terça-feira, 29 de junho de 2010

INDICADORES MACROECONÔMICOS - 29/06/2010

Fonte:www.oglobo.globo.com

Risco-país (em pontos )

Argentina754
Brasil240
México173
Uruguai252


Balança Comercial (MDIC - em Us$ milhões)

Meses Exportação Importação Saldo
mai/2010 17.702,00 14.259,00 3.443,00
abr/2010 15.161,21 13.877,68 1.283,53
mar/2010 15.727,50 15.059,16 668,34
fev/2010 12.197,24 11.804,57 392,66
jan/2010 11.305,07 11.473,72 -168,66
dez/2009 14.462,62 12.288,69 2.173,93
nov/2009 12.652,89 12.040,12 612,77
out/2009 14.081,69 12.761,41 1.320,28
set/2009 13.863,22 12.553,87 1.309,35
ago/2009 13.840,85 10.787,12 3.053,73
jul/2009 14.141,93 11.230,76 2.911,17
jun/2009 14.467,78 9.863,46 4.604,33


Produção industrial (% ao mês)

abr/10mar/10fev/10jan/10dez/09nov/09out/09set/09ago/09jul/09jun/09mai/09
17,3720,1818,2016,0818,995,31-3,09-7,56-7,06-9,95-10,89-11,19


Taxa de desemprego (IBGE - %)

abr/10mar/10fev/10jan/10dez/09nov/09out/09set/09ago/09jul/09jun/09mai/09
7,307,607,407,206,807,407,507,708,108,008,108,80


Relação Dívida/PIB (%)

abr/10mar/10fev/10jan/10dez/09nov/09out/09set/09ago/09jul/09jun/09mai/09
42,1842,4042,0941,6342,8043,0643,3943,1542,0842,0041,2340,91


PIB (% ao ano)

200920082007200620052004200320022001200019991998
-0,195,085,673,753,165,711,152,661,314,310,250,04


Outros Indicadores

Salário MínimoR$ 510,00


INDICADORES DE MERCADO - 29/06/2010

Fonte:www.oglobo.globo.com

IBOVESPA

Ibovespa (SP) 64225 fechada -0.92 %

Fechamento do Ibovespa em pontos

mai/10abr/10mar/10fev/10jan/10dez/09
630476753070372665036540268588

nov/09out/09set/09ago/09jul/09jun/09
670826140661518564985476651465



DÓLAR COMERCIAL


CompraVenda%Hora
1,7771,779-0.0616:40

O Dólar Comercial no último dia útil do mês

mai/10abr/10mar/10fev/10jan/10dez/09
1,8211,7381,7811,8071,8851,743

nov/09out/09set/09ago/09jul/09jun/09
1,7441,7571,7721,8901,8651,964



Euro x real e euro x dólar

Euro x Real2,1839
Euro x Dólar1,2276


Outras Moedas

MoedaUS$ (%)
Franco suiço1,0877-0.51
Iene89,38+0.09
Libra esterlina1,5097+0.31


POUPANÇA

Rendimento - Diário - 28/60,5825
Rendimento - Mensal - dezembro0,5513
Rendimento - Anual - 20082,6587


TAXA SELIC (% ao ano)

09/06/201017/03/201027/01/201009/12/200921/10/200902/09/200922/07/200910/06/200929/04/2009
10,259,508,758,758,758,758,759,2510,25


UFIR

03/01/200004/01/199905/01/199802/01/199701/07/199602/01/199602/10/199503/07/199503/04/1995
1,060,980,960,910,880,830,800,760,71


IRPF - TABELA PROGRESSIVA MENSA - JUNHO/2010


Base de Cálculo Mensal
Alíquota A deduzir do Imposto
Até R$ 1.499,15
De 1.499,16 até 2.246,75
De 2.246,76 até 2.995,70
De 2.995,71 até 3.743,19
Acima de 3.743,19
Isento
7,50%
15,00%
22,50%
27,50%
-
R$ 112,43
R$ 280,94
R$ 505,62
R$ 692,78
Fonte: Lei 11.945, de 04/06/09

REAJUSTE DE ALUGUEL E OUTROS CONTRATOS

Fonte: Empresário Online

ÍNDICES ACUMULADO % ATÉ ABRIL/ 10
Trimestr Quadrim Semestr Anual
FIPE
IGP-DI
IGP-M
INPC
1,47
2,46
2,92
2,16
2,83
3,50
2,56
3,05
3,30
3,45
3,40
3,68
5,05
2,95
2,88
5,49

ACUMULADO % ATÉ MAIO/ 10
Trimestr Quadrim Semestr Anual
FIPE
IGP-DI
IGP-M
INPC
0,95
2,95
2,92
1,88
1,70
4,07
4,14
2,59
3,24
5,00
4,52
3,75
4,93
4,38
4,18
5,31

a) Acumulado até abril, reajusta aluguéis e contratos a partir de maio, para pagamento em junho.
b) Acumulado até maio, reajusta aluguéis e contratos a partir de junho, para pagamento em julho.


PREVISÃO DO TEMPO PARA MOSSORÓ - 29/06/2010

Fonte:www.tempoagora.uol.com.br
Tempo Real Sensação Umidade Vento Pressão Sol


poucas nuvens

0mm

23°C

33°C

20°C

33°C

34%

66%
direção do vento ESE

17km/h

1011mb

1015mb

05h40m

17h24m

segunda-feira, 28 de junho de 2010

FÁCIL COMO TIRAR DOCE DE CRIANÇA


O Chile não aprende.


Mais uma vez quis jogar de igual para igual contra o Brasil.


E se deu mal. Muito mal.


Sem nem que o Brasil precisasse jogar bem, que dirá muito bem.


O Chile dominou os primeiros minutos, teve a bola e sempre tentou o mais difícil, nunca o mais simples.


El Loco Bielsa tomava os mesmos 3 a 0 de Santiago, nas eliminatórias, mas tinha cara de que viria mais.


E o Brasil foi deixando até que de repente, não mais, o Chile estaca como encapsulado pelo time brasileiro.


Que é verdade não levava perigo ao gol chileno, mas como se soubesse que uma hora o gol viria.


O jogo chegou a ficar chato e com cara de pelada, tanto que no meio do primeiro tempo as vaias apareceram no Ellis Park, hoje muito menos hostil, com um temperatura bastante suportável.


E quando parecia que o primeiro tempo iria se encaminhar para um sonolento 0 a 0, eis que numa bela cobrança de escanteio de Maicon, Luís Fabiano foi agarrado, Lúcio fez a proteção e Juan subiu no segundo andar e fez 1 a 0.


Tínhamos 34 minutos.


Era o fim do Chile que, na verdade, nem começara.


Em seguida, só três minutos depois, deu-se o óbvio: o Chile foi ao ataque com tudo, o lateral-direito desceu para receber, a bola em vez de ir para ele foi para o meio, o Brasil roubou, jogou exatamente no espaço que o lateral tinha deixado, bola com Robinho, deste para Kaká que, preciso, enfiou para Luís Fabiano aumentar.


A dúvida passou a ser apenas uma: de quanto o Brasil vai ganhar no segundo tempo?


Valdívia que estava de castigo porque dera o primeiro gol para a Espanha, entrou no time andino.


Há que se dizer, aliás, que com Felipe Melo e Elano as coisas poderiam ter sido melhores e ainda mais fáceis.


Lúcio era um verdadeiro monstro em campo.


E o time chileno parecia o de um Jardim da Infância, tantos eram os erros infantis que cometia.


Os brasileiros, que definitivamente não vieram à África para encantar, deixavam o tempo passar, pareciam já pensar na sexta-feira, em Porto Elisabeth, quando enfrentará a Holanda.


Vamos fazer mais um ou deixar como está?


Fazer mais um, resolveu Ramires, que arrancou pelo meio, achou Robinho e o santista fez 3 a 0, aos 14.


O que Robinho tem contra os simpáticos chilenos? Marcou seu oitavo gol neles.


Ah, sim, os chilenos seguiram buscando seu gol, dando murro em ponta de faca como se diz.


E quase tomando o quarto gol, ao natural.


Aos 30, Nilmar entrou no lugar de Luís Fabiano.


Ele certamente iria querer mais, para azar dos chilenos.


E Kleberson, o turista acidental, entrou no lugar de Kaká aos 35, em homenagem à bela Copa que disputou em 2002.


E o Chile trocava bola, ameaçava e errava, para levar Bielsa à loucura.


Terá tempo para se tratar, no Chile mesmo, ou na Argentina.


Gilberto substituiu Robinho.


Notas:


Júlio César quase sem trabalho, mas com uma bela defesa, 7,5;


Maicon bem e eficaz nos escanteios, 7,5;


Lúcio, um monstro, 8,5;


Juan sóbrio e goleador, 8;


Michel Bastos progrediu, 6,5;


Gilberto Silva foi muito bem no começo, ajudou e acertar o time e voltou ao normal, 7,5;


Ramires deu outra dinâmica ao meio de campo e pode ter achado um lugar entre os titulares, embora esteja suspenso contra a Holanda, 8;


Daniel Alves foi melhor atrás do que na frente, 6,5;


Kaká bem que trabalhou muito, deu o passe do segundo gol e ainda não é ele, 7;


Robinho jogou mal e fez seu gol, 6;


Luís Fabiano também não jogou bem e fez seu gol,6;


Nilmar, Kleberson e Gilberto, pouco tempo, nada digno, ou indigno, de nota.


Dunga segue inabalável no caminho que traçou. Faltam três jogos, 7,5.


Por Juca Kfouri

POR JOSÉ ROMERO ARAÚJO CARDOSO*


SONHANDO COM O RETORNO DA ESTRADA DE FERRO MOSSORÓ-SOUSA


Pensar a produção econômica é pensar o racional, principalmente no quesito meios de transportes. A produção, sobretudo perecível, necessita ser escoada com o mínimo de custos e de obstáculos.

O sonho de Ulrick Graff foi a construção de uma via férrea que ligasse Mossoró ao São Francisco, objetivando viabilizar, sobretudo, o escoamento da produção salineira para as regiões meridionais do Brasil.

Somente no final da década de cinqüenta do século passado, após tentativas frustradas de conseguir tal desiderato, partidas de mentes lúcidas como Jerônimo Rosado e Felipe Guerra, entre outros, foi que os trilhos da velha ferrovia do oeste potiguar chega vam às portas de Sousa, Estado da Paraíba.

Se isso tivesse ocorrido quando os pioneiros começaram a arquitetar o traçado da ferrovia, a situação privilegiada de Mossoró no cenário econômico regional e nacional teria sido mais enfática.

O fluxo da produção paraibana em direção a Mossoró teria sido multiplicado sensivelmente. O trabalho árduo dos velhos tangerinos e as perdas decorrentes dos riscos das viagens, com certeza, teriam diminuído significativamente.

Nenhuma nação rica e industrializada prescinde de suas ferrovias, pois os transportes são racionalizados ao extremo para que a produção de bens e de serviços cumpra sua efetiva racionalidade. É marca indelével na postura do Estado e do empresariado em países desenvolv idos.

Então, o que falar sobre a prioridade ao transporte rodoviário em um espaço marcado pela dinâmica da produção da fruticultura tropical irrigada, do sal e do petróleo?

Posso destacar inúmeros benefícios de um transporte que permita viabilizar a produção de bens em larga escala, exigente de uma infraestrutura de grande porte que não torne caótico o cotidiano das pessoas.

Estradas esburacadas e a falta de segurança devido ao tráfego intenso de veículos, sobretudo de grande calado, são apenas exemplos simples dos transtornos causados pela opção desastrada de priorizar o objetivo das transnacionais, principais beneficiárias da desdita econômica de uma região.

Não adianta liberar recursos para recuperar estradas que serão destruídas em poucos meses, graças ao fluxo constante de veículos pesados que em um vai-e-vem contínuo deram novas nuances ao cotidiano local, tendo substituído o silvo harmônico das locomotivas pelo ensurdecedor som das buzinas apressadas.

Temos também que ser racionais, pois precisamos repensar a Estrada de Ferro Mossoró-Sousa como expressão prioritária de todos as propostas públicas e privadas. A ferrovia é a única forma de revitalizar economicamente o município e a região no que diz respeito às exigências sensatas pertinentes aos meios de transportes adequados para determinadas situações que envolvem a produção econômica, caso da fruticultura tropical irrigada.

Mas não basta apenas revitalizar a Estrada de Ferro Mossoró-Sousa se não houver modernização, com a dotação de infraestrutura que atend a a população e as empresas, condição indispensável para que a competitividade da produção local não fique prejudicada.

Com a volta do trem, Mossoró, o Estado do Rio Grande do Norte, o Estado da Paraíba, o Nordeste e o Brasil só tem a ganhar, trazendo ainda o romantismo de outrora através da retomada do modus vivendi dos usuários deste importante meio de transporte que nunca pode ser relegado ao ostracismo.

(*) José Romero Araújo Cardoso. Geógrafo. Professor-adjunto da UERN.

UTILIDADE PÚBLICA


Roubo de carro

Achei interessante e estou encaminhando...
Espero que v
ocê não precise , mas vale a pena repassar para os amigos....
Aviso importante da Policia Rodoviária.

POR ANTONIO CAPISTRANO*


TEMOS UMA BOA OPÇÃO PARA O SENADO - SÁVIO HACKRADT: O SENADOR DAS MUDANÇAS


Fiquei feliz com a candidatura ao senado do jornalista Sávio Hackradt (PCdoB). O quadro que se desenhava para disputar as duas vagas do senado, aqui no estado, era desolador, os de sempre, aqueles que só têm compromisso com eles mesmos.


O RN precisa de mudanças no Senado.


Desde a minha primeira participação em eleição (1960) procurei apoiar candidatos que estivessem no campo da esquerda. Lembro que em 1960 apoiamos Aluízio Alves para o governo do estado e Djalma Maranhão para prefeito da nossa capital. Era uma aliança meio complicada de explicar, mas parte importante da esquerda ficou com a Cruzada da Esperança, que tinha Djalma Maranhão, aqui no estado, como nosso principal candidato. Na disputa presidencial apoiávamos Henrique Teixeira Lott e o seu vice João Goulart.

Com o golpe militar de 1964, mesmo com toda restrição, dentro do jogo permitido, os nossos candidatos eram os da esquerda. A eleição para o executivo, nas capitais e para os governos estadual e federal, passou a ser indireta, pois era na verdade uma nomeação. Mas, para o legislativo, não. Portanto, era no legislativo a grande chance de elegermos os candidatos comprometidos com o processo democrático: Roberto Furtado, Odilon Ribeiro Coutinho, Geraldo Queiroz, Pedro Lucena, Agenor Maria, José Daniel Deniz, Radir Pereira, Hermano Paiva, Gileno Guanabara; João Batista Xavier para prefeito de Mossoró em 1982 e Garibaldi Alves Filho para prefeito de Natal em 1985 eram os nossos candidatos, nomes na época, comprometidos com as mudanças.

Como militante participei ativamente da luta, legal e clandestina, contra a ditadura militar. A correlação de forças era desproporcional, eles tinham o controle da informação, o aparato da repressão e o apoio das oligarquias, essas, sempre no poder.

Até 1986 acompanhei a orientação do Partidão (PCB). Era o centralismo democrático funcionando. Já nas eleições de 1988, discordei, não votei em Rosalba Ciarlini, candidata a prefeita de Mossoró. Naquele momento estava começando o esfacelamento do sistema socialista no leste europeu com reflexos danosos para a esquerda. Em 1989 a queda do muro de Berlim é um fato que vai deixou a esquerda perplexa em todo o mundo. Naquele momento faltou aos comunistas uma reflexão profunda dos acontecimentos. Na época, a esquerda foi na onda da grande mídia, o que virou um deus-nos-acuda.

Quando o PCB transformou-se no PPS não acompanhei essa decisão, desconfiava das artimanhas de Roberto Freire e de sua trupe. Não concordei com o tratamento dado ao velho Luiz Carlos Prestes e realmente eu estava com a razão. Veja no que deu o PPS: um apêndice da direita, um defensor do neoliberalismo. Com o fim da União Soviética os comunistas ficaram tontos, sem rumo, sem saber o que fazer. Este fato foi para nós um impacto maior que o “relatório” Kruschev (1956).

Hoje, à esquerda se recompôs, o mundo vive um novo momento, o neoliberalismo fracassou. A esquerda voltou à cena política. Agora, com a certeza que o caminho viável para um mundo de paz com desenvolvimento pleno é o socialismo. Socialismo conquistado através de um processo eleitoral, com eleições livres.

Temos hoje, na América Latina: Brasil, Venezuela, Equador, Bolívia, Paraguai, Uruguai, Nicarágua e El Salvador, todos, países que elegeram governos progressistas através de um processo eleitoral democrático e esses governos estão dando um novo rumo econômico e político aos seus respectivos países.

Este ano (2010) o Brasil enfrenta uma nova etapa de consolidação do seu regime democrático com as eleições quase gerais e de certa forma, plebiscitário, que vai ocorrer no dia 3 de outubro. Vão ser eleitos: o presidente da república, os governadores, todos os deputados, federais e estaduais, e dois senadores por estado. Momento basilar para a democracia brasileira, oportunidade ímpar de cada um exercer o seu dever, escolhendo os melhores para dirigir o nosso país, tanto no executivo como no legislativo.

Temos bons candidatos ao parlamento e ao governos, estadual e federal. Entre eles lembro o nome do jornalista Sávio Hackradt, nome que representa uma profunda mudança no quadro político do estado. Com ele o Rio Grande do Norte sai da mesmice, da política monárquica que historicamente vem prevalecendo no seu processo eleitoral, e que são sempre, os herdeiros das oligarquias que são eleitos para o senado. Sávio representa o novo, a mudança, sem rabo-de-palha, com ficha limpa, histórico exemplar, respeitado por todos, com um projeto político progressista a defender.

Sávio é a opção para quem deseja votar em um candidato sério, comprometido com as mudanças. Ele eleito senador, vai ajudar o novo governo federal nas mudanças necessárias para a consolidação do nosso processo de desenvolvimento, mudanças essas que só serão possíveis com as reformas de base, tão necessárias e sempre adiadas pelos que se elegem para impedir sua aprovação na câmara e no senado com isso dificultando o nosso desenvolvimento e a inclusão social de milhões de brasileiros.

Portanto, estão de parabéns, o PCdoB pela escolha e o povo do Rio Grande do Norte pela opção que tem. A hora é essa! Sávio Hackradt, senador das mudanças.

*Antonio Capistrano foi reitor da UERN, é filiado ao PCdoB.



NOTA DO BLOG


Caro amigo Antonio Capistrano, gostaria de paabenizá-lo pelo texto, o qual concordo plenamente.


Aproveito para incorporar na sua justificativa a minha posição a respeito do nosso amigo comum Sávio Hackdt, que publiquei neste espaço em 28/02/2010.


Na última sexta-feira, na reunião ordinária da Confraria do "Copão", tive a oportunidade de conhecer o jornalista Sávio Hackadt (também conhecido como Alemão), canditado do Partido Comunista Brasileiro (PC do B) a uma vaga ao senado federal.


Confesso que fiquei impressionado com a sua simplicidade, competência e o seu profundo conhecimento da política da nossa amada urbe, do estado e desse idolatrado país verde amarelo.


Para quem não sabe, o Alemão já trabalhou em campanhas de vários politicos aqui do nosso estado, tais como: Jessé Freire, Radir Pereira, Aluízio Alves, Garibaldi Alves, Geraldo Melo, Lavoisier Maia, entre outros.


A nível nacional, Sávio coordenou a campanha do saudoso Mário Covas a presidente da república, vivenciou um momento histórico da história política Nacional, que foi a fase da redemocratização do Brasil, na época como assessor do então ministro Aluízio Alves.


Acompanhou e cobriu como repórter da TV Record, a Assembleia Nacional Constituinte (ANC), quando conviveu com figuras como: Ulisses Guimarães, Mário Covas, Fernando Henrique Cardoso e outros ícones da política nacional, os quais frequentavam a sua residência.


Entre várias atividades exercidas por Sávio, como jornalista ou marketeiro político, coordenou em 2002, a campanha do atual presidente do Banco Central e um dos homens de maior trânsito no sistema bancário e financeiro mundial, Henrique Meirelles a deputado federal pelo estado de Goiás, quando o mesmo foi o deputado mais votado, não chegando a ocupar a cadeira de deputado federal, pois aceitou o convite do presidente Lula para presidir o Banco Central do Brasil.


Na Confraria do "Copão", papeamos bastante e fui convencido, pelos seus argumentos e história de vida, em declarar um dos meus votos ao senado, que gostaria de socializar com as amigas e amigos leitores desse blog - que será de Sávio Hackradt ( o Alemão) - ficando o segundo, a decidir, entre a governadora Wilma de Farias e o senador José Agripino.


Não será surpresa, termos um senador de esquerda representado o RN no senado federal, pois o Alemão é do ramo, tem história e estrada, é competente e transparente, conhece com ninguém os caminhos das pedras, é bom de debate e de argumentos, conhece como gente grande os problemas do nosso estado e seria o melhor presente que o eleitorado potiguar poderia proporcionar ao RN em 2010.


Carlos Escóssia


JUROS PARA PESSOAS FÍSICAS TÊM SEGUNDA ALTA SEGUIDA

POR RAMON ALVES*

CAMINHOS PARA O RN

Ontem ocorreram as convenções eleitorais que homologaram as candidaturas de Carlos Eduardo Alves (PDT) e de Rosalba Ciarlini (DEM) em dist
intos pólos rumo ao governo do Rio Grande do Norte. A eleição estadual tem sua peculiaridade. Enquanto todo o Nordeste está expulsando o antigo PFL - partidos dos velhos coronéis e da oligarquia atrasada -, Rosalba lidera nas intenções de voto.

A convenção de Carlos Eduardo deu claras demonstrações da distinção que faremos nos próximos meses. Temos dois bons desafios. O primeiro é mostrar quem são os responsáveis pelo nosso atraso político e econômico há décadas, quem utiliza o poder das prefeituras para a barganha, se submetendo a projetos muitas vezes divergentes em pouco espaço de tempo. O segundo é mostrar ao povo do Rio Grande do Norte que nós devemos seguir os passos da política nacional no sentido do desenvolvimento e da redução da pobreza. O Estado não pode mais servir a interesses obscuros e personalistas.
.

Embora a candidata do DEM lidere as pesquisas eleitorais no segmento juvenil, é preciso destacar que há uma grande margem de pessoas que não se decidiram pelo voto. Importante também considerar que será decisiva a participação das organizações progressistas de juventude. Nas escolas, universidades e nos mais variados espaços, precisamos diferenciar o que está por vir nos próximos quatro anos. A experiência que tivemos com Lula e Fernando Henrique é pedagógica no sentido de que o voto pode alterar significativamente a nossa vida.
.
Não há como descolar a questão nacional da estadual. Por mais que Agripino, recentemente, venha suavizando sua relação com o governo federal, foram dele os discursos mais enfáticos contra o mandato do presidente Lula. Não podemos esquecer sua gestão como governador e sua relação com os militares, que inauguraram sua trajetória política indicando-o prefeito biônico de Natal.
.
A demagogia do palanque mais conservador do Rio Grande do Norte é impressionante. Micarla, que em 2008 só falava da enorme disputa que teria enfrentando os poderosos do Estado, estava ontem no mesmo palanque com os três senadores potiguares, além de uma ampla parcela de prefeitos, vereadores, deputados estaduais e federais.

Teremos em 2010 uma oportunidade que poucas vezes nós tivemos na história. Podemos retroceder décadas elegendo um projeto de grupos políticos regionais ou podemos eleger uma gestão administrativa ousada, que já demonstrou grande habilidade na gestão da capital. A vitória de Carlos Eduardo será a possibilidade de moralizar a máquina pública, projetá-la para o crescimento robusto e por períodos maiores, garantindo ao conjunto das forças sociais a participação sobre as decisões políticas no RN.

Nós já escolhemos nosso lado, mas isso não é suficiente. Cada escola e universidade do Estado vai conhecer o tamanho da força de uma juventude que já derrubou um presidente da República. Elegeremos mais do que um governador, elegeremos um projeto que há tempos nós defendemos para o Rio Grande do Norte.

* Servidor público e Diretor de Organização e Finanças da UJS/RN

ÍNDICES DE INFLAÇÃO - 18/06/2010

Fonte:www.oglobo.globo.com

IPCA (%)

mai/10abr/10mar/10fev/10jan/10dez/09nov/09out/09set/09ago/09jul/09jun/09
0,43000,57000,52000,78000,75000,75000,41000,28000,24000,24000,24000,2400


IGP-M (%)

1ª Prévia:2,21 2ª Prévia:1,06
mai/10abr/10mar/10fev/10jan/10dez/09nov/09out/09set/09ago/09jul/09jun/09
1,19000,77000,94001,18000,6300-0,26000,10000,05000,4200-0,3600-0,4300-0,1000


IGP-DI (%)

mai/10abr/10mar/10fev/10jan/10dez/09nov/09out/09set/09ago/09jul/09jun/09
1,57000,72000,63001,09001,0100-0,11000,0700-0,04000,25000,0900-0,6400-0,3200


IPC-FIPE (%)

mai/10abr/10mar/10fev/10jan/10dez/09nov/09set/09ago/09jul/09jun/09mai/09
0,22000,39000,34000,74001,34000,18000,29000,16000,48000,33000,13000,3300

INFLAÇÃO - FONTES DIVERSAS - REFERÊNCIA ATUALIZADA - MAIO/2010

ÍNDICES
set/09 out/09 nov/09 dez/09 jan/10
INPC/IBGE
IPC/FIPE
IGP-DI/FGV

IGP-M/FGV
IPCAdo IBGE
IPCAEspIBGE
ICVdo DIEESE
ICVdaClasseMéd
INCCdoIGP-DI/FGV

CUB-Sinduscon
IPAdoIGP-DI/FGV
IPAdoIGP-M/FGV
IPCdoIGP-DI/FGV
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
0,16
0,16
0,25
0,42
0,24
0,19
0,27
0,23
0,15
0,16
0,29
0,53
0,18
0,24
0,25
-0,04
0,05
0,28
0,18
0,53
0,27
0,06
-0,02
-0,08
0,04
0,01
0,37
0,29
0,07
0,10
0,41
0,44
0,60
0,34
0,29
0,11
-0,04
0,08
0,26
0,24
0,18
-0,11
-0,26
0,37
0,38
0,08
0,27
0,10
0,00
-0,29
-0,50
0,24
0,88
1,34
1,01
0,63
0,75
0,52
1,72
1,15
0,64
0,15
0,96
0,51
1,29


fev/10 mar/10 abr/10 mai/10 12meses
INPC/IBGE
IPC/FIPE
IGP-DI/FGV
IGP-M/FGV

IPCAdo IBGE
IPCAEspIBGE
ICVdo DIEESE
ICVdaClasseMéd
INCCdoIGP-DI/FGV

CUB-Sinduscon
IPAdoIGP-DI/FGV
IPAdoIGP-M/FGV
IPCdoIGP-DI/FGV
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
0,70
0,74
1,09
1,18
0,78
0,94
0,59
0,70
0,36
0,14
1,38
1,42
0,68
0,71
0,34
0,63
0,94
0,52
0,55
0,47
0,24
0,75
0,19
0,52
1,07
0,86
0,73
0,39
0,72
0,77
0,57
0,48
0,22
-
0,84
0,17
0,68
0,72
0,76
0,43
0,22
1,57
1,19
0,43
0,63
0,15
-
1,81
2,43
2,06
1,49
0,21
5,31
4,93
4,38
4,18
5,22
5,26
5,62
4,94
6,07
4,72
3,77
3,45
5,28

Fonte: Ordem dos Economistas de São Paulo

INDICADORES MACROECONÔMICOS - 28/06/2010

Fonte:www.oglobo.globo.com

Risco-país (em pontos )

Argentina754
Brasil235
México176
Uruguai242


Balança Comercial (MDIC - em Us$ milhões)

Meses Exportação Importação Saldo
mai/2010 17.702,00 14.259,00 3.443,00
abr/2010 15.161,21 13.877,68 1.283,53
mar/2010 15.727,50 15.059,16 668,34
fev/2010 12.197,24 11.804,57 392,66
jan/2010 11.305,07 11.473,72 -168,66
dez/2009 14.462,62 12.288,69 2.173,93
nov/2009 12.652,89 12.040,12 612,77
out/2009 14.081,69 12.761,41 1.320,28
set/2009 13.863,22 12.553,87 1.309,35
ago/2009 13.840,85 10.787,12 3.053,73
jul/2009 14.141,93 11.230,76 2.911,17
jun/2009 14.467,78 9.863,46 4.604,33


Produção industrial (% ao mês)

abr/10mar/10fev/10jan/10dez/09nov/09out/09set/09ago/09jul/09jun/09mai/09
17,3720,1818,2016,0818,995,31-3,09-7,56-7,06-9,95-10,89-11,19


Taxa de desemprego (IBGE - %)

abr/10mar/10fev/10jan/10dez/09nov/09out/09set/09ago/09jul/09jun/09mai/09
7,307,607,407,206,807,407,507,708,108,008,108,80


Relação Dívida/PIB (%)

abr/10mar/10fev/10jan/10dez/09nov/09out/09set/09ago/09jul/09jun/09mai/09
42,1842,4042,0941,6342,8043,0643,3943,1542,0842,0041,2340,91


PIB (% ao ano)

200920082007200620052004200320022001200019991998
-0,195,085,673,753,165,711,152,661,314,310,250,04


Outros Indicadores

Salário MínimoR$ 510,00

INDICADORES DE MERCADO - 28/06/2010

Fonte:www.oglobo.globo.com

IBOVESPA

Ibovespa (SP) 64824 fechada +1.39 %

Fechamento do Ibovespa em pontos

mai/10abr/10mar/10fev/10jan/10dez/09
630476753070372665036540268588

nov/09out/09set/09ago/09jul/09jun/09
670826140661518564985476651465


DÓLAR COMERCIAL

CompraVenda%Hora
1,7781,78-0.5016:40

O Dólar Comercial no último dia útil do mês

mai/10abr/10mar/10fev/10jan/10dez/09
1,8211,7381,7811,8071,8851,743

nov/09out/09set/09ago/09jul/09jun/09
1,7441,7571,7721,8901,8651,964



Euro x real e euro x dólar

Euro x Real2,2022
Euro x Dólar1,2376


Outras Moedas

MoedaUS$ (%)
Franco suiço1,0930.00
Iene89,230.00
Libra esterlina1,50650.00


POUPANÇA

Rendimento - Diário - 25/60,6046
Rendimento - Mensal - dezembro0,5513
Rendimento - Anual - 20082,6587


TAXA SELIC (% ao ano)

09/06/201017/03/201027/01/201009/12/200921/10/200902/09/200922/07/200910/06/200929/04/2009
10,259,508,758,758,758,758,759,2510,25


UFIR

03/01/200004/01/199905/01/199802/01/199701/07/199602/01/199602/10/199503/07/199503/04/1995
1,060,980,960,910,880,830,800,760,71