, corre-se o risco de acabar gastando tudo em compras desnecessárias, perdendo, assim, uma boa oportunidade de fazer crescer um pé-de-meia.

fonte: O Globo: Notícias online

ROBINSON FARIAS E A UNIDADE POTIGUAR

Mortinha e enterrada

Os entendidos do assunto dizem a todo peito, que a tal UP - Unidade Potiguar, parida pelo deputado Henrique Eduardo Alves, já é moribunda, está prestes a esticar as canelas. O deputado Robinson Presidente Vitalício Faria se encontra a preparar o velório, irá enterrá-la como indigente, numa cova rasa.


Ainda no campo de competição com Nostradamus. Mãe Diná e os mesmos entendidos afirmam que o Robinson já rompeu com a Unidade Potiguar e com o sistema Wilma, só não vai dizer agora. Pois diga.

Fonte: www.blogdobrito.com

MOSSORÓ: BREVE HISTÓRICO

Carlos Escóssia

A cidade de Mossoró está situada na microrregião salineira do Estado e apresenta o seguintes limites: ao norte, com o Estado do Ceará e o município de Grossos; ao sul, com os municípios de Governador Dix-sept Rosado e Upanema; a leste, com os municípios de Areia Branca, Carnaubais e Assú, e a oeste com o município de Baraúna.

Convém ressaltar que a localização privilegiada da cidade, pela proximidade com duas capitais (Natal-RN e Fortaleza-CE) contribui para a fixação de mão-de-obra migrante, emprestando altos índices ao crescimento populacional.

Com uma população de aproximadamente 230.000 habitantes, somando-se ainda uma população flutuante em torno de 60.000 habitantes, corresponde a 5,35% da área total do Estado.

A sede do município situa-se a 5°11 de latitude sul, 37°20, oeste de longitude e altitude de 18m, com clima do tipo Dd Aa, ou seja, semi-árido muito quente, com apenas duas estações climáticas bem definidas; uma seca, que se prolonga quase sempre por sete ou oito meses; e outra chuvosa, com distribuição bastante irregular que, quando muito, ultrapassa cinco meses, com temperatura média anual de 27°,5°C e média de precipitação de 679,5mm.

Até o século XVIII, a região de Mossoró era habitada pela tribo Cariri dos Monxorós, de onde se originou o seu nome. A cidade de Mossoró tem sua origem em um povoado surgido em 1712, após a tomada de posse do sitio Santa Luzia pelo sargento-mor Antônio de Souza Machado. Em 1842, a Freguesia de Santa Luzia de Mossoró foi desmembrada de Apodi e, em 1852, o núcleo urbano foi elevado à categoria de Vila, desvinculando-se da Vila Princesa, na Comarca de Assú.

Mossoró se desenvolveu graças à sua posição geográfica, à facilidade de obtenção do sal do litoral, e à proximidade da criação de gado na chapada do Apodi, que permitiram à região de Mossoró se tornar nos tempos coloniais um centro da indústria do charque, congregando as chamadas oficinas de carne, que preparavam o alimento para ser exportado para o Ceará e para o Sul do país. Entretanto, com o estabelecimento do monopólio do sal, em 1788, as oficinas de carne acabaram transferindo-se para o Ceará.

O refino, moagem e preparação do sal de cozinha, iniciados no século XIX, propiciaram a Mossoró atrais atividades econômicas e urbanas, tornando-a o centro comercial da salicultura da região de Areia Branca, firmando-se gradativamente como importante centro urbano regional. A salicultura veio somar-se à comercialização e ao beneficiamento do algodão, agregando a Mossoró também a função de agro-industrial.

Situada na área de contato entre o litoral salineiro e o sertão algodoeiro e pecuarista, Mossoró torna-se o centro de afluxo da produção agrícola da área sertaneja próxima, através de uma rede viária radial, congregando o comércio, bancos, pequenos estabelecimentos de beneficiamento de algodão, carnaúba e oiticica, fabricas de redes, cordoaria e sacaria para o mercado regional, produtos minerais (com destaque para o cimento), além de empresas exportadoras ligadas à tradicional atividade salineira do litoral. Comunicando-se por via rodoviária com Fortaleza, Natal e Campina Grande e, através de ferrovia, com Souza e Areia Branca, Mossoró adquiriu a importância de centro regional de primeira categoria, garantindo a posição de segunda maior cidade do Estado do Rio Grande do Norte.

Essa situação, que perdurou até os anos 70, veio a sofrer impacto significativo que afetou os dois pilares básicos da economia regional e em especial a economia local: a cultura do algodão arbóreo e a atividade salineira.

No primeiro caso, a concorrência das fibras e a maior produtividade da cultura do algodão herbáceo levaram ao declínio da atividade, tendo como conseqüência o enfraquecimento de um dos principais setores da fixação da população rural no sertão e o incremento das migrações para o meio urbano, ajudando a compreender o expressivo crescimento demográfico da cidade de Mossoró nesse período, em contraste com o quadro de relativa estagnação econômica.

No segundo caso, a mecanização do parque salineiro, iniciando em fins dos anos 60, completado na primeira metade dos anos 70, e a formação de empresas associadas a grandes grupos econômicos, fizeram com que Mossoró perdesse a importância diante de Natal, como entreposto comercial para esse tipo de atividade. A mecanização das salinas determinou, assim, o fechamento de postos de trabalhos, não apenas em sua extração, mas também na esfera de comercialização do produto.

A partir dos anos 80, duas novas atividades foram desenvolvidas na região de Mossoró, produzindo um impacto significativo em sua economia. A primeira delas é a fruticultura irrigada no Vale do Apodi-Mossoró e a segunda atividade é a extração do petróleo. O município de Mossoró é atualmente o maior produtor terrestre de petróleo bruto do Rio Grande do Norte, seno responsável por mais de um terço de sua produção no Estado, abrigando inclusive o seu maior campo petrolífero, o Canto do Amaro, descoberto em 1986 e que representa reservas da ordem de 77 milhões de barris.

No que se relaciona aos aspectos econômicos, observa-se nitidamente a hegemonia do setor terciário sobre os outros setores da economia (primário e secundário) sendo o setor terciário o sustentáculo da economia local. Com a falência da agroindústria e a mecanização das salinas, Mossoró preocupa-se em reorganizar sua economia, e o faz através da implementação do setor terciário que engloba as atividades que estão nas esferas de circulação, da distribuição e do consumo, não só terciário para as cidades que, como Mossoró, constituem-se “centros regionais”, aglomerando prestações de serviços das cidades circunvizinhas.

Saliente-se que as instituições prestadoras de serviços geram uma massa salarial que culmina na formação de uma sucessão continua e ininterrupta de demandas, ou seja, o aumento de instituições que possibilitem maior numero de salários, propiciam o incremento das atividades comerciais locais que, por sua vez, requerem pluralidade dos serviços oferecidos, fazendo surgir, através da acumulação de capitais, novas indústrias na região. Por outro lado, a terceirização da economia viabiliza a migração campo-cidade, pela euforia que a oferta de emprego e serviços suscita, trazendo conseqüências negativas para a cidade, como sejam: desemprego, favelização e marginalização.

Em Mossoró, a expansão do terciário foi inicialmente viabilizada com a prestação de serviços básicos – educação e saúde – e o incremento do comércio local. Na área de educação, teve importância ímpar a oferta de cursos superiores pela Escola Superior de Agricultura de Mossoró (ESAM) e pela Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), o que favoreceu 1° e 2° graus, com maior número de escolas implementadas pelos poderes públicos, municipal e estadual. Na área de saúde, novos hospitais, ambulatórios e farmácias passaram a oferecer assistência médico-hospitalar à população, e isso somado à maior dinamização da cidade, alia-se às instituições prestadoras de serviços.

Dessa maneira, Mossoró foi forçada a intensificar os serviços oferecidos à população e , ainda, a multiplicar o montante de que até não dispunha, numa tentativa de atender à demanda provocada pelo significativo fluxo migratório que recebeu, decorrente da exploração petrolífera que a Petrobras desencadeou no município. A cidade teve que criar uma infra-estrutura a passos galopantes, atropelando o processo natural de desenvolvimento que, certamente, teria nos setores básicos de prestação de serviços à população.

A cidade, até então interiorana, tomou ares de metrópole em curto espaço de tempo. Novos elementos passam a constar no repertório do seu cotidiano. Um cotidiano que surpreende pelas inovações que no dia-a-dia vão se sucedendo e que traz consigo visíveis transformações para a população de Mossoró. Uma cidade que hoje se vê às voltas com situações e atitudes que não sabe reverter ou enfrentar. Na proporção do aumento do número de migrantes que aqui vêm em busca da melhoria de vida, crescem as filas de desemprego, os índices de marginalidade e violência, além de inúmeros problemas socioeconômicos que inviabilizam o pseudoprogresso aqui desenvolvido.

Todavia, se a população cresceu em números o aumento não se deu em nível de vida. Além da posição geográfica favorável e do aumento constante do fluxo comercial advindo do setor salineiro e do parque industrial impulsionado pela Petrobrás, Mossoró produz (via irrigação) abundante quantidade de frutas, em especial melão, acerola, caju e castanha, o que lhe permite abastecer a região e exportar alguns desses produtos para o Sul do Brasil, e até para outros países.

Sem dúvida, a economia de Mossoró tem apresentado considerável desenvolvimento, em especial no setor terciário, consubstanciado pela Petrobrás e empresas por ela contratadas. Isso não impede, contudo, que a cidade apresente um índice de desemprego galopante, já sendo visível o grande número de famílias que vivem abaixo da linha internacional de pobreza, apesar de ser expressivo o aumento de estabelecimentos comerciais e industriais no município.

Faz-se necessário colocar em pauta a retomada do crescimento econômico de Mossoró, sobretudo nos setores primário e secundário. A cristalização do desenvolvimento regional dependerá da vontade política do poder público e da classe empresarial e, obviamente, do papel das instituições de ensino superior existentes na região, nos labores da formação de técnicos, mão-de-obra especializada, investigações cientificas e transferência tecnológica.

Só com a junção dessas forças será possível projetar Mossoró, não só na esfera estadual e regional, como também em nível nacional, pela sua destacada participação na produção nacional de frutos tropicais e na extração de recursos minerais, como petróleo, calcário, sal, gesso e gás natural. A exploração desses recursos demonstra o potencial existente e justifica todo o esforço do seu caminhar para o desenvolvimento.

Como perspectiva para o futuro próximo, o Plano de Desenvolvimento Sustentável do RN (IDEC, 1997) aponta a zona mossoroense como propícia ao desenvolvimento da indústria química, com a integração da cadeia produtiva dos setores salineiro e petrolífero; a exploração mineral (calcário, gipsita, argilas); a fruticultura irrigada; a pecuária; a piscicultura e a carcinicultura; o agronegócio e a agroindústria integrada.

Ao limiar de uma nova era, de um mundo globalizado, e diante de perspectivas de um salto qualitativo sem precedentes na história, se faz necessário e urgente que as forças vivas da comunidade se congreguem em torno de objetivos maiores: aproveitar potencialidades e atenuar carências, que ainda são muitas.


HOMENAGEM AOS BEATLES E A JOHN LENNON

No dia 09 de dezembro próximo, haverá um evento no Seleto, de acordo com o anúncio em anexo. Além das presenças das bandas Mp3 e Alfredo e os Caras, estaremos, eu, Emerson Linhares, Karlo Schineider, Cícero Paiva e Allison Lopes, mostrando em exposição, material dos BEATLES e do JOHN LENNON, que completará no dia anterior, 08/12, 29 anos do seu assassinato, tais como: livros, revistas, discos raros, dentre outros.


Pela atenção, um beatle abraço a todos e muito obrigado.


Togo Ferrário.

EM MARÇO DE 2010

LEI ANTIFUMO JÁ ESTÁ EM VIGOR

O Projeto de Lei que estabelece a proibição do uso de cigarros e similares em estabelecimentos públicos e privados no âmbito do município de Mossoró já está em vigor.


A proposição de autoria do vereador Lairinho Rosado (PSB) foi sancionada pela prefeita Fafá Rosado (DEM) em 30 de agosto de 2009.


O projeto estipulou um prazo de 90 dias para que os estabelecimentos se adaptassem a nova realidade.


Já o poder executivo ficou com um prazo de 60 dias para regulamentar a nova lei. “Espero que a lei seja aplicada para garantir a saúde e o conforto dos mossoroenses", disse o autor do projeto.


NOTA DO BLOG


Sou um fumante inveterado, mais concordo plenamente com o "Lei Antifumo". Só não acredito que a mesma funcione na nossa amada urbe.


Aproveito para alertar aos fumantes, que o cigarro mata lentamente! Como não tenho pressa em morrer, continua fumante. Segundo o jornalista e blogueiro Thurbay Rodigues, quem mata rápido é o mio-gato.

O QUE É INPC?

O INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) é medido pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) desde setembro de 1979.

Ele é obtido a partir dos Índices de Preços ao Consumidor regionais e tem como objetivo oferecer a variação dos preços no mercado varejista, mostrando, assim, o aumento do custo de vida da população.

Como o INPC mede uma faixa salarial mais baixa que o IPCA (até 6 salários mínimos, diante dos 40 salários mínimos do IPCA), a alteração de preços de serviços e produtos mais básicos é mais sentida neste índice.

O peso do grupo alimentos (arroz, feijão, leite, frutas, refeições feitas em restaurantes, lanchonetes) é maior no INPC que no IPCA. Logo, uma variaçao nesse grupo tem um impacto maior no INPC.

Por exemplo, se a cesta básica passar de R$ 100,00 para R$ 150,00, uma família que tenha renda de um salário mínimo sentirá muito mais esse aumento que uma com renda de nove salários mínimos. Além disso, o gás de cozinha (dentro do grupo habitação) e o preço das passagens de ônibus (dentro do grupo transporte) também têm maior peso no INPC.

Já os aumentos ou quedas nos preços de automóveis e da gasolina têm maior peso no IPCA porque não são itens de consumo tão importante nas faixas de menor renda.

Como é calculado o INPC?

O período de coleta do INPC vai do dia 1º ao dia 30 ou 31, dependendo do mês. A pesquisa é realizada em estabelecimentos comerciais, prestadores de serviços, domicílios (para verificar valores de aluguel) e concessionárias de serviços públicos.

Os preços obtidos são os efetivamente cobrados ao consumidor, para pagamento à vista. São considerados nove grupos de produtos e serviços: alimentação e bebidas; artigos de residência; comunicação; despesas pessoais; educação; habitação; saúde e cuidados pessoais; transportes e vestuário. Eles são subdivididos em outros itens. Ao todo, são consideradas as variações de preços de 465 subitens.

O INPC mede a inflação para que parcela da população?

Abrange famílias com rendimentos mensais entre 1 e 6 salários mínimos, residentes nas regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Salvador, Recife, Fortaleza e Belém, além do Distrito Federal e do município de Goiânia.

Para que é usado o INPC?

O índice é utilizado para negociação de reajustes salariais.
Fonte: IBGE

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

FATO ECONÔMICO

Carlos Escóssia

O FANTASMA DA INFLAÇÃO


A inflação é conceituada como sendo o aumento continuado no nível geral dos preços. É um fenômeno universal e generalizado que se agravou, a medida que os mercados competitivos deixaram de funcionar e passaram a ser substituídos por mercados monopolístas, oligopolístas e cartelizados que penalizam toda a sociedade e provoca reações negativas e catastróficas nas estruturas: política, econômica e social de um país.

Uma das causas mais comum da inflação, ocorre quando o consumo por parte das famílias é superior a capacidade de produção das empresas em determinado período de tempo. A esse tipo de inflação damos o nome de Inflação de Demanda (ou de procura). A política econômica utilizada pelo governo para evitá-la é o controle da moeda em circulação na economia, conhecida como política monetária.

Outras causa pode ser atribuída a um conjunto de fatores, tais como: aumentos salariais, queda na produção, aumento nos preços dos produtos importados, aumento do custo da matéria-prima, pontos de estrangulamentos, desequilíbrios estruturais (decorrentes das imperfeições do Mercado), estrangulamento na oferta de determinados produtos (provocando elevações setoriais de preços), dentre outros. Em uma situação, de um aumento no preço do barril de petróleo no mercado internacional faz com que os preços de sues derivados, nos países que dependem das importações desse produto, se elevem. Como esses derivados são importantes insumos no processo de produção e distribuição da maioria dos bens e produtos de uma economia, esses aumentos inevitavelmente serão repassados aos preços dos produtos, acarretando o que chamamos de Inflação de Custo (ou administrada). Aliás, esse tipo de inflação sempre ocorrerá quando houver aumento nos preços dos fatores de produção.

Uma terceira razão para a elevação sistemática dos preços na economia é o que chamamos de Inflção Inercial. Ela ocorre devido a um comportamento dos agentes econômicos no que diz respeito às expectativas inflácionárias, ou seja, antevendo uma elevação nos preços, as empresas se antecipam e aumentam o preço de suas mercadorias ou serviços. Esse comportamento acaba sendo incorporado também nos contratos e acordos informais e, dependendo do cenário de incerteza, pode perdurar por muito tempo.

Como a inflação é um problema macroeconômico e que afeta o bem-estar da população como um todo, seu controle torna-se a primeira preocupação dos governos, a ponto de, nos dias atuais, as principais economias mundiais adotarem o conceito de metas inflacionárias, em que as políticas econômicas gravitam em torno de níveis máximos de inflação desejada.

DINHEIRO: PRINCIPAL MOTIVO DE BRIGA ENTRE CASAIS


Mesmo quando as finanças vão bem, dinheiro é o principal motivo de briga entre casais. Se as contas andam apertadas, então, o terreno é propício para que ambos descontem suas ansiedades um no outro. Mas, com um pouquinho de esforço, dá pra lidar com essa parte chata da vida a dois e barrar as brigas antes mesmo que elas comecem.

Em primeiro lugar, é importante que o casal fale a mesma língua quando se trata de dinheiro (na próxima página, montamos um teste para vocês avaliarem se estão mesmo alinhados). Pesquisa mundial feita recentemente mostrou que 72% dos casais se preocupam com os gastos do parceiro. Se um se sacrifica para economizar, e o outro torra a grana, problemas à vista.

Quando o orçamento está curto, conversar com frequência sobre o assunto é uma boa saída para você sentir que está no controle da situação. Só fique esperto para bater este papo no momento certo. “Nunca tente conversar se você estiver muito estressado com suas contas”, sugere o consultor financeiro Jill Gianola. Em vez disso, procure uma hora em que os dois estejam calmos e sem distração.

É importante que o casal esteja alinhado nas decisões de com o quê gastar, como economizar e quanto investir. Se apenas um exerce controle sobre as finanças, o outro pode acabar se sentindo excluído e impotente. É bacana que vocês decidam juntos quem paga o quê – e como.

A renda de vocês é unificada ou cada um tem sua conta separada no banco? Vocês consultam um ao outro antes de fazer uma aquisição que comprometa o orçamento da casa? Quem é o responsável pelas contas? Se vocês estão se entendendo do jeito que está, ótimo. Mas, de qualquer forma, a regra de ouro pra não rolar estresse é não esconder do parceiro nenhum tipo de gasto.


Brigas sobre dinheiro são um dos principais motivos que levam um casal ao divórcio. Se você e seu companheiro não conseguem falar sobre o assunto sem que isso vire um pé de guerra, e isso está colocando seu relacionamento em risco, pense em procurar ajuda.

Um consultor financeiro pode dar dicas de como administrar as finanças, enquanto uma terapia de casal pode ajudar os dois a resolverem certas diferenças. O segredo é conversar, ter comprometimento e não culpar o outro por fatores que estão fora de seu controle. Pensamento positivo: se vocês souberem lidar com problemas financeiros, isso significa que terão jogo de cintura para enfrentar outras situações difíceis – e sairão dessa fortalecidos.
Fonte:brincadeirademulher.blogspot.com

GEORGE HARRISON (1943 - 2001)

Por Togo Ferrário

Era o dia 29 de novembro de 2001, um domingo como o de hoje, que o mundo ficou mais empobrecido, musicalmente falando. O ex-BEATLE George Harold Harrison, então com 58 anos de idade, deixava a vida terrena, vítima de um câncer, para passar à posteridade, como o ‘quiet Beatle’ ou o ‘Beatle tímido’ da maior banda de rock de todos os tempos: THE BEATLES.

Nascido de uma família composta pelo pai Harry Harrison e a mãe Louise French, foi o mais novo de uma prole de quatro filhos, dois irmãos e uma irmã, e era uma criança de cabelos e olhos escuros e pele clara.

Chegou à banda, através do amigo Paul McCartney, e logo se enturmou com John Lennon, que gostou da sua maneira de tocar guitarra, principalmente, na execução dos solos. Foi na gravação do segundo disco, ‘With The Beatles’ (1963), que Harrison conseguiu emplacar uma composição sua, ‘Don’t bother me’, embora sua maior participação neste álbum é a interpretação de ‘Roll Over Beethoven’ de Chuck Berry. Somente a partir de 1965, quando da gravação de ‘Help!’, George começou, com mais freqüência, a participar com composições para o grupo. Neste disco encontramos ‘I need you’ e ‘You like me too much’.

Vale ressaltar que neste mesmo ano ele conheceu a cultura indiana, através do trabalho musical de Ravi Shankar, que lhe foi apresentado por David Crosby, da banda The Byrds. Ele ficou tão fascinado pelo som indiano, que passou a popularizá-la na gravação do disco seguinte dos BEATLES, ‘Rubber Soul’, em sua composição ‘Norwegian Wood’ (This Bird has flown), onde foi introduzida uma sitar que, pela primeira vez no cenário pop musical, escutou-se um instrumento indiano, também utilizado, juntamente com a tabla, na gravação de ‘Revolver’, de 1966, na música ‘Love you too’, ano este que ele passou a compor mais ativamente, cuja relação ainda consta ‘Taxman’, 1ª faixa do disco, e ‘I want to tell you’.

Em 1967 os BEATLES lançaram o disco que iria revolucionar a linguagem do rock internacional: ‘Sgt. Pepper’s lonely hearts Club Band’, gravado em apenas quatro canais, era ousado nas composições, nas letras e nos arranjos que incorporavam, inclusive, elementos da música erudita, graças ao conhecimento musical de George Harrison. Neste trabalho está inclusa, apenas, uma única música de sua autoria: ‘ Within you without you’.


Somente em 1968, uma composição sua atingiria grande sucesso, o hit ‘While my guitar gently weeps’, incluída no álbum duplo ‘The Beatles’ comentado no domingo passado, e ainda as pouco conhecidas ‘Piggies’, ‘Long, long, long’ e ‘Savoy truffle’. No álbum ‘Abbey Road’, de 1969, George lançou duas composições próprias: ‘Something’ e ‘Here comes the sun’ que, juntamente com ‘While my guitar...’, tornaram-se suas canções mais populares da era BEATLES. Something é, depois de ‘Yesterday’, a música mais regravada da banda, inclusive por nomes do quilate de Elvis Presley (1935-1977) e Frank Sinatra (1915-1998) que a considerava “a melhor canção de amor dos últimos 50 anos”, embora pensasse ser uma composição da dupla Lennon/McCartney.

Entretanto, Sinatra, na apresentação do ‘Concerto para as Américas’, antes da apresentação da música, creditou, com muito carinho, a autoria de George Harrison. Ainda em 69, George chegou a abandonar a banda entre os dias 10 e 22 de janeiro por motivo de discussões com Paul McCartney, que não estava mais gostando da maneira como ele tocava sua guitarra, durante as gravações.


Chegamos ao ano de 1970. Um ano que seria considerado como “uma nova fase” na carreira da banda. A gravação do disco ‘Get back’, nome inicial do projeto ‘Let it be’, foi uma multiplicação de erros e intrigas entre eles, excetuando-se o Ringo Star. Mesmo assim, Harrison contribuiu com duas novas músicas: ‘I me mine’ e ‘For you blue’, dividindo com os outros três integrantes da banda, ‘Dig it’ e ‘Maggie mae’.

Em 10 de abril daquele ano, Paul McCartney anuncia o fim dos BEATLES, antes, porém, George Harrison já havia lançado dois álbuns solos, ‘Wonderwall music’ (1968) com músicas instrumentais, e é, oficialmente, o 1º álbum solo de um Beatle, que teve a participação de Eric Clapton e Ringo Star, onde todos, incluindo George, usando pseudônimos.

O Segundo, ‘Electronic sound’ (1969), é um disco experimental, com músicas tocadas em um sintetizador e capa com um desenho de sua autoria. Mas carreira solo é assunto para outro comentário.

OBRA DE ARTE

É UMA VERGONHA!!!