segunda-feira, 6 de julho de 2015

 A DRAMÁTICA SITUAÇÃO 

ECONÔMICA DA GRÉCIA


Mergulhada em uma profunda crise desde 2008, a Grécia viveu mais um capítulo de seu drama na última terça, 30 de abril, com o não pagamento de uma parcela da dívida com o Fundo Monetário Internacional (FMI), no valor de € 1,6 bilhão, referente à última ajuda financeira. Com isso, o país se tornou a primeira economia considerada avançada a dar um calote no FMI.

“A Grécia está numa situação muito crítica, que já vem acontecendo nos últimos anos, e pode ser vista, por exemplo, na dívida pública bruta que pulou de quase de 110% do PIB em 2008 para quase 180% ano passado; seis anos consecutivos de crescimento negativo (2008-13), revertendo isso no ano passado, quando conseguiu crescer 0,8%”, afirma o pesquisador do FGV/IBRE, Marcel Grillo Balassiano.

Esse cenário levou a um salto das taxas de desemprego, que passaram de pouco menos de 8% em 2008 para quase 27% no ano passado. Para efeitos de comparação, a Alemanha teve 5% de desemprego em 2014 e a zona do euro, 11,6%. Para os gregos de até 25 anos, a situação fica ainda mais dramática, com mais de 50% da população jovem sem ocupação.

“A decisão do governo do primeiro-ministro Alexis Tsipras de suspender a reforma e as privatizações, além de renegociar as condições de socorro financeiro da Europa, levaram a essa situação atual. Olhando para o saldo em conta corrente grego, também observamos o forte ajuste externo pelo qual passou o país, saindo de déficit de quase 10% do PIB em 2011 para superávit perto de 1% no ano passado. Vale lembrar que o déficit em conta corrente da Grécia situou-se por volta ou acima dos 10% do PIB por seis anos, entre 2006 e 2011”, acrescenta Balassiano.

O próximo capítulo desta “tragédia grega” será no próximo domingo, quando a população vai às urnas dizer se concorda se as autoridades do país devem aceitar ou não o acordo proposto pelos seus credores. Caso o “sim” vença, é provável que o esquerdista Alexis Tsipras renuncie ao governo, convocando novas eleições. A vitória do “não” significa a saída da Grécia da zona do Euro.

Segundo pesquisa realizada pelo Instituto GPO, o percentual da população que concorda com os termos dos credores europeus para ajudarem a Grécia é de 47%; já o percentual que preferem o “não” a estes termos está em 43% (o percentual de indecisos é de 6,3%). Já a pesquisa do Instituto Alco mostra que o “Sim” tem 44,8%, enquanto o “Não” detém 43,4%. Ou seja, ainda não é possível prever qual será o resultado.

“Sem ajuda externa, o governo grego não terá recursos para honrar os seus compromissos internos, como os salários dos servidores e pensões, e terá de emitir uma moeda própria para quitá-los”, explica o pesquisador.
De acordo com o FMI, a Grécia precisa de € 60 bilhões ao longo dos próximos três anos em uma nova ajuda financeira. Ainda segundo o FMI, o governo do partido de esquerda Syriza é um dos responsáveis por essa situação atual de deterioração, já que após seis anos de crescimento negativo, o PIB foi positivo em 2014; as taxas de desemprego, tanto total como dos jovens, tiveram um leve recuo; além da trajetória da dívida ter ido para um caminho um pouco mais sustentável.
Fonte: FGV/IBR
ESTADO DE EXCEÇÃO


Depois de receber dois prêmios de Jornalista do Ano na Inglaterra, o australiano John Pilger tratou de escapar das garras da grande mídia e dedicou-se a produzir documentários para a televisão. Recentemente, escreveu em seu blog um longo texto sobre o fascismo, aquele que se insinua silencioso nas sociedades ditas liberais. “Nas mesmas sociedades liberais, oculta-se cuidadosamente o crescente perigo de um tipo contemporâneo de fascismo, o fascismo das elites. Como fez o fascismo dos anos 1930 e 1940, distribuem-se mentiras com precisão de metrônomo: graças a uma empresa-imprensa onipresente e repetitiva e à violenta censura por omissão chamada de ‘jornalismo’.”

Já há muito tempo, não só no Brasil, mas também no resto do mundo, sucedem-se os episódios de constrangimento midiático das funções essenciais do Estado de Direito. A exceção permanente inscrita nos métodos de justiçamento midiático é funesta para o Estado Democrático de Direito: transforma as autoridades em heróis vingadores, encarregados de limpar a cidade (ou o país), ainda que o preço seja deseducar os cidadãos, aumentar a sensação de insegurança da sociedade ou lançar no desemprego os infelizes que nada têm a ver com a história. Nessa cruzada militam as autoridades que ostentam pretensões de se colocar acima da precariedade da condição humana e os jornalistas que, em nome de uma “boa causa”, tentam manipular a opinião pública.

A lei promulgada pelo regime nazista em 1935 prescrevia que era “digno de punição qualquer crime definido como tal pelo ‘saudável sentimento’ popular”. No Mein Kampf, Hitler proclamava que a finalidade do Estado é preservar e promover uma comunidade fundada na igualdade física e psíquica de seus membros.

Herbert Marcuse, autor do ensaio O Estado e o Indivíduo no Nacional-Socialismo, considerava a ordem liberal um grande avanço da humanidade. Sua emergência na história submeteu o exercício da soberania e do poder ao constrangimento da lei impessoal e abstrata.  Mas Marcuse também procurou demonstrar que a ameaça do totalitarismo está sempre presente nos subterrâneos da sociedade moderna. Para ele, é permanente o risco de derrocada do Estado de Direito: os interesses de grupos privados, em competição desenfreada, tentam se apoderar diretamente do Estado, suprimindo a sua independência formal em relação à sociedade civil.

No regime nazista, o Estado foi apropriado pelo “movimento” racial e totalitário nascido nas entranhas da sociedade civil. Os tribunais passaram a decidir como supremos censores e sentinelas do “saudável sentimento popular”, definido a partir da legitimidade étnica dos cidadãos. A primeira vítima do populismo judiciário do nazismo foi o princípio da legalidade, com o esmaecimento das fronteiras entre o que é lícito e o que não é.

Os cânones do Estado de Direito impõem aos titulares da prerrogativa de vigiar, julgar e punir o delicado mister de sopesar as relações entre a garantia dos direitos individuais, a publicidade dos atos praticados pela autoridade, a impessoalidade do procedimento persecutório e a cominação da pena. O consensus iuris é o reconhecimento dos cidadãos de que o direito, ou seja, o sistema de regras positivas emanadas dos Poderes do Estado, legitimado pelo sufrágio universal, é o único critério aceitável para punir quem se aventura à violação da norma abstrata.

A instantaneidade dos tempos da web é estranha ao bom cumprimento da prestação jurisdicional. Não haverá julgamento justo sem o contraditório entre as partes, a exibição de provas, os depoimentos. A formação da convicção do juiz, qualquer estudante de direito sabe, depende da argumentação das partes.

Domenico Losurdo, filósofo italiano de grande prestígio, encara com horror a possibilidade de vitória dos grupos que veem no direito e na formalidade do processo judicial obstáculos ao exercício da moral. Diz ele: “Estes protestos não são apenas errôneos, mas revelam apego malsão à sua própria particularidade que é desfrutada narcisisticamente sob o disfarce da moralidade”. Invocar a própria virtude, a honestidade ou os bons propósitos para contestar a impessoalidade e o “formalismo” da lei é a maior corrupção praticada contra a vida democrática. Montesquieu dizia que há insanidade na substituição da força da lei pela presunção de virtude autoalegada.

O Judiciário era rápido e eficiente na União Soviética de Stalin ou na Alemanha de Hitler. Os processos terminavam sempre de forma previsível e o contraditório não passava de uma encenação. Tudo estava justificado pelas razões superiores do Reich de Mil Anos ou pelos imperativos da construção do socialismo. 

Fonte: CartaCapital
Por Luiz Gonzaga Belluzzo 


 CONCURSOS E O SONHO DE

 CONQUISTAR VAGA NO

 SETOR PÚBLICO


A conquista de uma vaga no setor público é o sonho de muita gente. Diante da atual crise, a estabilidade financeira é perseguida por diversas pessoas, que se denominam “concurseiras”, e se esforçam estudando em casa, em cursinhos preparatórios, às vezes por meses, com objetivo de conseguir o emprego desejado.

No Rio Grande do Norte estão abertas as inscrições para o concurso do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia (IFRN) e já foi autorizado o certame para o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), que deve oferecer vagas em vários Estados.

O edital para esse último deve ser lançado dentro dos próximos seis meses. Há também diversos outros concursos públicos para os Estados vizinhos, que, com certeza, também estão na mira dos concurseiros.

Fhabyo Hunter, graduado em Direito e professor em um cursinho da cidade, diz que a procura por preparação é grande, principalmente porque na cidade existem apenas dois cursinhos preparatórios. Muitos dos alunos são pessoas que já trabalham e estão busca de oportunidades melhores.

“Muita gente chega à sala com farda do comércio, porque empresa privada é hoje e não é amanhã. Mas também tem servidores já efetivados na polícia, na Uern, que estão querendo algo melhor. Tem gente que faz um concurso intermediário, para se estabelecer e depois continuar estudando e conseguir outro melhor”, afirma.

Também há muitas pessoas que estão começando agora nos estudos. Mesmo sendo principiantes, elas podem estar aptas a serem aprovadas em um concurso público, o que vai depender do empenho de cada um. No início pode ser um pouco difícil para um concurseiro novato entender algumas perguntas mais elaboradas, mas é normal.

Como muita gente que procura os cursinhos já trabalham, geralmente as aulas são à noite. Mas Fhabyo diz que a direção já estuda abrir uma turma à tarde.

Para quem vai começar nos estudos, o professor dá algumas dicas. “Quem está começando do zero, a dica é fazer uma estratégia de estudo. Não adianta fazer todo concurso que aparecer. Tem que ter foco, força e fé”, diz.

O foco é escolher a área de estudo, por exemplo, polícia, instituições bancárias. Saber o que quer já é o primeiro passo.

A força é o estudo. Ter um bom material e estudar com regularidade. Pode começar aos pouquinhos com 30 minutos cronometrados e depois aumentar. O importante é ter rendimento. “Quantidade não é qualidade. Tem gente que estuda muito e não tem rendimento”, afirma.

E a fé é acreditar em si mesmo, na competência que tem. “Essa fé independe de religião. É acreditar na sua capacidade”, enfatiza Fhabyo Hunter.


Fonte: Gazeta do Oeste

sexta-feira, 3 de julho de 2015


 MP PEDE QUE UERN ELABORE PROJETO 

PARA SISTEMA PRISIONAL DO RN


O Ministério Público propôs à Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) um projeto de educação para o processo de ressocialização de apenados e que contribua também para o grave problema de superlotação nos presídios do Estado. A parceria permitirá que o preso possa se reinserir no convívio social com formação profissional e remissão de pena, já que para cada 3 dias de estudo haverá redução de um dia no tempo de duração da pena privativa de liberdade.

A sugestão feita pelo promotor Antonio de Siqueira Cabral, da 39ª Promotoria (Tutela do Sistema Prisional), ao reitor Pedro Fernandes, nesta quinta-feira, 02, é que além de cursos de extensão ou de graduação, a UERN oferte assistência jurisdicional aos presos pela prática jurídica, através de trabalho conjunto com a Defensoria Pública. Assim, a população carcerária potiguar que hoje é de cerca de 8 mil presos (o dobro da capacidade dos presídios) seria reduzida significativamente.

"São criaturas que a sociedade não vê", opina o promotor, lamentando as precárias condições dos presídios. Segundo ele, o projeto da UERN será levado ao Forum Permanente de Discussão do Sistema Prisional que deverá se reunir em agosto. O promotor acredita que outras instituições de ensino superior deverão se somar às ações propostas pela UERN que incluirão assistência à saúde dos apenados.

Siqueira Cabral revelou que convidou o reitor da UERN para discutir o projeto depois de ouvi-lo na audiência pública que debateu a construção da cadeia pública de Ceará-Mirim, na Assembleia Legislativa. "Quando ouvi seu discurso, reitor, vi a possibilidade de alternativas para melhorar o sistema prisional do RN que enfrenta sérios problemas", pontuou o promotor.

O reitor voltou a dizer que a UERN tem capacidade instalada para contribuir com o sistema penitenciário do RN. "Somos uma instituição que vai além da formação profissional", ressaltou o reitor, acrescentando que a Universidade quer dar respostas à sociedade pelos investimentos públicos feitos na instituição.

O promotor anunciou que visitará a UERN para conhecer alguns projetos da instituição já realizados na Penintenciária Agrícola Mário Negócio, em Mossoró, e também para debater novas idéias com servidores da instituição para os presídios estaduais.

Fonte: Assessoria de Comunicação da UERN 

 

Ui, que delícia!

UI, QUE DELÍCIA!

 
 
















GREVISTAS DA UERN REALIZAM 

  GRANDE MOBILIZAÇÃO EM

 PAU DOS FERROS


O movimento grevista de docentes, técnicos e estudantes da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern) realizou uma grande mobilização social nas ruas de Pau dos Ferros, no alto oeste potiguar.  A comunidade acadêmica caminhou pelas ruas da cidade e recebeu o apoio de populares, que acompanhavam a manifestação.

Os grevistas seguiram até a Câmara Municipal de Pau dos Ferros (CMPDF), onde  foi realizada uma audiência pública que discutiu a paralisação na Uern, e que contou com a participação de vereadores da cidade, membros da administração da universidade , autoridades políticas da região e populares.

Na oportunidade, servidores e estudantes realizaram várias falas ressaltando a importância da Uern para o RN e condenando o contingenciamento de verbas, que impede que universidade supra as suas demandas estruturais e dê condições dignas de trabalho e ensino para seus funcionários e discentes.

O professor Valdomiro Morais, presidente da Associação dos Docentes da Uern (Aduern), destacou em sua fala a relevância da instituição na vida e história de milhares de famílias do interior potiguar. “É esta universidade que permite que o filho da trabalhadora, a filha do trabalhador, entre em um curso de medicina, de direito e mude radicalmente sua trajetória. É esta universidade que forma todos os anos os professores que preenchem nossas escolas de ensino básico e ensino médio. Esta universidade precisa ser respeitada”, afirmou.

O estudante Alberto Assis Magalhães deu um depoimento que emocionou a comunidade acadêmica, ressaltando a importância da universidade em sua vida e mostrando como a total falta de condições influencia negativamente em sua permanência na instituição.

“Se não melhorar a situação, terei de trancar o curso, vou abandonar a faculdade. Eu gostaria que fossem repensadas estratégias para a manutenção dos estudantes na Uern. Tenho um colega que vende cheiro-verde na feira para poder bancar sua alimentação e estadia em Pau dos Ferros, precisamos urgentemente de uma política de apoio estudantil que possa nos manter aqui”, afirmou o estudante.

Fonte: Assessoria de Imprensa da ADUERN
Por Cláudio Palheta Jr.
 

quinta-feira, 2 de julho de 2015


XIAOMI CHEGA AO BRASIL

COM SMARTPHONE DE R$ 499,00


A Xiaomi lançou, nesta terça-feira 30, o smartphone que marca sua chegada ao Brasil. A companhia irá iniciar suas operações nacionais com o RedMi 2, um aparelho com aspectos de topo de linha, mas com preço de R$ 499. As vendas começam no dia 7 de julho.

O celular inteligente tem câmera de 8 megapixels, processador com quatro núcleos de processamento da Qualcomm, 8 gigabites de memória interna e tela de 4,7 polegadas. Além disso, tem espaço para dois chips que podem se conectar à rede 4G, um diferencial no mercado e na faixa de preço.

O aparelho será produzido no Brasil, pela taiwanesa Foxconn. Contudo, as primeiras unidades serão importadas da China, até que a produção nacional ganhe ritmo.

Além do celular, a Xiaomi também vai vender no País sua pulseira fitness Mi Band e seu carregador portátil Mi Power Bank, que vão custar, respectivamente, R$ 95 e R$ 99.

"Disruptando"

As vendas dos aparelhos da Xiaomi serão feitas exclusivamente por intermédio do site da empresa, inicialmente. No Brasil, as maior parte do comércio de smartphones ocorre por intermédio das operadoras e das grandes lojas do varejo. "Essa estratégia é nossa abordagem internacional para o mercado", afirmou Barra. "Acredito que chegamos 'disruptando'"

Por contar apenas com um smartphone no mercado e ainda não terem fechado parcerias com as operadoras, Barra evitou dividir projeções de vendas. "Costumamos não colocar essas metas, pois elas podem atrapalhar nosso desempenho", disse. "Na Índia, vendemos 1 milhão de aparelhos em três meses. Se a gente tivesse colocado uma meta de 200 mil, talvez nossa operação não suportasse a demanda."

Eu quero ser Apple

De calça jeans e camiseta preta, o brasileiro Hugo Barra comandou um evento direcionado, especialmente, para as centenas de fãs que foram até o Theatro Net, no Shopping Vila Olímpia, em São Paulo, conhecer as novidades da empresa.

Todos eles receberam uma camiseta laranja, a cor da empresa, para deixar a plateia uniformizada. Nem mesmo o fato da peça ser de tamanho único, o que fazia com que não vestisse bem os mais magros ou os acima do peso, desanimou os presentes, que estavam eufóricos.

Como nos eventos da Apple, o barulho era grande. Quando o CEO e co-fundador, Jun Lei, apareceu em um vídeo de boas vindas, a plateia foi à loucura. No vídeo seguinte, o presidente e co-fundador, Bin Lin, apareceu de camiseta da Seleção Brasileira, autografada por Pelé, fazendo embaixadinhas. Outro momento de êxtase.

Barra apresentou o evento no ritmo que Steve Jobs usava nas apresentações da Apple - e que Tim Cook continua usando. A cada anúncio, dava espaço para que os presentes gritassem e aplaudissem. "Hoje é um evento para os fãs", afirmou o executivo.
Simpático, o brasileiro ficou conversando e tirando fotos com a fila imensa de "Mi Fãs", como foram batizados, após ao evento.
Fonte: Isto É Dinheiro
Por Diego Marcel 


Indicadores e Índices Econômicos - 02/07/2015

CÂMBIO E OURO
I-Dólar:
Comercial
DIA Compra Venda
26/06
29/06
30/06
R$ 3,126
R$ 3,118
R$ 3,108
R$ 3,128
R$ 3,120
R$ 3,109
Fonte: UOL
II-Euro:

DIA Compra Venda
26/06
29/06
30/06
R$ 3,495
R$ 3,507
R$ 3,464
R$ 3,498
R$ 3,509
R$ 3,467
Fonte: UOL
III-Ouro:

DIA Compra
26/06
29/06
30/06
R$ 117,39
R$ 117,65
R$ 117,00
Fonte: BOVESPA

 REAJUSTE DE ALUGUEL E OUTROS CONTRATOS:

ÍNDICES ACUMULADO % ATÉ ABRIL/ 15
Trimestr Quadrim Semestr Anual
FIPE
IGP-DI
IGP-M
INPC
3,05
2,69
2,43
3,42
4,72
3,37
3,22
4,95
5,75
4,95
4,87
6,16
7,21
3,94
3,55
8,34

ACUMULADO % ATÉ MAIO/ 15
Trimestr Quadrim Semestr Anual
FIPE
IGP-DI
IGP-M
INPC
2,43
2,55
2,57
3,24
3,68
3,10
2,85
4,44
5,67
4,19
4,28
6,64
7,60
4,83
4,11
8,76
Fonte: Folha Online
a) Acumulado até abril reajusta aluguéis e contratos a partir de maio, para pagamento em junho.
b) Acumulado até maio reajusta a partir de junho, para pagamento em julho.



 POUPANÇA/DIA – JUNHO
Período
Poupança (1)
Poupança (2)
10/06 a 10/07
11/06 a 11/07
12/06 a 12/07
13/06 a 13/07
14/06 a 14/07
15/06 a 15/07
16/06 a 16/07
17/06 a 17/07
18/06 a 18/07
19/06 a 19/07
20/06 a 20/07
21/06 a 21/07
22/06 a 22/07
23/06 a 23/07
24/06 a 24/07
25/06 a 25/07
0,6602%
0,6963%
0,6846%
0,6417%
0,6688%
0,6696%
0,6817%
0,7095%
0,6794%
0,6854%
0,6478%
0,7858%
0,7143%
0,6880%
0,7123%
0,7172%
0,6602%
0,6963%
0,6846%
0,6417%
0,6688%
0,6696%
0,6817%
0,7095%
0,6794%
0,6854%
0,6478%
0,7858%
0,7143%
0,6880%
0,7123%
0,7172%
(1) Depósitos até 03/05/12
(2) Depósitos a partir de 04/05/12 - MP nº 567, de 03/05/12
Rendimento da Caderneta de Poupança no último dia do período.
Fonte: Valor Econômico


 INFLAÇÃO - FONTES DIVERSAS - REFERÊNCIA ATUALIZADA
JUNHO/2015
ÍNDICES
out/14 nov/14 dez/14 jan/15 fev/15
INPC / IBGE (%)
IPCA / IBGE (%)
IPCA Esp / IBGE (%)
ICV / DIEESE (%)
IPC / FIPE (%)
ClasMéd/Ordem (%)
IGP-DI / FGV (%)
IPA -DI / FGV (%)
IPC-DI / FGV (%)
INCC-DI / FGV (%)
IGP-M / FGV (%)
IPA-M / FGV (%)
IPC-M / FGV (%)
INCC-M / FGV (%)
CUB-Sinduscon (%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
0,38
0,42
0,48
0,50
0,37
0,40
0,59
0,73
0,43
0,17
0,28
0,23
0,46
0,20
0,12
0,53
0,51
0,38
0,52
0,69
0,77
1,14
1,44
0,65
0,44
0,98
1,26
0,53
0,30
0,02
0,62
0,78
0,79
0,52
0,30
0,45
0,38
0,30
0,75
0,08
0,62
0,63
0,76
0,25
0,03
1,48
1,24
0,89
2,25
1,62
1,31
0,67
0,23
1,73
0,92
0,76
0,56
1,35
0,70
0,33
1,16
1,22
1,33
1,40
1,22
1,19
0,53
0,41
0,97
0,31
0,27
-0,09 1,14
0,50
0,10


mar/15 abr/15 mai/15 jun/15 12meses
INPC / IBGE (%)
IPCA / IBGE (%)
IPCA Esp / IBGE (%)
ICV / DIEESE (%)
IPC / FIPE (%)
ClasMéd/Ordem (%)
IGP-DI / FGV (%)
IPA -DI / FGV (%)
IPC-DI / FGV (%)
INCC-DI / FGV (%)
IGP-M / FGV (%)
IPA-M / FGV (%)
IPC-M / FGV (%)
INCC-M / FGV (%)
CUB-Sinduscon (%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
1,51
1,32
1,24
1,26
0,70
0,69
1,21
1,24
1,41
0,62
0,98
0,92
1,42
0,36
0,06
0,71
0,71
1,07
0,55
1,10
0,82
0,92
1,11
0,61
0,46
1,17
1,41
0,75
0,65
0,34
0,99
0,74
0,60
0,57
0,62
0,42
0,40
0,19
0,72
0,95
0,41
0,30
0,68
0,45
2,21


0,99







0,67
0,41
0,83
1,87

8,76
8,47
8,80
8,82
7,60
7,34
4,83
3,29
8,63
5,74
5,59
4,26
8,84
6,62
7,22
Fonte: Folha Online, Valor Econômico, Ordem dos Economistas

quarta-feira, 1 de julho de 2015