quarta-feira, 1 de julho de 2015

AVALIAÇÃO NEGATIVA DO 

GOVERNO DILMA BATE RECORDE


A avaliação negativa do governo da presidente Dilma Rousseff, de 68% dos entrevistados, é a pior da série histórica do levantamento feito pelo Ibope divulgado nesta quarta-feira, 1, pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). O porcentual daqueles que avaliam como ruim ou péssimo o governo bateu o recorde nos 29 anos dos dados compilados pela pesquisa e ultrapassou a marca negativa do então presidente José Sarney em julho de 1989.

Por outro lado, a avaliação positiva do governo de Dilma , de 9%, só não foi pior à registrada por Sarney em sondagens realizadas em junho e em julho de 1989. Na ocasião, Sarney tinha 7% de avaliação ótima ou boa dos entrevistados.

O levantamento foi realizado entre 18 e 21 do mês passado, antes da divulgação do conteúdo da delação premiada de Ricardo Pessoa, dono da empreiteira UTC. Foram ouvidas 2.002 pessoas em 141 municípios. A margem de erro máxima é de dois pontos porcentuais e o grau de confiança é de 95%.

Fonte: Isto É Dinheiro



CINE INCLUIR  EXIBE NESTA

 SEXTA-FEIRA "UM SÓ MUNDO"


O Projeto Cine Incluir exibirá na próxima sexta-feira, 03, o documentário “Um só mundo”, produzido por Adriana Cze­lusniak. 

O filme objetiva promover a conscientização da sociedade em relação ao Transtorno do Espectro do Autismo (TEA). Buscando explorar diversos aspectos e auxiliar a parcela da população que não sabe sobre o assunto e como tratá-lo. A sessão será das 14h às 15h no Centro Regional de Educação Especial de Mossoró (CREE-MOS), situado à Rua João Marcelino, 220, Nova Betânia, uma parceria entre Universidade Federal Rural do semi-árido e a comunidade do Centro, com entrada gratuita.

A sessão terá como debatedoras a Profa. Teresa Cristina, Diretora Geral do Cree-mos, Profa. Eliseuda Dantas, da Sala de Recursos Multifuncionais do Cree-Mos, a Pedagoga Francisca Monteiro, do NEaD, com mediação da Profa. Ady Canário, Coordenadora da Caadis.

Fonte: Assessoria de Comunicação da UFERSA 


O BNDES E A EXPORTAÇÃO


Todos sabemos que o mais importante ingrediente da campanha eleitoral foi a insistência da oposição na necessidade de um “ajuste fiscal”, o que o Governo negou peremptoriamente. Pois bem. Antes mesmo da nova investidura, a presidenta reconheceu implicitamente a realidade. Enviou ao Congresso algumas medidas que haviam sido preparadas pelo ilustre e mal compreendido ministro Guido Mantega. Tranquila e dialeticamente, negando a negação, o governo, como São Paulo na estrada de Damasco, sofreu uma conversão de 180 graus na sua política econômica.

Os eleitores, tanto os que preferiram Dilma (um pouco mais de um terço) como os que a rejeitaram (um pouco menos de dois terços), receberam, uns com enorme desilusão, outros com enorme ceticismo, o incontornável “ajuste fiscal”. E o PT, o principal beneficiário do “desajuste fiscal”, o recebeu com ambos os sentimentos. A essa gigantesca confusão política somou-se a econômica, o que inibiu uma coordenação sólida e confiável entre o Executivo e a sua base “virtual”, agora em reconstrução, devido à competência e habilidade do vice-presidente Michel Temer.

Isso deu margem para que, ao lado do aumento do desejável protagonismo do Legislativo, importante fator de aperfeiçoamento do processo democrático, se propagassem no Congresso mitos insensatos, como é o caso, por exemplo, de sugerir que os empréstimos para exportação de serviços de engenharia do BNDES são um “prejuízo nacional” e expô-lo a uma Comissão Parlamentar de Inquérito. Mesmo competente e com a melhor intenção, ela pode prejudicar a exportação de tais serviços que vimos construindo com paciência e algum sucesso desde 1966. Nossos competidores no mercado internacional de serviços de engenharia são Espanha, EUA, China, Alemanha, França, Itália e Coreia, sempre atentos a qualquer informação que lhes dê alguma vantagem, inclusive usando os seus serviços oficiais de espionagem. É abusivo dizer que o BNDES é uma “caixa-preta” e é erro grave afirmar que deve dar publicidade às minúcias das suas operações. Isso revelaria detalhes dos contratos de seus clientes que seriam preciosas informações para nossos concorrentes e, portanto, contra o Brasil. É preciso perguntar: por que o Ex-Im Bank dos Estados Unidos não aguenta a concorrência dos insondáveis subsídios do Ex-Im Bank chinês, a despeito da regulação da OMC?

É claro que o BNDES deve “prestar contas” aos órgãos reguladores, mas sob a proteção do sigilo. É preciso entender que os recursos do chamado BNDES-Ex-Im não são remetidos para o país onde se faz o investimento. São usados como pagamentos em reais no Brasil, para centenas de empresas médias e pequenas, com milhares de operários, que fornecem produtos “exportáveis”, sem serem diretamente exportadoras. Elas jamais o seriam se não houvesse uma “epecista” (empresa de projeto e construção) que as estimula e, não raramente, as ajuda a promover a incorporação de desenvolvimentos tecnológicos exigidos na dura competição internacional. O Brasil tenta há muito tempo qualificar-se como um exportador de serviços de engenharia. De acordo com informações internacionais confiáveis (Engineering News Record) ainda ocupamos uma participação muito modesta no setor, sete vezes menor que a de Espanha, EUA e China, e quatro vezes menor que a de Alemanha, França e Coreia. Somados, esses competem, com subsídios, por dois terços de um mercado da ordem de 550 bilhões de dólares por ano.

O desenvolvimento econômico depende de dois vetores: do investimento e da exportação. Os dois produzem efeitos multiplicadores parecidos, mas, sem a sólida expansão das exportações, o desenvolvimento pode ser abortado pelos déficits em conta corrente. A exportação de serviços de engenharia estimula o investimento nacional e a incorporação da melhor tecnologia para vencer a dura competição. Lamentavelmente, o saldo dessa conta tem diminuído. Depois de passar por um máximo de 4,3 bilhões de dólares em 2012, hoje anda por volta de 2 bilhões, com viés de baixa...

Não há maior afirmação do famoso “complexo de vira-lata” do que demonizar o suporte do BNDES quando financia despesas em reais que geram produção e emprego no Brasil e não a instalação externa. E não há maior miopia do que não enxergar que “exportar é o que importa”.

Fonte: CartaCapital
Por Delfim Netto 

 

DESCOMPASSO DE GESTÃO


Em nota pública, a tendência do vice-prefeito de Mossoró Luiz Carlos Martins (PT), faz fortes críticas ao prefeito Francisco José Júnior (PSD).

VEJA A NOTA NA ÍNTEGRA:

A eleição Municipal de 2012 iniciou um novo tempo para os mossoroenses. Tivemos como nunca, uma campanha marcada pelo abuso das estruturas de governo e econômicas através das máquinas municipal e estadual. Tal abuso desencadeou um grande processo judicial que culminou com a cassação da então Prefeita eleita pelo DEM, Claudia Regina. Um momento histórico na justiça eleitoral e na política de Mossoró.

A disputa do faz de conta de Rosado da situação x Rosado da Oposição x Rosado da Terceira Via se transformou numa verdadeira autofagia.

Com décadas de eleições marcadas pelo abuso do poder político e econômico, a justiça de fato, em Mossoró, não fazia justiça. A cassação da Prefeita do DEM veio logo em seguida acompanhada da inelegibilidade temporária da Deputada Estadual do PSB. O referido episódio abriu grandes possibilidades para surgimentos de novos nomes, bem como de alternativas programáticas para a cidade.

Os dois principais grupos oligárquicos e tradicionais da política local ficaram órfãos de quadros para o embate que estava por vir: a eleição suplementar.

A opção adotada no processo excepcional pelo Partido dos Trabalhadores foi trilhar pela via mais fácil de chegada ao Palácio Rodolfo Fernandes, mesmo que não fosse como condutor do novo momento da cidade. O PT ofertou o nome de seu principal quadro público, reconhecidamente pela sociedade como um político sério, honesto e de forte responsabilidade partidária.

Luiz Carlos, eleito vereador com uma votação consagradora, abdicou do Parlamento para compor a chapa como Vice-Prefeito do também Vereador Francisco José Júnior, numa conjuntura imposta pela circunstância eleitoral.

Após 34 anos de existência e de oposição em Mossoró o partido chegava pela primeira vez para ser governo na condição de Vice-Prefeito da cidade e ocupando duas secretarias.

Avanço na interinidade

No curto espaço de tempo da interinidade, a administração Francisco José Jr. logrou avanços importantes, como a abertura efetiva da Unidade de Pronto Atendimento do Belo Horizonte, a ampliação do número das BICS, a implantação de programas sociais do Governo Federal, como o Mais Médicos e o Minha Casa, Minha Vida, a instituição dos PCCRs dos Agentes Fiscais de Controle Ambiental e Urbanística, dos Guardas Municipais, cumprimento do PCCR dos Agentes Comunitários de Saúde e de Combate às Endemias, a regulação dos serviços de fisioterapia e melhorias importantes na saúde mental, com a instalação do serviço de urgência, através do CAPS 24 horas.

O PT chega à Prefeitura com Luiz Carlos

Um fato histórico na cidade e em especial para o Partido dos Trabalhadores neste período, foi à interinidade de LUIZ CARLOS como Prefeito durante 10 dias, onde teve marca registrada o estabelecimento do diálogo com os setores sociais e populares da cidade, negociando o fim da greve dos agentes fiscais que já durava 100 dias. Outra ação administrativa significativa foi a parceria com a Senadora Fátima Bezerra, onde viabilizou a assinatura do contrato de revitalização da Avenida Rio Branco junto a Caixa Econômica Federal, um investimento na ordem de 42 milhões de reais. Luiz Carlos também retomou um importante diálogo com o movimento cultural da cidade que vinha tecendo severas críticas à condução e em alguns casos a ausência de política cultural, dentre outras ações.

Descompasso da gestão

É bem verdade que na interinidade observamos alguns avanços na gestão, contudo, após este período a cidade viveu um momento de inércia administrativa. Pois, logo após a eleição suplementar, veio à eleição para governos do estado, em seguida tivemos a eleição da FEMURN e com ela as possibilidades de projetos futuros. Assim, neste passo, as questões da municipalidade foram secundarizadas e percebidas pela população, o que confirma os altos índices de desaprovação da gestão Francisco José.

O PT e a militância petista devem atuar no campo político para separar a correta necessidade de mudança nos atos do governo, da clara tentativa da oposição de interditar as ações da Prefeitura com objetivos puramente eleitoreiros.

O governo também apresenta deficiências em áreas importantes, como na relação com os servidores municipais, que desde a chegada da atual gestão não obtiveram aumento real dos seus salários, nas propostas insuficientes de transporte público e mobilidade urbana, no tratamento dispensando aos trabalhadores terceirizados, onde as empresas não respeitam direitos trabalhistas, além dos frequentes atrasos de salários.

As constantes mudanças no primeiro escalão demostram fragilidade na condução do governo, falta de planejamento das ações e mais ainda, a ausência de um programa de governo, que se traduza em projeto político de médio e longo prazo com capacidade para pensar a cidade em sua totalidade e assim enfrentar os desafios da gestão pública. As ações até agora apresentadas pela gestão, são pontuais, fragmentadas e insuficientes, não dão de conta do passivo histórico e da real necessidade de políticas públicas estruturantes que Mossoró tanto necessita.

Um governo centralizador

Com a derrota dos grupos oligárquicos tradicionais a população e a nossa militância alimentaram a esperança de construção de uma gestão diferenciada, com inversão de prioridades e forte presença popular em suas decisões, no entanto, o que vemos é um governo personalizado na figura do Prefeito, que adota uma política de isolamento, criando barreira para o diálogo com os setores sociais e populares, demostrando distanciamento da linha política que sempre defendemos.

Uma das características do governo Francisco José tem sido a centralização das decisões, sem nenhum diálogo com o Vice-Prefeito e partidos aliados, outras características dizem respeito à falta de autonomia do seu secretariado bem como a instituição de um núcleo político familiar com fortes influencias nas decisões da gestão.

Mudar o PT para mudar o Governo

O partido dos Trabalhadores iniciou a composição da gestão indicando dois dos principais quadros de duas tendências importantes. Diga-se de passagem, duas secretarias que pouco, ou nada tinham em comum com as indicadas. O resultado desse processo foi à saída da Professora Socorro Batista da Segurança Pública Municipal para ocupar a vaga de Secretária Adjunta da Educação Estadual, (área na qual tem longa trajetória de militância e trabalho) e passamos a ter apenas uma Secretaria, a de Cultura, que é objeto de críticas dos diversos setores e movimentos culturais da cidade.

Em menos de um ano de gestão, o PT viu reduzir seu espaço no governo, passamos de duas para uma secretaria e recebemos de “compensação” duas vagas de adjuntos que pouco reflete o trabalho e as ações de governos Petistas.

Com mais de um ano de gestão municipal é fato que o Partido dos Trabalhadores pouco tem contribuído para que tenhamos uma gestão diferente, com iniciativas progressistas, democráticas e que se assemelhem ao nosso campo de ideias. O Partido tem usado o seu precioso tempo para debates menores, se resumindo a discutir espaços na gestão e se ausentando do debate sobre os problemas da cidade e em muitos casos tolhendo quem se dispõem a colaborar com propostas e críticas que façam mudar os rumos e torne o governo um projeto coletivo e vitorioso.

É fundamental que o PT e toda sua militância instaurem um processo de balanço da nossa participação no governo e adote uma estratégia partidária na defesa de um modelo de gestão em bases democráticas através do fortalecimento dos instrumentos de participação popular nas decisões da gestão.

É necessário exercer nossa autonomia e apresentar nossas posições com clareza como forma de colaborar com a ideia de que é possível governar com base popular e de acordo com os interesses da maioria da população.

Tendência Articulação de Esquerda – Mossoró/RN

CÂMARA REJEITA REDUÇÃO 

DA MAIORIDADE PENAL


A Câmara dos Deputados rejeitou na madrugada desta quarta-feira 1º a proposta de redução da maioridade penal (PEC 171/93). O texto determinava que adolescentes pudessem ser punidos como adultos, a partir dos 16 anos, nos casos de crimes hediondos, como estupro, latrocínio e homicídio qualificado. A proposta precisava de ao menos 308 votos para ser aprovada, mas o resultado foi de 303 votos a 184.

O texto rejeitado, no entanto, é um substitutivo aprovado na comissão especial. Com isso, falta colocar em votação a proposta original, que propõe a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos para todos os crimes.

O substitutivo rejeitado nesta terça-feira nasceu de uma articulação de Eduardo Cunha com as três bancadas "B" (Boi, Bala e Bíblia), que defendem a redução da maioridade. O substitutivo veio a partir do relatório de Laerte Bessa (PR-DF) e teria na avaliação de Cunha e seus aliados, mas chances de ser aprovado do que o projeto original, que foi apresentado em 1993 e poderia ser considerado muito radical para alguns parlamentares e pela sociedade.

Cunha promete por o projeto original em votação já nesta quarta-feira mas, em tese, sua aprovação é mais difícil por ele ser mais radical do que o substitutivo vetado hoje em plenário. 

A votação aconteceu em meio a protestos de estudantes e deputados. O parlamentar Arnaldo Jordy (PPS-PA) criticou a pressa do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMBD-RJ). “O debate foi atropelado nesta Casa. A Comissão especial ainda tinha 12 sessões para ouvir defensores, associação de magistrados. O deputado Eduardo Cunha interditou esse debate”, afirmou o parlamentar.

Cunha também proibiu a entrada de manifestantes no Plenário da Câmara durante a votação. A ordem contraria decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que tinha concedido habeas corpus para 19 dirigentes da União Nacional dos Estudantes (UNE). O deputado optou por distribuir senhas para os partidos, para que as legendas repassassem aos seus partidários.

Com isso, houve protesto e tumulto em acessos ao salão verde da Câmara. Na confusão, O deputado Heráclito Fortes (PSB-PI) foi derrubado e policiais legislativos chegaram a utilizar spray de pimenta contra os estudantes. O presidente da Câmara negou Cunha negou que estivesse desrespeitando a decisão e disse que tomou a medida por questões de segurança.

Apesar disso, alguns manifestantes conseguiram entrar na galeria da Câmara e entoaram gritos de protestos contra os deputados a favor da redução da maioridade penal. “Fascistas, fascistas, não passarão”. Diante da manifestação, Cunha ameaçou retirar o público que, segundo ele, deve se comportar.

Antes do debate começar, o PSOL tentou obstruir a proposta. Mas o Plenário da Câmara rejeitou o requerimento do partido que pedia a retirada da PEC da maioridade penal da pauta. Em meio ao tumulto, 20 deputados puderam opinar sobre a PEC na tribuna, sendo dez a favor e dez contra a proposta.

O deputado João Campos (PSDB-GO) foi um dos que defendeu a proposta. “Se aprovarmos, e espero que aprovemos, não estaremos proibindo a construção de escolas de tempo integral, não estaremos proibindo políticas de assistência e proteção para criança e adolescente. Sequer estaremos revogando o Estatuto da Criança e do Adolescente”, amenizou.

Em oposição, a deputada Maria do Rosário (PT-RS) pediu o voto “não” ao texto. “Não ofereçam a desesperança dos presídios, que não têm melhorado a vida de ninguém, a jovens que podemos resgatar”, apelou.

 Fonte: CartaCapital


CONTRAPOSTA DE REAJUSTE NÃO FOI

 ENTREGUE A SERVIDORES DA UERN


Diferentemente do que foi publicizado na página oficial da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern), a proposta de reajuste salarial, que está sendo discutida entre a Reitoria e o Governo do Estado, e que deveria ser entregue aos docentes e técnicos na manhã de hoje, não chegou até o comando de greve.

As categorias permaneceram mobilizadas, durante o período da tarde e início da noite, aguardando o ofício da administração da universidade com a contraproposta para os servidores. Porém, sem nenhuma justificativa formal, o documento não foi encaminhando aos grevistas.

Docentes e técnicos da Uern reivindicam, entre outras pautas, um realinhamento salarial de 57,53%, que deveria ser escalonado em quatro parcelas de 12,053%, com primeiro reajuste em maio de 2015. Os servidores encontram-se em greve desde o dia 25 de Maio.

Fonte: Assessoria de Imprensa da UERN
Por Cláudio Palheta Jr.


PROFESSORES DA UFERSA AVALIAM 

PROPOSTA DE REAJUSTE DO

 GOVERNO FEDERAL


Docentes da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (Ufersa) se reúnem no auditório do Departamento de Ciências Exatas e Naturais (Dcen), no campus Leste da Ufersa, a partir das 8h30, para uma assembleia geral onde irão avaliar a contraproposta de reajuste salarial oferecida pelo Governo Federal. Os servidores, em greve desde o dia 28 de maio, reivindicam um realinhamento de 27%.

A proposta do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG), apresentada na última quinta-feira (25), firma o reajuste em 21,3%, escalonado no período de quatro anos. De acordo com o MPOG, no primeiro ano, o reajuste seria de 5,5% – nos demais seria, em ordem, de 5%, 4,75% e 4,5%.

O diretor da Associação dos Docentes da Ufersa (Adufersa), Thiago Arruda, destacou a importância da participação dos professores na assembleia.

“A assembleia desta quarta-feira será fundamental, pois avaliará a primeira proposta efetiva do governo ao movimento, depois de muita pressão. O Comando Nacional de Greve apontou a necessidade de uma rodada de assembleias para avaliar a proposta. 

O fórum dos servidores federais avaliou negativamente a proposição, por estar situada abaixo da previsão de inflação, mas cabe aos professores em assembleia se posicionarem sobre a questão”, explicou o diretor.

Durante a reunião com o Governo Federal, em Brasília, o presidente do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes-SN) Paulo Rizzo, mostrou o desagrado e rechaço à proposta apresentada. De acordo com o sindicalista, o valor oferecido está bem abaixo da expectativa da inflação no país.

Fonte: O Mossoroense 


Indicadores e Índices Econômicos - 01/07/2015

Fonte: Empresário Online
CÂMBIO E OURO

I-Dólar:
Comercial
DIA Compra Venda
25/06
26/06
29/06

R$ 3,127
R$ 3,126
R$ 3,118

R$ 3,128
R$ 3,128
R$ 3,120

Fonte: UOL
II-Euro:

DIA Compra Venda
25/06
26/06
29/06

R$ 3,501
R$ 3,495
R$ 3,507

R$ 3,504
R$ 3,498
R$ 3,509

Fonte: UOL
III-Ouro:

DIA Compra
25/06
26/06
29/06

R$ 117,85
R$ 117,39
R$ 117,65

Fonte: BOVESPA
 
 
 REAJUSTE DE ALUGUEL E OUTROS CONTRATOS:

ÍNDICES ACUMULADO % ATÉ ABRIL/ 15
Trimestr Quadrim Semestr Anual
FIPE
IGP-DI
IGP-M
INPC
3,05
2,69
2,43
3,42
4,72
3,37
3,22
4,95
5,75
4,95
4,87
6,16
7,21
3,94
3,55
8,34

ACUMULADO % ATÉ MAIO/ 15
Trimestr Quadrim Semestr Anual
FIPE
IGP-DI
IGP-M
INPC
2,43
2,55
2,57
3,24
3,68
3,10
2,85
4,44
5,67
4,19
4,28
6,64
7,60
4,83
4,11
8,76
Fonte: Folha Online
a) Acumulado até abril reajusta aluguéis e contratos a partir de maio, para pagamento em junho.
b) Acumulado até maio reajusta a partir de junho, para pagamento em julho.



 POUPANÇA/DIA – JUNHO

Período
Poupança (1)
Poupança (2)
10/06 a 10/07
11/06 a 11/07
12/06 a 12/07
13/06 a 13/07
14/06 a 14/07
15/06 a 15/07
16/06 a 16/07
17/06 a 17/07
18/06 a 18/07
19/06 a 19/07
20/06 a 20/07
21/06 a 21/07
22/06 a 22/07
23/06 a 23/07
24/06 a 24/07
25/06 a 25/07
0,6602%
0,6963%
0,6846%
0,6417%
0,6688%
0,6696%
0,6817%
0,7095%
0,6794%
0,6854%
0,6478%
0,7858%
0,7143%
0,6880%
0,7123%
0,7172%
0,6602%
0,6963%
0,6846%
0,6417%
0,6688%
0,6696%
0,6817%
0,7095%
0,6794%
0,6854%
0,6478%
0,7858%
0,7143%
0,6880%
0,7123%
0,7172%
(1) Depósitos até 03/05/12
(2) Depósitos a partir de 04/05/12 - MP nº 567, de 03/05/12
Rendimento da Caderneta de Poupança no último dia do período.
Fonte: Valor Econômico
 
 
 INFLAÇÃO - FONTES DIVERSAS - REFERÊNCIA ATUALIZADA
JUNHO/2015

ÍNDICES
out/14 nov/14 dez/14 jan/15 fev/15
INPC / IBGE (%)
IPCA / IBGE (%)
IPCA Esp / IBGE (%)
ICV / DIEESE (%)
IPC / FIPE (%)
ClasMéd/Ordem (%)
IGP-DI / FGV (%)
IPA -DI / FGV (%)
IPC-DI / FGV (%)
INCC-DI / FGV (%)
IGP-M / FGV (%)
IPA-M / FGV (%)
IPC-M / FGV (%)
INCC-M / FGV (%)
CUB-Sinduscon (%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
0,38
0,42
0,48
0,50
0,37
0,40
0,59
0,73
0,43
0,17
0,28
0,23
0,46
0,20
0,12
0,53
0,51
0,38
0,52
0,69
0,77
1,14
1,44
0,65
0,44
0,98
1,26
0,53
0,30
0,02
0,62
0,78
0,79
0,52
0,30
0,45
0,38
0,30
0,75
0,08
0,62
0,63
0,76
0,25
0,03
1,48
1,24
0,89
2,25
1,62
1,31
0,67
0,23
1,73
0,92
0,76
0,56
1,35
0,70
0,33
1,16
1,22
1,33
1,40
1,22
1,19
0,53
0,41
0,97
0,31
0,27
-0,09 1,14
0,50
0,10


mar/15 abr/15 mai/15 jun/15 12meses
INPC / IBGE (%)
IPCA / IBGE (%)
IPCA Esp / IBGE (%)
ICV / DIEESE (%)
IPC / FIPE (%)
ClasMéd/Ordem (%)
IGP-DI / FGV (%)
IPA -DI / FGV (%)
IPC-DI / FGV (%)
INCC-DI / FGV (%)
IGP-M / FGV (%)
IPA-M / FGV (%)
IPC-M / FGV (%)
INCC-M / FGV (%)
CUB-Sinduscon (%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
1,51
1,32
1,24
1,26
0,70
0,69
1,21
1,24
1,41
0,62
0,98
0,92
1,42
0,36
0,06
0,71
0,71
1,07
0,55
1,10
0,82
0,92
1,11
0,61
0,46
1,17
1,41
0,75
0,65
0,34
0,99
0,74
0,60
0,57
0,62
0,42
0,40
0,19
0,72
0,95
0,41
0,30
0,68
0,45
2,21


0,99







0,67
0,41
0,83
1,87

8,76
8,47
8,80
8,82
7,60
7,34
4,83
3,29
8,63
5,74
5,59
4,26
8,84
6,62
7,22
Fonte: Folha Online, Valor Econômico, Ordem dos Economistas