quinta-feira, 7 de abril de 2016
UFERSA OFERECE À COMUNIDADE
ACADÊMICA WORKSHOP SOBRE
CUIDADOS COM A VOZ
O calendário comemorativo do mês de abril
reserva o dia 16 ao “Dia Mundial da Voz”, celebração iniciada no Brasil
em 1999. Há seis anos, a Universidade Federal Rural do Semi-Árido
compartilha dessa iniciativa levando promoção da saúde vocal aos mais
diversos ambientes sociais e educacionais. Em consonância com a Campanha
Nacional da Voz, a Pró-reitoria de Graduação prepara um workshop sobre “Comunicação Institucional – saberes e linguagens” para os professores, técnicos-administrativos e estudantes.
O encontro acontecerá na terça-feira, dia
19 de abril, das 8h às 12h, no Auditório do CTARN, localizado no Câmpus
Leste da Ufersa. Os interessados em participar do workshop
devem se inscrever pelo formulário abaixo, até o dia do evento, no
entanto a organização alerta quanto à limitação do espaço físico.
O fonoaudiólogo Varder Braga explica que a
iniciativa visa alertar a comunidade acadêmica quanto aos cuidados com a
voz, sua apresentação, processo da produção, identidade e meio ao qual o
sujeito está inserido, daí o título, “Minha voz, minha identidade”. ”É
extremamente necessário promover a conscientização da população sobre a
importância da voz humana para a promoção da saúde, bem como para melhor
desempenho na vida profissional e acadêmica”, enfatiza Varder Braga.
A voz é um dos principais instrumentos de
trabalho e diálogo da comunidade acadêmica, tendo em vista sua
importância no desempenho comunicacional dessa comunidade, o encontro
contará com outras duas falas na programação: “A escrita na
Universidade” e “Comunicação Institucional – atores e processos”,
proferidas, respectivamente, por Franceliza Monteiro e Higo Lima.
Franceliza Monteiro, secretária executiva da PROGRAD, irá explanar sobre uso da linguagem escrita nas mais diversas situações de convívio na academia, observando as variações necessárias que devemos efetuar em diversos textos. Já o jornalista Higo Lima, da Assecom, explica os processos e ferramentas disponíveis na Universidade para o auxílio da comunicação e o fortalecimento da imagem da Ufersa por canais como o Portal, Redes Sociais, Comunicação Interna etc.
Fonte: Assessoria de Comunicação da UFERSA
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Diversos
ÍNDICES ECONÔMICOS E FINANCEIROS
Mês: 04/2016
Mês: 04/2016
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Mês: 03/2016
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Mês: 02/2016
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Indicadores
quarta-feira, 6 de abril de 2016
DUELO DECISIVO CONTRA O ALECRIM
É ANTECIPADO PARA SÁBADO
A Federação Norte-rio-grandense de
Futebol (FNF), atendendo a pedido do Potiguar alterou a data do
confronto entre o alvirrubro e o Alecrim. O duelo que seria realizado no
domingo (10), às 17h, foi antecipado para o sábado (9), às 19h. O local
do confronto permanece o mesmo, o estádio Nogueirão, em Mossoró.
O duelo contra o time natalense será o
sétimo do Potiguar como mandante na competição. Nos seis jogos
disputados até o momento, a equipe comandada pelo técnico Bira Lopes
conquistou três vitórias e três empates, um aproveitamento de 66.6%.
Em caso de vitória do Time Macho, a
equipe garantirá uma vaga na final do 2º turno, na Série D 2016 e também
uma vaga na Copa do Brasil 2017, pelo critério técnico.
Com 11 pontos, a equipe alvirrubra
lidera o segundo turno. O Alecrim, rival deste fim de semana soma 10
pontos, ocupando a terceira colocação. O segundo colocado é o ABC,
também com 10 pontos ganhos.
Fonte: Site do Potiguar de Mossoró
Marcelo Diaz/ACDP
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Futebol
FLÁVIO DINO: "O IMPEACHMENT
SERIA A ANTESSALA DO CAOS"
Ele foi didático ao fazer tal afirmação: “Tem sido dito que impeachment é constitucional porque está na Constituição. Imaginemos o seguinte: a Constituição trata de pena de morte em caso de crimes de guerra. Se alguém fosse vítima de pena de morte, diriam que isso é constitucional porque está na Constituição? Não, a Constituição diz que só pode haver pena de morte em caso de crime de guerra. Não bastar estar na Constituição para que haja aplicação constitucional. Afere-se a constitucionalidade em relação da norma a um determinado fato”.
Dino salientou que, além de representar uma violação constitucional, a aprovação do impeachment seria “um desastre”, porque criaria uma insegurança jurídica de precedente grave, abrindo “espaço para múltiplas tentativas de vingança e sabotagem no futuro”.
“O impeachment seria a antessala do caos”, enfatizou o governador. “Seria desastroso ao país. Ainda mais porque seria um governo que por sua vez também enfrentaria processo de impeachment. Michel Temer teria sobre si a mesma acusação de ter assinado decretos de crédito sem autorização legal. Parece-me que teríamos situação muito pior do que a que temos hoje. Quando os agentes econômicos notarem isso, passarão a atuar pela estabilidade política”, defendeu.
Flávio Dino apontou que nesse processo existem vários agentes, não preocupados com o país, mas com os interesses alheios.
“Há vários interessados, mas vejo duas situações fundamentais. Um dos insatisfeitos com o resultado eleitoral de 2014. E não me refiro apenas aos políticos, mas também a uma parcela da sociedade que não concordou com resultado. Não concordar com ele é legítimo. Já a aferição sobre se a decisão popular de 2014 foi certa ou errada só poderá ocorrer em 2018. A Constituição prevê eleições diretas, secretas e periódicas. Não é porque a pessoa não concorda que pode haver um novo julgamento a qualquer hora”, pontuou.
Dino também acredita que dar um golpe contra o mandato legítimo é um oportunismo daqueles que “imaginam que derrubar a presidenta seja caminho para parar a Lava Jato”.
“Visam se proteger exatamente atacando a presidenta, sobre a qual não pesa qualquer acusação. Não há conta na Suíça, não há envolvimento com propina. É como se fosse uma cortina de fumaça. O segundo seguimento é dos que têm medo da Lava Jato”, disse.
Do Portal Vermelho
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Política
STF FIXARÁ PRAZO PARA DEMISSÕES
SERVIDORES EFETIVOS SEM
CONCURSO NO RN
O Supremo Tribunal Federal deverá fixar o
período que vai determinar que servidores no Rio Grande do Norte que
foram efetivados irregularmente serão demitidos.
No início de março, o plenário da corte
declarou a inconstitucionalidade do artigo 14 dos Atos das Disposições
Constitucionais Transitórias da Constituição do Estado, que garantiu
estabilidade a servidores contrariando a Constituição Federal.
A fixação do prazo pelo Supremo será
feita no que se chama, no Direito, de modulação, quando o STF define os
termos práticos da declaração de inconstitucionalidade. Caberá ao Estado
do Rio Grande do Norte, propositor da Ação Direta de
Inconstitucionalidade nº 1301, provocar o Supremo para que a modulação
seja feita, explicou o advogado Erick Pereira.
Caso semelhante ao Rio Grande do Norte
aconteceu em Minas Gerais em 2014, quando o Supremo declarou
inconstitucional uma norma daquele estado que permitiu a efetivação de
quase 100 mil professores. Naquela ocasião, o STF deu um prazo de 12
meses para o Governo do Estado demitir todos os servidores afetados pela
decisão.
Posteriormente, a pedido do próprio
Governo de Minas Gerais, o Supremo decidiu estender o prazo porque, na
modulação, determinou ainda que o Executivo realizasse concurso público
para a contratação de novos professores, o que o governo não conseguiu
cumprir em tempo hábil.
Até o momento, os poderes afetados,
Executivo, Judiciário, Legislativo e diversas prefeituras, não se
manifestaram. Eles aguardam a decisão do acórdão do STF sobre a matéria.
Eles deverão fazer um levantamento para identificarem que servidores
serão demitidos.
O caso
A ADI 1301 chegou ao STF em 1995, movida
pelo então governador do Estado, Garibaldi Filho, contra a Assembleia
Legislativa, quem promulgou a Constituição Estadual contendo o
dispositivo ora derrubado. A intenção do então governador era fazer uma
reforma administrativa no Executivo e demitir todos os servidores que
tinham sido efetivados à margem da lei.
Em 11 de dezembro daquele ano, os
ministros do STF rejeitaram um pedido de liminar que foi incluído na
ação e que pedia antecipação de tutela, ou seja, pedia que os efeitos do
julgamento do mérito fossem antecipados liminarmente. Naquela ocasião,
ao rejeitarem o pedido, os ministros admitiram, no entanto, que a
matéria deveria ter seu julgamento prosseguido, o que só aconteceu
agora, 21 anos depois.
O dispositivo contestado pelo Executivo
em 1995 se referia ao artigo 14 do Ato das Disposições Constitucionais
Transitórias da Constituição Estadual, o qual tinha a seguinte redação:
“Os servidores públicos civis do Estado e dos Municípios do Rio Grande
do Norte, da administração direta, autárquica, das fundações públicas,
das sociedades de economia mista e empresas públicas, em exercício a 5
de outubro de 1988, há pelo menos cinco anos continuados e que não
tenham sido admitidos na forma do art. 26, da Constituição, são
considerados estáveis no serviço público […]”.
Então relator do caso à época, o
ministro Moreira Alves anotou, ao rejeitar o pedido de liminar, a
discrepância que o texto constitucional estadual gerou. Ele escreveu o
seguinte: “Verifica-se que não se limitou ele a reproduzir o texto do
artigo 19 do ADCT da Constituição Federal adaptando-o ao Estado do Rio
Grande do Norte, mas foi além, ao estender estabilidade excepcional
concedida pela Carta Magna Federal aos servidores de economia mista e
empresas públicas, bem como a não excetuar da aplicação dessa
estabilidade as hipóteses de não aplicação contidas nos parágrafos 2º e
3º do citado artigo 19 do ADCT da Constituição Federal”.
Em seu Ato das Disposições
Constitucionais Transitórias (ADCT), a Constituição Federal prevê, no
artigo 19, que a estabilidade no serviço público deveria ser conferida a
servidores da “União, dos Estados, do Distrito Federal e dos
Municípios, da administração direta, autárquica e das fundações
públicas”, não incluindo os de economia mista e empresas públicas, como
fez a Constituição do Rio Grande do Norte.
Fonte: Portal no Ar
Por Dinarte Assunção
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Economia
PROEX SELECIONA BOLSISTAS COM
CONHECIMENTO BÁSICO EM DANÇA
A Pró-Reitoria de Extensão da Universidade do Estado do Rio Grande do
Norte (PROEX/UERN) fará seleção simplificada para estagiários do
“Programa PRÓ-VIDA: atividade física e qualidade de vida”, que integra o
Programa de Extensão Universitária – PROEXT 2013.
Está sendo oferecida uma bolsa de R$ 360,00 (trezentos e sessenta reais) mais R$ 40,00 (quarenta reais) de vale transporte.
A vaga para monitor de dança e exige como atributos:
* Conhecimento básico de dança;
* Criatividade, facilidade de comunicação e capacidade de tomar decisões;
* Estar matriculado entre 2º e 7º período.
As inscrições transcorrem no Núcleo de Atividades Físicas, Esporte e Lazer, localizado na Faculdade de Educação Física, Campus
Central entre os dias 5 e 8 de abril das 8h às 11h e das 14h às 17h,
podendo ser feita pelo próprio candidato ou por outra pessoa, munida de
procuração particular.
Veja o edital AQUI
Fonte: Assessoria de Comunicação da UERN
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Diversas
terça-feira, 5 de abril de 2016
CRISE ECONÔMICA
REQUER URGÊNCIA
Mesmo os críticos
mais tolerantes e com discreto viés pró-governo estão perplexos com a
sua falta de habilidade na condução de um processo político-econômico
que se autoalimenta e se agrava exponencialmente. Tudo lhe é adverso,
mas é inútil insistir que não são consequências diretas de suas próprias
ações.
Tentar construir a teoria de que o
Executivo é vítima de uma conspiração da “burguesia reacionária
paulista” faz pouco da inteligência nacional e tem baixa probabilidade
de êxito. Tentar estimular, artificialmente, um conflito com o
Legislativo e o Judiciário é perigoso para a consolidação do sistema democrático.
Felizmente, no comício do dia 18, em São
Paulo, o ex-presidente Lula revelou, mais uma vez, o seu pragmatismo e a
sua inteligência. Reincorporou a persona do Lula “paz e amor”, que sabe ser a única compatível com o respeito às nossas instituições.
Tudo isso tem um ar abstrato, mas esconde
uma formidável tragédia. Em condições normais de pressão e temperatura é
provável que a nomeação do ex-presidente Lula para a chefia da Casa Civil
tivesse condições de levar o PT a apoiar Dilma e cooptar a “velha” base
política para aprovar as medidas constitucionais que o País precisa.
Por quê? Primeiro, porque o PT sem
Lula será sempre um pequeno partido reacionário controlado pelo
funcionalismo público e pelo sindicalismo míope que se opõem ao
progresso tecnológico.
Segundo, porque talvez ele tivesse condições, ainda que seja um pouco tarde, de recuperar a confiança do PMDB que
Dilma, imprudente e inutilmente, dividiu. Terceiro, porque teria
condições de compor com os menores, mas agressivos partidos da
“esquerda”. Quarto, porque os partidos de oposição, PSDB e DEM, viriam
por gravidade, uma vez que não teriam condições de votar contra elas.
Infelizmente, depois dos “grampos”
e da resistência legal à nomeação de Lula, a situação está longe das
condições normais de pressão e temperatura... Agora tudo mudou. Iniciado
o processo de impeachment, ele passará a controlar o “tempo” político e será condicionado pelas revelações diárias da Operação Lava Jato, ambos, por sua própria natureza, insensíveis à enorme urgência do “tempo econômico”, cada vez mais acelerado.
É preciso lembrar que os dois mecanismos
de expansão do PIB e do emprego são: 1. O aumento dos investimentos
líquidos, hoje provavelmente negativos. Estamos comendo a nossa
infraestrutura e o estoque de capital privado. 2. As exportações, cujo quantum
está respondendo ao estímulo da taxa cambial. Ela foi a única
contribuição positiva para compensar a queda da demanda interna em 2015.
A volta do crescimento está, portanto,
ligada ao aumento do investimento líquido como proporção do PIB, o qual
só ocorrerá: 1. No setor público, quando as incertezas políticas forem
superadas e as concessões de infraestrutura através de leilões bem
feitos forem protegidas por agências reguladoras independentes. 2. No
setor privado, quando forem eliminados os riscos e a volatilidade que
emergiam da orientação aleatória da autoridade. Foi a incerteza sobre a
estabilidade da regra que inibiu os investimentos.
A recuperação da credibilidade do
governo, que usou mal a sua autoridade e ignorou que ela é finita, é
muito difícil. Talvez possamos acreditar que há tênues sinais de uma
aparente desaceleração da queda do PIB e certa estabilização da
deterioração das expectativas da atividade, isto é, que estejamos perto
do fundo do poço. Mas não devemos esquecer que estamos lá!
O problema real produzido pela dramática redução do nível
de atividade, que atingiu o setor público federal pela queda da sua
receita, existe em todas as unidades federadas e, também, no setor
privado com a redução de suas vendas, a ampliação das suas dívidas pela
desvalorização cambial e a queda do seu valor nos mercados, revelados na
piora generalizada dos indicadores financeiros de seus balanços.
Resolvido o problema político, eles não
vão desaparecer por encanto. Seu enfrentamento exigirá uma coordenação
rigorosa entre a política econômica, inclusive a administração da dívida
pública, e a regulação adequada do crédito pelo Banco Central para
organizar e financiar uma desalavancagem que não termine numa crise
financeira. É isso que nos espera quando se decidir, contra ou a favor, o
processo de impeachment.
Fonte: CartaCapital
Por Delfim Netto
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Economia
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