sexta-feira, 1 de julho de 2011

POR MIGUEL URBANO RODRIGUES



 DOMENICO LOSURDO: REVOLUCIONÁRIO 
E MARXISTA CRIADOR


O filósofo e historiador italiano Domenico Losurdo esteve em Portugal em Junho a convite da revista web odiario.info para apresentar os seus livros «Stalin, história crítica de uma lenda negra» e «Fuga da História». Falou no dia 15 de Junho em Serpa na biblioteca municipal e no dia 16 em Lisboa, no ISCTE. Não obstante ser um intelectual de prestígio mundial, autor de uma vasta obra editada em muitos países, incluindo a China, a imprensa dita de referência, a televisão e a rádio ignoraram a sua presença em Portugal.
 
Losurdo, que é professor catedrático da Universidade de Urbino, uma das mais antigas da Itália, dedicou atenção especial em ambas as conferências a desmontar a falsificação da História montada no Ocidente para satanizar Stalin.
 
O comunismo – afirmou – não pode estar morto como sustentam os sovietólogos das grandes universidades europeias e americanas, porque ainda sequer nasceu.
 
Losurdo lembrou que a vitória da Revolução de Outubro de 1917 criou condições para a destruição do capitalismo na Rússia, permitindo que o Partido Bolchevique iniciasse naquele país a construção do socialismo.
 
Losurdo definiu essa experiência, realizada num contexto extremamente desfavorável – guerra civil, agressão das potências da Entente, atraso económico do país, invasão nazi, etc. –, como um dos maiores acontecimentos da História. Em sete décadas a União Soviética foi cenário de prodigiosas conquistas que transformaram uma sociedade semi-feudal na segunda potência industrial do mundo. 

A implantação na Europa Oriental de regimes inspirados pelo socialismo real soviético não teria sido possível sem a mudança radical na relação de forças posterior ao fim da II Guerra Mundial. O mesmo ocorreu com a vitória da Revolução Chinesa em l949, com o triunfo da revolução cubana em 1959 e a rapidez do processo de descolonização na África e na Ásia.
 
Losurdo qualificou de tragédia para a humanidade a reimplantação do capitalismo na Rússia após a desagregação da União Soviética.
 
Essa conclusão não é para ele incompatível com a convicção de que o fim da URSS foi o desfecho de uma soma de factores inseparáveis da incapacidade da concretização do projecto socialista concebido por Lenine, com base na teoria de Marx.
 
Domenico Losurdo é sempre criativo e polémico na boa acepção da palavra.
 
Não conheço trabalho comparável pela originalidade e rigor ao que desenvolveu em livros e ensaios para demonstrar o fracasso da transição na URSS do capitalismo para o socialismo.
 
Domenico cultiva a arte difícil de imprimir força de evidência ao óbvio, como dizia Albert Camus.
 
Lenine tinha consciência de que a tomada do poder na Rússia fora uma tarefa muito mais fácil do que o desafio da construção do socialismo. 

O partido não dispunha de uma teoria para a transição do capitalismo para o socialismo. E pagou um preço altíssimo por essa carência. Ela está na origem dos conflitos devastadores que Losurdo define como «as três guerras civis» na sociedade a que ele chama «post capitalista». 

Essa simples expressão tornou o autor de «Fuga da História» alvo de muitas críticas. Domenico poderia ter utilizado a expressão «pré socialista». Mas não o fez porque o socialismo real se distanciou para ele do socialismo, tal como o concebe na fidelidade ao projecto de Marx. Sem a participação criadora e permanente do povo, o socialismo autêntico não pode – sublinhou – concretizar-se.
 
Não cabe nestas breves linhas recordar as situações históricas que na Rússia arruinada e famélica, hostilizada pelo imperialismo, tornaram inevitáveis decisões em defesa da Revolução – desde o comunismo de guerra à NEP – que conduziram a uma gradual redução do papel dos sovietes, a um apagamento dos sindicatos (e portanto da participação popular) e a uma hipertrofia do partido. São conhecidas as consequências dessas opções tomadas ainda durante a vida de Lenine.

A satanização de Stalin

Domenico Losurdo lembrou em Serpa e Lisboa que a falsificação da História surgiu a muitos historiadores ocidentais como uma necessidade inseparável do combate à «ameaça comunista».
 
E a partir dos anos 30 a demonização de Stalin foi a grande arma utilizada nas campanhas anticomunistas. Morto o dirigente que sucedeu a Lenine como secretário-geral do partido, o Relatório Secreto de Khruschov ao XX Congresso do PCUS representou uma preciosa ajuda aos sovietólogos das grandes universidades europeias e estadounidenses que faziam da denúncia do «estalinismo» instrumento fundamental da luta contra o «comunismo», para muitos irmão gémeo ao fascismo.
 
Um dos grandes méritos de Domenico Losurdo, como historiador e filósofo, é precisamente o desmascaramento no seu livro «Stalin, estória e crítica de uma lenda negra» da satanização de Stalin, construída a partir de mentiras e calúnias que falsificam a História.
 
A grande maioria dos livros – e são centenas – sobre Stalin deformam o homem e a sua época. Os autores assumem posições extremadas. Ou fazem a apologia da obra e do estadista ou o satanizam. Para uns é um herói quase perfeito; para outros um criminoso, um ser demoníaco.
 
Domenico Losurdo lembrou que o caso de Stalin não é inédito. A burguesia sente a necessidade de diabolizar e criminalizar os grandes revolucionários.
 
O episódio trouxe-me à memória o ódio da burguesia francesa a Maximilien de Robespierre. Nos anos posteriores ao Termidor, as calúnias contra o grande revolucionário da Convenção foram tão irracionais que, para lhe destruir a imagem, chegaram ao absurdo demencial de afirmar que pretendia casar com uma princesa, filha de Luís XVI. Ainda hoje, transcorridos mais de dois séculos, não há em Paris uma rua com o nome de Robespierre.
 
Quando Losurdo publicou o seu livro sobre Stalin afirmei então num artigo, e repito, que não conheço sobre o tema outro ensaio tão importante e lúcido como o seu.
 
Numa abordagem inicial, ele chama a atenção para o primarismo e falta de imaginação das campanhas que visam destruir a imagem de Stalin, comparando-o a Hitler. É absurdo negar qualquer mérito e apresentar como um ditador feroz e irresponsável um homem que durante três décadas exerceu um enorme poder num país que derrotou a Alemanha nazi e se transformou na segunda potência mundial.
 
Para desmontar e por vezes ridicularizar a argumentação dos autores que satanizam Stalin, Losurdo recorre exclusivamente a fontes ocidentais, a destacados historiadores, filósofos, sociólogos, economistas, políticos, militares, amplamente conhecidos pelas suas posições anticomunistas. Cita concretamente opiniões de Roosevelt, De Gaulle, Benes, Hannah Arendt, Eisenhower, De Gasperi, Montgommery, Golda Meyer, John Foster Dulle, elogiosas para Stalin, como homem, estadista e estratega.
 
Domenico, ao tomar a decisão de desmontar a lenda negra que envolve Stalin, sabia que desencadearia contra ele uma montanha de críticas. 

Mas assumiu o desafio.
 
Nessa opção aparece o seu retrato. O filósofo é um humanista de uma espécie quase em via de extinção.
 
Comunista, é hoje um revolucionário sem partido; não encontra na Itália uma organização dita comunista com a qual possa identificar-se.
 

No seu caminhar pelo mundo trágico deste início do século XXI, em que o imperialismo empurra a humanidade para o abismo, Domenico Losurdo tem motivos para sentir que justificou a sua passagem pela vida. Construiu uma obra que vai permanecer. Não é mais um divulgador do marxismo entre muitos. É um criador. Ao aplicar a doutrina e o método do mestre alemão ao tempo presente, ajudou algumas gerações a compreender a necessidade da luta para transformar um mundo envolvente apodrecido.
 
Tal como os materialistas gregos, não desconhece que o objectivo supremo do homem na aventura da vida é a procura da felicidade possível. E sabe também que em poucas épocas terá sido tão difícil como hoje perseguir essa meta. Não é de estranhar que o filósofo, nessa ânsia de compreender para ensinar, tenha escrito sobre autores tão diferentes como Nietzsche, Hegel, Marx e Lenine.
 
Mas Domenico tem os pés bem fincados na terra. A teoria (sem a qual não há revolução que aponte caminhos novos) e a prática são complementares. Consciente dessa interacção, o historiador está, como intelectual revolucionário, permanentemente envolvido na solidariedade com as grandes causas da humanidade e na luta dos povos contra o imperialismo. Os seus artigos correm mundo na crítica às guerras de agressão imperiais contra os povos da Palestina, do Iraque, do Afeganistão, da Líbia e outros, na denúncia da participação do golpe dos EUA nas Honduras, na solidariedade com as FARC colombianas e com o povo iraniano, no iluminar da monstruosa engrenagem da desinformação montada por um sistema mediático perverso.
 
É reconfortante que neste mundo em crise de civilização haja pensadores revolucionários como Domenico Losurdo. Vai completar 70 anos e preparam-lhe homenagens em diferentes países.

Fonte: Jornal Avante
Enviado por Antonio Capistrano



HOJE É SEXTA-FEIRA!...DIA DE BEBEMORAR!...




HOJE É SEXTA-FEIRA!...DIA DE

BEBEMORAR!...
 

 Hoje é sexta-feira
Dia de "bebemorar"
Cair na gandaia
Não ver a noite passar
 






QUE TAL COLACARMOS CARTAZES 

SEMELHANTES EM MOSSORÓ?

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgN7dx9f2OvB5hpM9U8KqTARpJTRukBLWxLQPxpWjzcF8LwUvym-KctAQGGIJDNYv0FtB0KRaR4m3OQmw9DR2_UT1c7x4mnzszPWI6xm22hTKaWEVwE3tJ3_BUXHJlsuJxUzifcubhzFVt9/s1600/111751242877.gif

SERÁ QUE TAMBÉM, TEMOS QUE FAZER ISSO, EM NOSSA CIDADE!

O outdoor colocado na rua Olívio Domingos Brugnago, no bairro Vila Nova, em Jaraguá do Sul (SC), demonstra a indignação sobre a proposta de aumento do número de vereadores na Câmara.


Na Ilha da Figueira, bairro de Jaraguá do Sul, foi colocado o outdoor abaixo:


E finalmente...
 


Você concorda? 



MANOEL SEMPRE MANUEL!!!

 Manoel chega em casa com uma caixa de Mate Leão debaixo do braço e entrega pra Maria:
- Manoel, eu mandei você trazer veneno pra rato e você me traz uma caixa de Mate Leão?!
- Mas se mata um leão, você acha que não vai matar um ratinho de merda?!!!


------------------------------------


Na pastelaria, Manoel entra e pede:
- Tem pastel quentinho?
- Acabou de sair!
- Raios! A que horas ele volta??

--------------------------------


-Manoel, vamos numa festa de aniversário de 15 anos?
-Vamos sim. Mas eu só posso ficar uma semana!


-------------------------------------------
 
Um puta temporal, enxurrada descendo e o amigo fala pro Manoel:
- Manoel, a enxurrada levou teu carro!!
- Ah... levou nada! A chave está aqui comigo!


-------------------------


Notícia de primeira página:
'Português vai pagar IR na fonte e morre afogado!'


-----------------------


Manoel chega na alfândega, a mala magrinha, magrinha, o fiscal ainda não tinha revistado e pergunta:
- Tudo jóia aí, português?!
- Não, só a metade. O resto é coca!


----------------------------------

 
Manoel vai acampar com os amigos.
À noite, sai da barraca pra urinar e vê um bando de índios se aproximando.
Volta correndo e diz pros amigos:
- Tem um monte de índios vindo pra cá! Eles vão nos atacar!
E o outro:
- Calma, Manoel. Precisa ver se eles são amigos.
- Claro que são, porra! Eles estão todos juntos!!!


-------------------------------


Manoel pescando na maior folga, com os pés fora do barco, dentro d'agua..
- Nisso, ele começa a gritar:
Aí Jesus um jacaré comeu o meu pé!!!
O amigo pergunta:
- Qual deles?
- Eu lá vou saber, porra! Eles são todos iguais!!!


--------------------


Manoel foi servir o Exército. Chegando lá, o sargento manda o português pro fim da fila.
Ele vai e volta rapidinho.
O sargento berra:
- Eu não mandei ir pro final da fila?!!!
- Sim, eu fui! Mas eu cheguei lá e já tinha outro no meu lugar... então voltei!


---------------------------------------

Manoel pega um balão que caiu e lê o que estava escrito:
'Quem pegar esse balão é viado'
Ele fica muito puto e pra se vingar, faz outro balão e solta escrevendo:
'Viado é quem soltou!'



A CANTADA DO ANO   
 


Roberto , 40 anos, executivo, senta-se na poltrona do avião com destino a New York e maravilha-se com uma deusa
sentada junto à janela.
 
Após 15 minutos de vôo ele não se contém:
 
- É a 1ª vez que vai a New York?
 
- Não, é uma viagem habitual.
 
- Trabalha com moda?
 
- Não, viajo em função de minhas pesquisas. Sou sexóloga.
 
- Suas pesquisas dedicam-se, a quê?
 
- No momento, pesquiso as características do membro masculino.
 
- A que conclusão chegou?
 
- Que os Índios são os portadores de membros com as dimensões mais avantajadas e os Árabes são os que permanecem mais tempo no coito. 

Logo, são eles que proporcionam mais prazer às suas parceiras. 

Desculpe-me Senhor, eu estou aqui falando mas não sei o seu nome...
 
- Mohammed Pataxó!


PARA OS APRECIADORES DE

UM BOM VINHO
 


Consta que, certa noite, anos atrás, um homem entrou com a namorada no restaurante Lucas Carton, em Paris, e pediu uma garrafa de "Mouton Rothschild", safra de 1928.

O sommelier, em vez de trazer a garrafa para mostrar ao cliente, traz o decanter de cristal cheio de vinho e, depois de uma mesura, serve um pouco no cálice para o cliente provar.

O cliente, lentamente, leva o cálice ao nariz para sentir o aroma, fecha os olhos e cheira o vinho.

Inesperadamente, franze a testa e, com expressão muito irritada, pousa o copo na mesa, comentando rispidamente:

- Isto aqui não é um Mouton de 1928!

O sommelier assegura-lhe que é. O cliente insiste que não é.

Estabelece-se uma discussão e, rapidamente, cerca de 20 pessoas rodeiam a mesa, incluindo o chef de couisine e o gerente do hotel, que tentam convencer o intransigente consumidor de que o vinho é mesmo um Mouton de 1928.

De repente, alguém resolve perguntar-lhe como sabe, com tanta certeza, que aquele vinho não é um Mouton de 1928.

- O meu nome é Phillippe de Rothschild, diz o cliente modestamente,
e fui eu que fiz esse vinho.

Consternação geral.

O sommelier então, de cabeça baixa, dá um passo à frente, tosse, pigarreia, bagas de suor escorrem da testa e, por fim, admite que serviu na garrafa de decantação um Clerc Milon de 1928, mas explica
seus motivos:

- Desculpe, mas não consegui suportar a idéia de servir a nossa última garrafa de Mouton 1928. De qualquer forma, a diferença é irrelevante. Afinal, o senhor também é proprietário dos vinhedos de Clerc Milon, que ficam na mesma aldeia do Mouton. O solo é o mesmo, a vindima é feita na mesma época, a poda é a mesma e o esmagamento das uvas se faz na mesma ocasião, o mosto resultante vai para barris absolutamente idênticos. Ambos os vinhos são engarrafados ao mesmo tempo. Pode-se afirmar que os vinhos são iguais, apenas com uma pequeníssima diferença geográfica.

Rothschild, então, com a discrição que sempre foi a sua marca, puxa o sommelier pelo braço e murmura-lhe ao ouvido:

- Quando voltar para casa esta noite peça à sua namorada para se despir completamente. Escolha dois orifícios do corpo dela muito próximos um do outro e faça um teste de olfato. Você perceberá a sutil diferença que pode haver numa pequeníssima diferença geográfica.




Essa postagem teve a colaboração de: Caubi Macedo, Jorge de Castro, 
Thurbay Júnior, Togo Ferrário e Bruna Lagarto


 

INDICADORES E ÍNDICES ECONÔMICOS - 01/07/2011

Fonte: www.fiscosoft.com.br
ÍNDICES ECONÔMICOS E FINANCEIROS
Mês: 06/2011


Índice Período Valor
BTN+TR 06/2011 1,5539

ÍNDICES ECONÔMICOS E FINANCEIROS
Mês: 05/2011

Índice Período Valor
BTN+TR 05/2011 1,5514
CUB-SINDUSCON/SP 05/2011 3,33
ICV-DIEESE 05/2011 0,04
IGP-FGV 05/2011 0,01
IGP-M FGV 05/2011 0,43
INCC-DI 05/2011 2,94
INCC-M 05/2011 2,0300
INPC-IBGE 05/2011 0,57
IPC-FGV 05/2011 0,51
IPC-FIPE 05/2011 0,31
IPCA-IBGE 05/2011 0,47
SELIC 05/2011 0,99

ÍNDICES ECONÔMICOS E FINANCEIROS
Mês: 04/2011

Índice Período Valor
BTN+TR 04/2011 1,5509
CUB-SINDUSCON/SP 04/2011 0,22
ICV-DIEESE 04/2011 0,80
IGP-FGV 04/2011 0,50
IGP-M FGV 04/2011 0,45
INCC-DI 04/2011 1,06
INCC-M 04/2011 0,7500
INPC-IBGE 04/2011 0,72
IPC-FGV 04/2011 0,95
IPC-FIPE 04/2011 0,70
IPCA-IBGE 04/2011 0,77
SELIC 04/2011 0,84
Fonte: Empresário Online
DÓLAR – EURO – OURO

I-Dólar:
Comercial Paralelo
DIA Compra Venda Compra Venda
27/06
28/06
29/06

R$ 1,5940
R$ 1,5760
R$ 1,5700

R$ 1,5960
R$ 1,5780
R$ 1,5720

R$ 1,5400
R$ 1,5200
R$ 1,5200

R$ 1,7200
R$ 1,6800
R$ 1,6800

II-Euro:
. . .2,2900 .
DIA Compra Venda. . .
27/06
28/06
29/06

R$ 2,2754
R$ 2,2622
R$ 2,2647

R$ 2,2784
R$ 2,2652
R$ 2,2678


.
III-Ouro:




DIA Compra


27/06
28/06
29/06

R$ 78,20
R$ 77,00
R$ 77,70





INDICADORES/MÊS



fev/11 mar/11 abr/11 mai/11
Poupança
TR/Taxa Referencial
BTN + TR (cheia)
Dólar Fiscal EUA/ Compra
Débitos Federais - SELIC
TJLP
UPC/ Unid. Padr. Capital
UFESP
(%)
(%)
(R$)
(R$)
(%)
(%a.a.)
(R$)
(R$) (R$)
0,5527%
0,0524%
1,5482
0,84%
6,00%
21,97
17,45
0,6218%
0,1212%
1,5490
0,92%
6,00%
21,97
17,45
0,5371%
0,0369%
1,5509
0,84%
6,00%
22,02
17,45
0,6578%
0,1570%
1,5514
1,00%
6,00%
22,02
17,45


  • POUPANÇA/ DIA – JUNHO/ 2011

    Dia
    Período
    Percentual
    28/06
    29/06
    30/06
    01/07
    02/07
    03/07
    04/07
    05/07
    06/07
    07/07
    08/07
    09/07
    10/07
    (28/05 a 28/06)
    (29/05 a 29/06)
    (30/05 a 30/06)
    (31/05 a 01/07)
    (01/06 a 01/07)
    (02/06 a 02/07)
    (03/06 a 03/07)
    (04/06 a 04/07)
    (05/06 a 05/07)
    (06/06 a 06/07)
    (07/06 a 07/07)
    (08/06 a 08/07)
    (09/06 a 09/07)

    0,5961 %
    0,6120 %
    0,6120 %
    0,6120 %
    0,6120 %
    0,6229 %
    0,6027 %
    0,5739 %
    0,6084 %
    0,6390 %
    0,6208 %
    0,5966 %
    0,6084 %

  • IRPF - TABELA PROGRESSIVA MENSAL - JUNHO/ 2011

    Base de Cálculo Mensal
    Alíquota A deduzir do Imposto
    Até R$ 1.566,61
    De 1.566,62 até 2.347,85
    De 2.347,86 até 3.130,51
    De 3.130,52 até 3.911,63
    Acima de 3.911,63
    Isento
    7,50%
    15,00%
    22,50%
    27,50%

    -
    R$ 117,49
    R$ 293,58
    R$ 528,37
    R$ 723,95
    Deduções Trabalhador Assalariado: a) R$157,47 por dependente; b) pensão alimenticía por acordo judicial ou escritura pública; c) contribuição à Previdência Social; d) R$1.566,61 por aposentadoria a quem já completou 65 anos; e) contribuições à previdência privada e Faps; 6) carnê-leão (as mencionadas nos itens 1 a 3 e as despesas escrituradas no livro caixa)
    FONTE: Medida Provisória 528, de 25/03/11 – DOU 28/03/11
  • INFLAÇÃO - FONTES DIVERSAS - REFERÊNCIA ATUALIZADA: MAIO/ 2011

    ÍNDICES
    set/10 out/10 nov/10 dez/10 jan/11
    INPC/IBGE
    IPC/FIPE
    IGP-DI/FGV

    IGP-M/FGV
    IPCAdo IBGE
    IPCAEspIBGE
    ICVdo DIEESE
    ICVdaClasseMéd
    INCCdoIGP-DI/FGV

    CUB-Sinduscon
    IPAdoIGP-DI/FGV
    IPAdoIGP-M/FGV
    IPCdoIGP-DI/FGV
    (%)
    (%)
    (%)
    (%)
    (%)
    (%)
    (%)
    (%)
    (%)
    (%)
    (%)
    (%)
    (%)
    0,54
    0,53
    1,10
    1,15
    0,45
    0,31
    0,53
    0,39
    0,21
    -0,15
    1,47
    1,60
    0,46
    0,92
    1,04
    1,03
    1,01
    0,75
    0,62
    0,93
    0,86
    0,20
    -0,12
    1,32
    1,30
    0,59
    1,03
    0,72
    1,58
    1,45
    0,83
    0,86
    1,04
    0,57
    0,37
    -0,13
    1,96
    1,84
    1,00
    0,60
    0,54
    0,38
    0,69
    0,63
    0,69
    0,65
    -
    0,67
    0,00
    0,21
    0,63
    0,72
    0,94
    1,15
    0,98
    0,79
    0,83
    0,76
    1,28
    1,23
    0,41
    0,28
    0,96
    0,76
    1,27


    fev/11 mar/11 abr/11 mai/11 12meses
    INPC/IBGE
    IPC/FIPE
    IGP-DI/FGV
    IGP-M/FGV

    IPCAdo IBGE
    IPCAEspIBGE
    ICVdo DIEESE
    ICVdaClasseMéd
    INCCdoIGP-DI/FGV

    CUB-Sinduscon
    IPAdoIGP-DI/FGV
    IPAdoIGP-M/FGV
    IPCdoIGP-DI/FGV
    (%)
    (%)
    (%)
    (%)
    (%)
    (%)
    (%)
    (%)
    (%)
    (%)
    (%)
    (%)
    (%)
    0,54
    0,60
    0,96
    1,00
    0,80
    0,97
    0,41
    0,63
    0,28
    0,16
    1,23
    1,20
    0,49
    0,66
    0,35
    0,61
    0,62
    0,79
    0,60
    0,91
    0,34
    0,43
    0,10
    0,60
    0,65
    0,71
    0,72
    0,70
    0,50
    0,45
    0,77
    0,77
    0,80
    0,74
    1,06
    0,22
    0,24
    0,29
    0,95
    0,57
    0,31
    0,01
    0,43
    0,47
    0,70
    0,04
    0,33
    2,94
    3,33
    -0,63
    0,03
    0,51
    6,44
    6,49
    9,14
    9,77
    6,55
    6,51
    7,21
    6,30
    8,52
    6,52
    10,30
    11,35
    6,37
Fonte: Ordem dos Economistas de São Paulo

  • REAJUSTE DE ALUGUEL E OUTROS CONTRATOS:

    ÍNDICES ACUMULADO % ATÉ ABRIL/ 11
    Trimestr Quadrim Semestr Anual
    FIPE
    IGP-DI
    IGP-M
    INPC
    2,10
    2,57
    2,43
    2,16
    2,65
    2,95
    3,14
    2,89
    4,46
    5,66
    5,69
    4,57
    6,06
    11,09
    10,95
    6,30

    ACUMULADO % ATÉ MAIO/ 11
    Trimestr Quadrim Semestr Anual
    FIPE
    IGP-DI
    IGP-M
    INPC
    1,66
    2,08
    2,08
    1,96
    2,82
    3,07
    2,89
    2,51
    4,11
    5,10
    5,10
    4,10
    6,39
    10,84
    10,60
    6,44
a) Acumulado até março, reajusta aluguéis e contratos a partir de abril, para pagamento em maio.
b) Acumulado até abril, reajusta aluguéis e contratos a partir de maio, para pagamento em junho.