domingo, 30 de março de 2014
EM NOME DA "SUA SENADORA",
HENRIQUE BATE NO PT
O governadorável assumido Henrique Alves (PMDB) parecia com a cabeça
menos confusa do que a de Wilma, e apareceu como o defensor da
ex-governadora.
As alfinetadas no PT foram ‘a senha’ de Henrique.
“Os que hoje me criticam, há 30 dias diziam que me queriam para ser candidato e para apoiar a senadora deles”.
A frase de Henrique teve endereço certo: a deputada Fátima Bezerra (PT), candidata ao Senado e principal adversária de Wilma.
Os tiros não pararam por aí: “esse pessoal com duas letras no alfabeto…”…foi na cara do PT.
Henrique falou da ditadura, dos tempos duros de cassação de sua família,
dando a entender que ele realmente viveu a esquerda que o PT do Rio
Grande do Norte apenas prega.
Henrique apontou o dedo para o partido que vai disputar com sua senadora.
“Wilma é minha senadora”, declarou Henrique, afirmando que hoje ‘reconhece a força dela e a força do partido dela’.
Pediu salva de palmas para ela, e disse que terá pela frente ‘uma governadora de 8 anos para me fazer errar menos’
Henrique cuidou de Wilma como nenhum wilmista ali faria.
Resta saber se, passada a campanha, caso a chapa seja eleita, o amor vai
continuar explodindo os corações dos dois, e os 8 anos de Wilma
servirão para alguma coisa.
Fonte: Blog de Thaisa Falvão
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Política
GARIBALDI FILHO ANUNCIA
APOIO A LARISSA ROSADO
O ministro da Previdência Social, Garibaldi Filho, anunciou ontem o
apoio do PMDB à candidatura da deputada estadual Larissa Rosado (PSB) a
prefeito de Mossoró. "A exemplo desta aliança, eu quero dizer que na
eleição marcada para Mossoró o PMDB vai formar uma coligação com o PSB",
disse.
Ele informou ainda que a chapa será Larissa prefeita e o
presidente em exercício da Câmara Municipal, Alex Moacir (PMDB), como
vice-prefeito.
A deputada estadual Larissa Rosado recebeu a decisão
com alegria. "O apoio do PMDB é muito importante. Mossoró vive um
momento de instabilidade e a nossa cidade precisa unir esforços",
frisou.
Anunciado como vice, Alex Moacir foi no mesmo tom e
acrescentou: "A eleição de Mossoró será o primeiro tempo da eleição para
o Governo do Estado. A nossa candidatura ao lado de Larissa visa fazer
Mossoró retomar o desenvolvimento", acrescentou.
A presidente do PMDB
mossoroense, Izabel Montenegro, destacou a importância da aliança.
"Mossoró vive um momento de instabilidade e nos unimos para sair dessa
situação", acrescentou.
Tasso Rosado acompanha decisão do partido e votará em Larissa
Uma
surpresa no jogo da sucessão municipal suplementar. O empresário e
ex-senador Tasso Rosado anunciou que vai apoiar Larissa na eleição de 4
de maio.
Em contato com a reportagem do O Mossoroense, ele explicou
que tem um compromisso histórico com o PMDB. "O ministro Aluízio Alves
tinha o sonho de ver Henrique Alves governador e vamos trabalhar para
levar Henrique ao Governo e o primeiro passo será dado na eleição de
Mossoró", frisou.
A adesão de Tasso à candidatura de Larissa tem
efeito simbólico. Ele é irmão da ex-prefeita Fafá Rosado que ano passado
voltou ao PMDB e tem sido contra o apoio a Larissa.
A ex-prefeita é
candidata a deputado federal e não quer apoiar Larissa temendo
fortalecer a reeleição da deputada federal Sandra Rosado (PSB). Além
disso, o grupo dela ocupa espaços na gestão interina de Francisco José
Júnior (PSD).
Fonte: O Mossoroense
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sábado, 29 de março de 2014
CONFIRMADA CHAPA COM
HENRIQUE, WILMA E JOÃO MAIA
Depois de 11 mandatos consecutivos como deputado federal e uma
assunção ao cargo de presidente da Câmara Federal, Henrique Eduardo
Alves, do PMDB, vive o momento mais importante de sua vida pública: a
disputa pelo Governo do Estado. A confirmação foi dada na tarde de hoje
(28), no hotel Praiamar, ao lado dos aliados, Wilma de Faria, do PSB,
com nome lançado para o Senado Federal, e João Maia, do PR, que será o
candidato a vice-governador.
“Esperei 44 anos para viver este momento, que é o mais importante da
minha vida pública”, afirmou Henrique Alves, visivelmente emocionado e
ressaltando, em vários momentos, a lembrança do pai, Aluizio Alves, que
também foi governador do Estado e tinha o sonho de ver Henrique no mesmo
cargo.
Wilma de Faria, que será lançada senadora, evitou confirmar a
candidatura, talvez com receio de isso ter consequências na Justiça
Eleitoral. “Estamos discutindo e ainda vamos continuar discutindo isso”,
afirmou a atual vice-prefeita de Natal, que também era cotada para ser
candidata ao Governo, cargo que já ocupou, mas preferiu abrir mão para
concorrer ao Senado. “Eu também poderia pensar de outra forma (ser
candidato ao Executivo), mas eu estou querendo a paz, somar forças em
prol do Rio Grande do Norte”, acrescentou a pessebista.
João Maia foi o mais comedido. Não discursou e, quando questionado o
que faltava para ser confirmado como vice da chapa, disse “está faltando
o dia 5 chegar”. Para o ministro da Previdência Social, Garibaldi Alves
Filho, do PMDB, não restam dúvidas que ele será o nome para o cargo.
“Quero dizer, antes que pairem dúvidas, que o nosso candidato a vice é o
deputado João Maia”, garantiu Garibaldi.
A questão envolvendo a presença de João Maia na chapa começou a ser
levantada nesta semana, quando especulou-se a presença de um nome do PDT
no cargo. O prefeito de Parnamirim, Maurício Marques, pedetista,
confirmou o convite. O prefeito de Natal, Carlos Eduardo Alves,
presidente estadual do PDT, negou a história. “Não fomos convidado a
nada”, afirmou ele, confirmando o apoio: “estaremos ao lado de Henrique
nesta disputa”.
A chapa PMDB, PR e PSB será apoiado não só por PDT, mas também por
PROS, PSC e outras várias siglas. “Aqui se forma o mutirão pelo
desenvolvimento do Rio Grande do Norte”, afirmou o presidente da
Assembleia Legislativa, o deputado estadual Ricardo Motta, líder do PROS
no RN. Por sinal, esse discurso parecia até ensaiado, uma vez que todos
sempre se referiam a necessidade de união para livrar o RN da atual
situação de crise financeira.
Tão ensaiado e repetido que, até quando o quente auditório do
Praiamar apagou, com uma queda de energia, Henrique brincou: “Essa é a
escuridão que tomou conta do RN, mas que nós vamos burla-la”.
Fonte: Portal no Ar
Por Ciro Marques
Por Ciro Marques
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sexta-feira, 28 de março de 2014
.
UERN EMPOSSA NOVOS DIRIGENTES
PARA O PRÓXIMO QUADRIÊNIO
O Reitor em Exercício da Universidade do Estado do Rio Grande do
Norte (UERN), Aldo Gondim Fernandes, presidiu na manhã desta
quinta-feira (27) a solenidade de posse dos novos diretores e
vice-diretores das unidades de ensino superior das faculdades de
Ciências Econômicas (FACEM), Serviço Social (FASSO), Educação (FE),
Enfermagem (FAEN) e Filosofia e Ciências Sociais (FAFIC). O mandato dos
novos dirigentes será de quatro anos.
No evento, promovido na Sala dos Conselhos, foram empossados para
dirigir a FACEM os professores Zezineto Mendes de Oliveira, diretor, e
Genivalda Cordeiro da Costa, vice-diretora; a FASSO, Glaúcia Helena
Araújo Russo, diretora, e Ivana Vasconcelos Moreira Rosado,
vice-diretora; a FE, Maria Auxiliadora Alves Costa, diretora, e José
Evangelista de Lima, vice-diretor; a FAEN, Suzana Carneiro de Azevedo
Fernandes, diretora, e Lucineire Lopes de Oliveira, vice-diretora; e a
FAFIC, Ailton Siqueira de Souza Fonseca, diretor, e William Coelho de
Oliveira, vice-diretor.
A leitura das portarias de nomeação dos novos diretores e
vice-diretores foi feita pela Chefe de Gabinete da Reitoria, Prof. Dra.
Fátima Raquel Rosado Morais. Em seguida, fez o uso da palavra o
professor Emanuel Pereira Braz, que se despede da UERN, recebendo do
Reitor em Exercício, Aldo Gondim, a portaria com a sua aposentadoria das
funções de professor da instituição. Na solenidade fizeram ainda o uso
da palavra, a Professora Suzana Carneiro de Azevedo Fernandes, em nome
dos diretores e vice-diretores empossados, o Presidente da ADUERN,
professor Valdomiro Morais, e o Reitor em Exercício, professor Aldo
Gondim.
Ao se dirigir aos novos diretores e
vice-diretores, o Reitor em Exercício, Aldo Gondim, destacou a
importância do evento para a vida da Universidade, com a posse dos novos
diretores e vice-diretores que assumem. E lembrou do processo
democrático que vem acontecendo na Universidade, produto este de uma
luta constante dos próprios integrantes. “É muito importante nós
participarmos do pleito com a convicção de que aqueles que venceram a
eleição serão nomeados”, disse.
Fonte: Assessoria de Comunicação da UERN
NOTA DO BLOG:
Essa turma nova, que administra a UERN, a cada dia comprova mais que não é do ramo.
Ontem (27) estive na posse coletiva de alguns diretores e vices de Unidades Acadêmicas, inclusive da Faculdade de Ciências Econômicas de Mossoró-FACEM, e lá senti a falta de conhecimento da história da nossa querida UERN, por parte dos seus novo/velhos gestores.
Estive na solenidade, na qualidade de diretor interino da Faculdade de Ciências Econômica de Mossoró, e nem sequer fui convidado para compor a mesa e muito menos citado pelo cerimonial, o que convenhamos, um erro primário, já que todos os outros diretores de Unidades Acadêmicas foram convidados a compor a mesa e citados por mais de uma vez.
O fato que estou relatando, não é por vaidade ou ego, e sim por respeito e justiça, já que era o professor mais antigo (decano) ali presente, além de estar representado a mais antiga Unidade Acadêmica da UERN, no caso, a Faculdade de Economia, célula máter, dessa Instituição de Ensino Superior.
No meu canto fiquei, esperando que a palavra fosse facultada, para poder contar aos presentes, um pouco da história e lutas que participei na companhia de bravos companheiros, para legar a nossa instituição dias melhores.
Infelizmente a solenidade foi encerrado sem que a palavra fosse facultada.
Para não dizer que o meu desencanto e tristeza foi total, um ponto que me deixou muito feliz e orgulhoso, foi a importância ressaltada pelos oradores do - Fórum dos Diretores - cuja idéia de sua criação, estive presente.
SURGIMENTO DO FÓRUM
No ano de 1988, um Grupo de Estudo, formado pelos professores Wilson Bezerra (Depto de História), Francinete Calistrato (Depto de Serviço Social), Helderi Negreiros (Depto de Ciências Jurídicas), Helenita Castro Soares (Depto de Ciências Sociais e Política) e Antônio Almeida (Depto de Administração), sob a minha coordenação (Depto de Economia), aceitamos o desafio de apresentar uma proposta em forma de documento para a estruturação dos Departamentos Acadêmicos, tomando por base a realidade da nossa universidade, cujo histórico se desenvolveu no marco do regime autoritário e sob o domínio de grupos oligárquicos conservadores.
O que na época propomos, no referido documento, teve por base princípios norteadores de uma política e uma prática acadêmica compatíveis com o real papel que deveria nortear uma Instituição de Ensino Superior.
O referido documento intitulado - FURRN: O QUE DELA QUEREMOS - foi quem deu origem ao Fórum do Chefes de Departamentos Acadêmicos, e logo depois, no início dos anos 90, juntamente com o professor Wilson Bezerra (Depto de História) e a professora Roberta Cláudia Bezerra Soares (Depto de Serviço Social), levamos a idéia a todos os Diretores de Unidades Acadêmicas, mostrando a importância de se criar o Fórum dos Diretores, que foi aceito por todos e funciona até hoje.
Finalizando essas observações, gostaria de parabenizar os novos diretores empossados, em especial aos companheiros da FACEM, Zezineto Mendes e Genivalda Cordeiro, reafirmando a importância de conhecermos a história e lutas da nossa querida e amada UERN, pois não poderemos fazer tudo, nem deixar de ter coragem de enfrentar o futuro.
Como diria o meu dileto amigo Carlos Santos: "parece que essa patota não é do ramo".
SINAIS TROCADOS
A
hidrelétrica de Itaipu, no Rio Paraná, que começou a operar em 1984, é
responsável, sozinha, pela geração de 18% da energia consumida
atualmente no Brasil. Vai completar 30 anos com suas turbinas
comemorando mais um recorde de produção, superando pela quarta vez a sua
rival chinesa, Três Gargantas, a maior do mundo em capacidade de
geração, mas cujo ápice de fornecimento foi de 79,5 milhões de
megawatts-hora em 2009. Desde 2008, quando gerou 94,6 milhões de MWh,
Itaipu tem superado a usina do Yang-tsé e fechou 2013 muito próxima dos
100 milhões de MWh. Segundo divulgou o boletim H2Foz Portal das
Cataratas, “precisamente às 15 horas e 38 minutos da segunda-feira 30 de
dezembro de 2013 a geração de Itaipu ultrapassou a impressionante marca
de 98.630.035 Megawatts-hora”.
É reconhecida universalmente
a qualidade da matriz brasileira, na qual Itaipu é apenas uma entre as
dezenas de hidrelétricas que respondem pelo consumo de energia limpa a
70% do mercado doméstico. Suas obras na segunda metade do século passado
retratam a excelência da engenharia brasileira na construção de
barragens, na montagem das usinas geradoras de enorme capacidade e na
difícil instalação de linhas de transmissão para transporte seguro da
energia a grandes distâncias em um território continental. Essa vocação
para as obras de grande porte foi retomada somente na primeira década
deste novo século, com a decisão do governo Lula de vencer a resistência
ao aproveitamento do potencial hidrelétrico dos rios amazônicos. As
três maiores hidrelétricas em construção – Jirau, Santo Antônio e Belo
Monte – vieram afastar a ameaça do grande apagão energético que
fatalmente nos alcançaria já na segunda metade da presente década.
Diante desse quadro promissor, por que se passou a acreditar que será inevitável um racionamento de energia nos
próximos meses, devido à redução do armazenamento de água nos
reservatórios das hidrelétricas do Centro-Sul e Sudeste do País? Quer
dizer que o governo foi imprudente ao dar descontos nas tarifas de
energia, estimulando o consumo num momento em que os níveis de água nos
reservatórios das hidrelétricas estavam abaixo do desejável?
Houve uma combinação
perversa de fatores climáticos, chovendo forte nos lugares errados. O
governo errou ao adiar a correção dos preços da energia, a começar pelo
valor dos combustíveis. Estimulou exageradamente o consumo com o corte
das tarifas, sem considerar o risco climático e o nível modesto dos
reservatórios em um momento que aconselharia transmitir à sociedade a
necessidade de moderação no uso da energia. Isso só se faz com o
consumidor sentindo no bolso o quanto custa gastar mais. Se colocar o
gasto extra no orçamento, não vai obter a redução do consumo de energia
porque ninguém vai fazer a economia que imagina ser dever do outro.
Não é só o governo que precisa ser
racional. O consumidor também precisa ser, mas ele tem de ser avisado da
hora de moderar o seu gasto. O mecanismo para o consumidor tomar
conhecimento do problema é liberar os preços, encontrando mecanismos
para que ele receba os sinais. Quando o governo recorre ao controle de
preços, ele impede o consumidor de ser racional, pois este recebe os
sinais trocados e as coisas não funcionam. É preciso mostrar que a
escassez de água e energia é maior do que aquela que os indivíduos
supõem, para que eles se comportem da forma adequada.
Precisamos,
de fato, reduzir o consumo de energia em 4% ou 5%, para ter uma folga,
para dar aos empresários a garantia efetiva de que não vai haver nenhum
racionamento, que não há o risco de novos apagões e que, portanto, eles
podem prosseguir nos seus investimentos. Ao contrário do que alguns
integrantes no governo imaginam, o sinal de aumentar o preço ajudaria a
sociedade a compreender que estamos num momento excepcional. E que,
quando a normalidade hídrica se restabelecer, as tarifas voltarão também
a um novo equilíbrio. O aumento do preço da energia neste momento,
ainda que aumentasse um pouco a inflação a curto prazo, mostraria que o
governo usa corretamente o sistema de preços como indicador para uso dos
fatores mais escassos, o que ajudará a reduzir a inflação futura.
Fonte: Carta Capital
Por: Delfim Netto
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Economia
Indicadores e Índices Econômicos - 28/03/2014
Fonte: Empresário Online
REAJUSTE DE ALUGUEL E OUTROS CONTRATOS:
| ÍNDICES | ACUMULADO % ATÉ JANEIRO/ 14 | |||
| Trimestr | Quadrim | Semestr | Anual | |
|
FIPE
IGP-DI IGP-M INPC |
2,06 1,37 1,38 1,90 |
2,55 2,01 2,24 2,52 |
3,04 3,87 3,93 2,96 |
3,66 5,62 5,66 5,26 |
| ACUMULADO % ATÉ FEVEREIRO/ 14 | ||||
| Trimestr | Quadrim | Semestr | Anual | |
|
FIPE
IGP-DI IGP-M INPC |
2,12 1,95 1,47 2,00 |
2,59 2,23 1,76 2,55 |
3,34 4,27 4,18 3,46 |
3,97 6,30 5,76 5,39 |
Fonte: Folha Online
a) Acumulado até janeiro/14 reajusta aluguéis e contratos a partir de fevereiro/14, para pagamento em março/14.
b) Acumulado até fevereiro/14 reajusta a partir de março/14, para pagamento em abril/14.
a) Acumulado até janeiro/14 reajusta aluguéis e contratos a partir de fevereiro/14, para pagamento em março/14.
b) Acumulado até fevereiro/14 reajusta a partir de março/14, para pagamento em abril/14.
POUPANÇA/DIA – MARÇO
| Período |
Poupança (1)
|
Poupança (2)
|
| 13/03 a 13/04 14/03 a 14/04 15/02 a 15/04 16/03 a 16/04 17/03 a 17/04 18/03 a 18/04 19/03 a 19/04 20/03 a 20/04 21/03 a 21/04 |
0,6004%
0,5489% 0,5833% 0,6108% 0,6211% 0,6401% 0,5856% 0,5856% 0,5201% |
0,5489% 0,5833% 0,6108% 0,6211% 0,6401% 0,5856% 0,5856% 0,5201% |
(1) Depósitos até 03/05/12
(2) Depósitos a partir de 04/05/12 - MP nº 567, de 03/05/12
Rendimento da Caderneta de Poupança no último dia do período.
Fonte: Valor Econômico
(2) Depósitos a partir de 04/05/12 - MP nº 567, de 03/05/12
Rendimento da Caderneta de Poupança no último dia do período.
Fonte: Valor Econômico
DÓLAR – EURO – OURO
Fonte: CMA
|
I-Dólar:
|
Comercial | Paralelo | ||
| DIA | Compra | Venda | Compra | Venda |
|
21/03
24/03 25/03 |
R$ 2,324 R$ 2,320 R$ 2,304 |
R$ 2,326 R$ 2,322 R$ 2,306 |
R$ 2,190 R$ 2,170 R$ 2,150 |
R$ 2,490 R$ 2,480 R$ 2,470 |
|
II-Euro:
|
. | . | .2,2900 | . |
| DIA | Compra | Venda. | . | . |
|
21/03
24/03 25/03 |
R$ 3,202 R$ 3,203 R$ 3,185 |
R$ 3,204 R$ 3,205 R$ 3,186 |
. | |
|
III-Ouro:
|
||||
| DIA | Compra | |||
|
21/03
24/03 25/03 |
R$ 98,51 R$ 97,00 R$ 97,00 |
|||
INDICADORES/MÊS
| dez/13 | jan/14 | fev/14 | mar/14 | Ano | 12 meses | ||
|
Poupança antiga (1)
Poupança (2) TR* TJLP FGTS (3) SELIC - Déb Fed (4) DI Over (5) UPC *** UFESP FCA / SP UFM Salário Mínimo Salário Mínimo SP (6) UFIR (7) |
(%) (%) (%) (%) (%) (%) (%) (R$) (R$) (R$) (R$) (R$) (R$) |
0,5496 0,5496 0,0494 0,42 0,2961 0,79 0,78 22,32 19,37 1,8690 115,00 678,00 755,00 |
0,6132 0,6132 0,1126 0,42 0,3595 0,85 0,84 22,36 20,14 1,9619 120,69 724,00 810,00 |
0,5540 0,5540 0,0537 0,38 0,3005 0,79 0,83 22,36 20,14 1,9619 121,80 724,00 810,00 |
0,5267 0,5267 0,0266 0,42 0,2733 0,77 22,36 20,14 1,9619 121,80 724,00 810,00 |
1,70 1,70 0,19 1,23 0,94 2,42 ----- 0,18 6,78 ---- |
6,58 6,29 0,38 5,07 3,40 9,04 ----- 0,22 18,44 1,6994 108,66 6,78 ----- --- |
* TR – Taxa Referencial; ** Débitos Federais; *** Unidade Padrão
de Capital; (1) Rendimento no 1º dia do mês seguinte, para depósitos
até 03/05/12; (2) Rendimento no primeiro dia do mês seguinte para
depósitos a partir de 04/05/2012 – MP nº 567, de 03/05/2012. (3) Crédito
no dia 10 do mês seguinte (TR + juros de 3 % ao ano). (4) Juro pela
taxa Selic para pagamentos de débitos federais em atraso – no mês do
pagamento, a taxa é de 1%; (5) Taxa DI Over com base na cotação diária
da Anbima; (6) Valores: R$ 810,00 e R$ 820,00, com vigência a partir
deste mês; (7) Extinta pela Medida Provisória nº 1973/67, de 27/10/00 –
último valor: R$ 1,0641; BTN + TR cheia – suprimido por ser título
extinto pela Lei nº 8.177, de 01/03/1991, embora ainda existam alguns em
circulação.
Fonte: Folha Online, Valor Econômico
INFLAÇÃO - FONTES DIVERSAS - REFERÊNCIA ATUALIZADA
MARÇO/ 2014
Fonte: Folha Online, Valor Econômico, Ordem dos Economistas
| ÍNDICES | jul/13 | ago/13 | set/13 | out/13 | nov/13 | |
|
INPC / IBGE (%)
IPCA / IBGE (%) IPCA Esp / IBGE (%) ICV / DIEESE (%) IPC / FIPE (%) ClasMéd/Ordem (%) IGP-DI / FGV (%) IPA -DI / FGV (%) IPC-DI / FGV (%) INCC-DI / FGV (%) IGP-M / FGV (%) IPA-M / FGV (%) IPC-M / FGV (%) INCC-M / FGV (%) CUB-Sinduscon (%) |
(%) (%) (%) (%) (%) (%) (%) (%) (%) (%) (%) (%) (%) |
-0,13 0,03 0,07 0,09 -0,13 0,17 0,14 0,28 -0,17 0,48 0,26 0,30 -0,07 0,73 0,32 |
0,16 0,24 0,16 0,09 0,22 0,38 0,46 0,58 0,20 0,31 0,15 0,14 0,09 0,31 0,16 |
0,27 0,35 0,27 0,24 0,25 0,36 1,36 1,90 0,30 0,43 1,50 2,11 0,27 0,43 0,12 |
0,61 0,57 0,48 0,64 0,48 0,50 0,63 0,71 0,55 0,26 0,86 1,09 0,43 0,33 0,17 |
0,54 0,54 0,57 0,45 0,46 0,50 0,28 0,12 0,68 0,35 0,29 0,17 0,65 0,27 0,09 |
| dez/13 | jan/14 | fev/14 | mar/14 | 12meses | ||
|
INPC / IBGE (%)
IPCA / IBGE (%) IPCA Esp / IBGE (%) ICV / DIEESE (%) IPC / FIPE (%) ClasMéd/Ordem (%) IGP-DI / FGV (%) IPA -DI / FGV (%) IPC-DI / FGV (%) INCC-DI / FGV (%) IGP-M / FGV (%) IPA-M / FGV (%) IPC-M / FGV (%) INCC-M / FGV (%) CUB-Sinduscon (%) |
(%) (%) (%) (%) (%) (%) (%) (%) (%) (%) (%) (%) (%) |
0,72 0,92 0,75 0,44 0,65 0,77 0,69 0,78 0,69 0,10 0,60 0,63 0,69 0,22 0,06 |
0,63 0,55 0,67 1,95 0,94 1,18 0,40 0,12 0,99 0,88 0,48 0,31 0,87 0,70 0,05 |
0,64 0,69 0,70 0,61 0,52 0,73 0,85 1,00 0,66 0,33 0,38 0,27 0,70 0,44 0,23 |
0,73 |
5,38 5,68 5,90 6,75 3,97 5,54 6,30 6,15 5,95 8,04 5,76 5,39 5,81 8,00 7,61 |
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