terça-feira, 5 de janeiro de 2010

HOMEM COM TPM

TIPOS DE BUNDAS







































Fonte: Filosofia do Sexo


segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

ECONOMIA SIMPLIFICADA

Carlos Escóssia

EQUILÍBRIO VERSUS PREÇO E QUANTIDADE DE EQUILÍBRIO



Equilíbrio é uma situação na qual o preço atingiu o nível em que a quantidade ofertada é igual a quantidade demandada.

Preço de equilíbrio - o preço que iguala a quantidade ofertada e a quantidade demandada.

Quantidade de equilíbrio - a quantidade ofertada e a quantidade demandada ao preço de equilíbrio.

FATO ECONÔMICO

Carlos Escóssia


QUAL A DIFERENÇA ENTRE O PIB E O PNB?


Em 1992, os Estados Unidos se juntaram ao resto do mundo e fizeram do Produto Interno Bruto (PIB) o principal elemento de seu sistema de contabilidade nacional, em substituição ao Produto Nacional Bruto (PNB).

O PIB mede o produto gerado dentro das fronteiras do país tanto por cidadãos como por estrangeiros. O PNB mede o produto dos cidadãos do país, independente de sua localização no mundo.

O Brasil tem apresentado um PIB maior do que o PNB, ou seja, parte da renda gerada dentro do país tem sido enviada ao resto do mundo, entre outros motivos devido ao pagamento liquido da dívida externa e à remessa de lucros de filiais de empresas estrangeiras instaladas no país.

Em 2001, o valor do PIB brasileiro esteve por volta de R$ 1.184,769 milhões, enquanto o PNB girou em torno de R$ 926 bilhões até 1999.

Em contrapartida, durante muitos anos o PNB dos Estados Unidos era um pouco maior do que o seu PIB, principalmente porque as empresas norte-americanas localizadas no exterior ganhavam mais do que as empresas estrangeiras localizadas naquele país.

Essa diferença, porém, vem sendo lentamente reduzida já que, ano após anos, entram mais investimentos estrangeiros nos Estados Unidos do que os Estados Unidos investem no resto do mundo. Na verdade, em 1998, o PIB dos EUA foi ligeiramente maior do que o PNB (respectivamente, US$ 8.511 bilhões e US$ 8.491).
Fonte dos dados quantitativos: Economia em contexto - Peter e kennedy

DE ALFREDO SOBRE ROBERTO HOLANDA



Faz um mês e pouco que Roberto Holanda do "La Plata" nos deixou. Figura carismática que nos cativava pela inteligência e pelo seu único jeito de ser.

Alguns anos atrás, eu havia sido vizinho de Roberto com a minha Telequip (onde hoje funciona a Carimbos e Cópias). Após um tempo afastado, eis que meu amigo de Caixa Econômica, Lafaiete, convida-me a um happy hour no "La Plata" (há uns três anos, mais ou menos). Ao voltar àquele ambiente familiar, encontro velhos amigos e faço novos. Amilton Fonseca, Amós Beleza, Rosenário, Júnior, Paulinho, Deusdedith 'Supla', entre outros.

Peço uma cerveja e Roberto me diz que tenho que pegar no freezer. Peço abridor e ele me diz que pendurado, ao lado do freezer, tem um. Ao tentar jogar a tampa da garrafa na rua, ele me diz que tem um recipiente apropriado para receber esse tipo de invólucro. "Porra", pensei: Se esse cara não fosse o Roberto eu iria mandá-lo tomar aonde as 'patas' tomam. Mas, imediatamente refleti: se essse cara é um chato, por que tem tanta gente boa ao seu redor?

Daí, como me é peculiar, comecei a explorar sua personalidade. Em pouco tempo, descobri um sujeito bonachão, esperto, informado e afável. Ao ponto de nos perguntar, ao fim da noite, o que tínhamos bebido para poder nos cobrar. O mais interessante é que ninguém, mas ninguém mesmo, deixava de contar uma cerveja sequer. E ao som de muitos blues e jazz, varávamos noites e noites com assuntos muito interessantes e outros nem tanto.

Ao lado de sua Emília (Emiliana), Roberto nos brindava com seus pontos de vista e suas teorias sobre arte, cultura, religião, economia, política e muito mais. E por mais que não chegássemos a um acordo, a noite sempre terminava bem com abraços e promessas de novos argumentos.

Hoje, tomando uma e ouvindo músicas no Sonora do Terra (do qual sou assinante), veio-me a cabeça a única música que Roberto não me negava. Sim, porque Roberto não se deixava dobrar por qualquer pedido de música não fosse ela de boa qualidade e de seu gosto pessoal. Sendo assim digitei na busca do Sonora a canção 'Beautiful Maria Of My Soul'. Encontrei a dita cuja.

Ouvi. E chorei. Muito. Mas, muito mesmo.
Roberto, saudades!....

A CRIATIVIDADE DE SOCORRO MENEZES

Socorro com a sua líder Wilma


Por Gilberto de Sousa

Entre os chamados meia dúzia de gatos pingados em Mossoró, que começaram a colaborar com a primeira campanha vitoriosa da professora Wilma de Faria ao Governo, estava eu. Afastei-me temporariamente da direção do Jornal de Mossoró para me dedicar à campanha. Cuidava da parte de comunicação para o Oeste e dava um suporte à “senadora” Edith Souto, na condução de uma militância formada, basicamente por mulheres. Eu dava o discurso e a galera caía em campo à cata de votos.


E no meio desse grupo que aumentava gradativamente graças à habilidade e o poder de persuasão de Edith, bem como da boa aceitação popular da candidata, estava a líder comunitária Socorro Menezes. Uma revelação, sobretudo pelo bom humor, mesmo diante de qualquer catástrofe que possa lhe acontecer.


Um dia ela foi levar seu pai enfermo ao Hospital Tarcísio Maia, e impaciente porque teve de segurar o soro por algum tempo com a mão levantada em um corredor, enquanto o paciente aguardava a sequência do atendimento médico, não contou conversa. Pediu para uma pessoa ficar segurando, e foi até o almoxarifado do hospital pedir um martelo e um prego. Queria pregar o suporte do soro na parede do corredor, mas antes dela terminar o trabalho seu pai foi atendido.


Eu conhecia Socorro da infância, dos tempos em que parte da Rua Francisco Bernardo, no bairro Boa Vista era chamada de Alto do Mocó, espaço bacana na periferia, de onde surgiram alguns gênios que hoje estão aí, brilhando. Só para citar alguns, temos os professores Chagas Silva, Josivan Barbosa, Beônia, Tapuya, a advogada Marta Betânia, além de Valdevino, o Chua, aquele que se faz de maluco e fica nas proximidades da HGO, faturando, vendendo suas bugigangas, um marqueteiro de primeira linha. E Socorro Menezes, que um dia quando ela ameaçou se candidatar a uma vaga na Câmara Municipal chegou a até ser chamada de Socorro doida, que de doida não tem nada. Pode até ser acelerada.


E certamente puxada por essa euforia de poder de decisão, Socorro não esperou muito tempo para ter a oportunidade de parabenizar pessoalmente a governadora eleita e empossada, logo nos primeiros dias da administração.


O congestionamento na Governadoria poderia se comparar ao caos no trânsito de São Paulo, devido aquele entra e sai de lideranças de toda parte do Estado, buscando a natural forma de cobrar espaço no novo governo. Aliados de primeira hora, de segunda e os chamados paraquedistas de última hora. E mesmo sabendo dessas informações de congestionamento, Socorro resolveu enfrentar a jornada. Mas sem antes aprontar alguma.


Convocou o parceiro militante de primeira hora, Widson, outro vibrante guerreiro, e fizeram a trama para romper o cerco da Governadoria. Alugaram um bom terno para Widson e para Socorro um vestido longo, a caráter. Com a pose bem trabalhada não foi difícil furar a barreira.


- Quem eu anuncio? Perguntou a recepcionista.


- Diga que é o prefeito de Viçosa e a primeira-dama, ela já está nos esperando... Respondeu Socorro.


Quando a governadora viu a cena, não conseguiu esconder o sorriso. Deve ter até amenizado o estresse do dia.


Numa outra oportunidade, quando muita gente aguardava a chegada da governadora Wilma no aeroporto em Mossoró, em meio à multidão Socorro viu um vendedor de milho verde. E como estava sem dinheiro e queria comer milho, foi até um destacado auxiliar do governo em Mossoró e disse que a governadora estava querendo uma espiga para comer logo que terminasse uma entrevista coletiva que estava concedendo ali mesmo no aeroporto.


A ideia foi providencial, Socorro conseguiu o dinheiro e comprou várias espigas. E nisso, foi se aproximando da governadora sob os olhares vigilantes e curiosos do financiador, a deixando sem alternativa senão oferecer o milho a Wilma.


Ela tentou se aproximar e até fez menção de oferecer, mas a governadora ficou meio sem entender nada e saiu caminhando, cumprimentando o pessoal que a aguardava.


Observando ao lado, uma assessora da governadora não se conteve e disparou: Socorro, nem de milho a governadora gosta...

Fonte: www.cadernomil.blospot.com

PRECONCEITO

Na campanha de Sandra Rosado para a prefeitura de Mossoró, nos idos de 90, o carro chefe era a construção de casas populares para a população mais carente e nos últimos dias de encerramento da campanha tiveram a brilhante idéia de fabricar uma casa em cima de um caminhão.

E assim fizeram!
No dia da carreata o caminhão saiu com a casa em cima e, por razões desconhecidas, uma negra muito conhecida desfilou dentro da casa que estava em cima do caminhão.

Pois muito bem, em certo trecho da carreata, um gaiato exclamou: Essa Sandra é uma danada, mesmo!

Vai dar a casa já com a empregada!
Fonte: Blog do Junior Pirata

12 SINTOMAS DA VIADAGEM


1.
Chegar aos 30 anos de idade sem barriga

Aos 30 anos se você se preocupa com o físico, você é viado! Como diz o ditado “Quem gosta de homem bonito é viado. Mulher gosta de dinheiro”. Você tem mais é que parar de se preocupar com a barriga e tratar do seu bolso porque aquela menina gostosona de 19 anos dá mais importância ao carro importado e ao cartão de credito que você tem, do que aos seus músculos do abdômen..


2. Pedir caipirinha com adoçante
Você pede caipirinha com adoçante?…Fala serio???!!! Tá de regime? Ou você bebe ou não bebe! Caipirinha é o seguinte: Limão, AÇÚCAR, gelo, pinga ou vodka. Se é pra pedir diferente não chame de caipirinha, diga pro garçom o seguinte: Hoje vou pedir uma bebida de viado, dá pra mim um copo com limão, vodka (ou pinga), gelo e adoçante.


3. Chupar um sorvete
O verbo “chupar” não deve fazer parte do vocabulário de um homem, um verdadeiro homem quando COME sorvete o faz com dentadas e não com chupadas. As duas únicas coisas que um homem tem permissão de chupar são peitos e afins. O resto… é viadagem.


4. Ter como bicho de estimação um gato
O gato por si só não passa de um cão viado; aquele lance de ficar se lambendo o dia todo e de não tomar banho é nojento. Fora o fato de o gato ter aquelas frescuras: gato faz pipi e popô, depois esconde embaixo da terrinha (entenda isso como se você sempre se metesse a abaixar a tampa a privada depois de usar o vaso). Bicho de homem é o cachorro: cachorro tá pouco se fudendo pra tudo, mija e caga em qualquer lugar, bebe água da privada e até coça o saco. Ter gato em casa é coisa de boiola.


5. Saber o nome de mais de 4 coisas na padaria
Homem entra na padaria e fala logo o que quer, no máximo quatro itens, normalmente são o pão, o café, o leite e a manteiga. Chegar na padaria pedindo um pote de queijo Philadelfia , 250 gramas de lombo canadense “bem fininho, viu?!”, ou então um salame (!!!), é sintoma grave de viadagem.


6. Sair pra dançar
Que porra é essa? Homem sai pra beber, pra zoar, pra pegar mulher. Homem que sai pra dançar não é homem! No máximo, você pode dar uns passos na pista de dança, com a intenção, é claro, de se aproximar da mulher que te chamou a atenção. Homem que sai pra dançar é viado enrustido.


7. Bebidas com nomes exóticos
Sex on the beach, Dry Martini, Blood Mary….tudo coisa de viado! Homem não tem frescura, bebe aquilo que todo mundo conhece: Vodka, Pinga, Wisky, cerveja muita cerveja! Detalhes em copo de homem são limão, gelo ou palito, dependendo da bebida. Canudinho e guarda-chuvinha nem pensar. Coisa de viado.


8. Reparar como os outros estão vestidos
Você é daqueles que repara que seu amigo está vestindo a mesma camisa de ontem? Você é viado. Qual a diferença entre seu amigo sair para tomar uma cerveja com uma camisa dessas que não sai por menos de 100 pratas – coisa de viado) e sair com uma camiseta que ele ganhou de brinde do cartão de crédito? Nenhuma! Se o cara tá ridículo, o problema é dele, ou melhor, sobra mais mulher pra você! Se você dá uma de Clodovil e repara se a roupa de seus amigos combinam, você é viado.


9. Comer bolo em festa de aniversário
Só viado faz isso. Homem que é homem enche o prato de salgadinhos, bebe pra caralho, vomita. Quem come bolo é mulher, criança e VIADO.


10. Pedir meias porções ou meias doses
O nome é porção ou dose porque já é calculado, ou seja, um homem come uma porção de gororoba, ou uma dose de birita. Então, quem come meia porção é meio-homem. Pior ainda são aqueles que pedem pratos terminados com “inho”, por exemplo:
- Garçom, traz um arrozinho por favor ?
Isso é muito viado.


11. Consolar ex-namoradas de amigos
A única maneira do verdadeiro homem fazer isso é passando a vara nela depois ou então fazendo com que ela fale algo que possa ser usado pra zoar o seu amigo em questão. Do contrário, vá chorar no ombro da mamãe… VIADÃO


12. E tem mais uma coisa:
Se leu até aqui… Também é viado. Só viado lê tudo e fica rindo deste jeito, porque a carapuça serviu

Fonte: Uncategorized

CONHEÇA OS PRINCIPAIS OS TIPOS DE ÁGUA


Fonte: Marketing na Cozinha

FATO ECONÔMICO


O mito da "diferença salarial" entre homens e mulheres

Não existe "diferença salarial" entre homens e mulheres no livre mercado.

Essas diferenças de salários entre eles decorrem de outros dados pertinentes, como experiência funcional, escolaridade, diferentes faixas salariais nos diversos campos e assim por diante.

Quanto mais se corrige esses fatores cruciais, mais a diferença desaparece. Na verdade, segundo Thomas Sowell, o simples reajuste no estado civil pode eliminar a diferença em certos campos.

Sowell acha que universitárias "solteiras" ganham mais do que universitários "solteiros". Embora possa ser verdade que os papéis tradicionais no casamento (tendo o marido como provedor e a esposa como mãe e dona-de-casa) favoreçam a carreira do marido mais do que a da uma mãe.

Isso não é culpa do capitalismo; e só existe alguma "culpa" se você achar que um emprego no mercado é mais importante que o trabalho de criar uma família e cuidar de uma casa.
Walter Williams

FOLCLORE POLITICO

Ulisses Guimarãos, filósofo da oposiçao, traçando a estratégia da escalada do MDB em 1974, 76 e 78:


* No alto do morro estavam dois touros. O touro velho e o touro novo. Viram lá embaixo o pasto cheio de vacas. O touro novo ficou aflito:
- Vamos descer depressa e pegar umas dez.
O touro velho balançou a cabeça:
- Nada disso. Vamos descer devagar e pegar todas.

* Deus manda lutar, não vencer.

* O destino do MDB não é a oposição. O destino do MDB é o poder.

* 1974 não foi uma tempestade. Foi uma tromba dágua.

* Muitos dos atuais governadores são arrivistas, deslumbrados. Alice no país das maravilhas. Amadores, não são do ramo. Tocadores de flauta política, podem mais do que sabem.

* O MDB vinha de trem. Agora tomamos o avião.

* O Brasil precisa é de um projeto político que comece por batizar a criança: se é uma democracia, então vamos ter uma democracia!

* Navegar é preciso. Viver não é preciso.
Sebastão Nery

ECONOMIA SIMPLIFICADA

Carlos Escósia


A Utilidade Marginal de um bem ou serviço é a intensidade de satisfação - utilidade - que você detém ao consumir uma unidade dele.

Se você estiver realmente com sede, a utilidade marginal do seu primeiro copo d'água é muito maior do que a do terceiro ou quarto, porque a sua sede diminui depois do primeiro copo.

ORGANIZANDO A FILA

Carminha, aquela moça bem feiosa, infeliz, tão desajeitada que nunca tinha conseguido arrumar um namorado, foi pedir auxílio a uma cartomante.


Depois de por as cartas, a Cartomante diz:

- Minha querida, nessa vida, você não vai ser muito feliz no amor.

Mas na próxima encarnação, você será uma mulher muito desejada e todos os homens se arrastarão aos seus pés. Carminha saiu de lá muito feliz e ao passar uma ponte sobre uma rodovia, pensou:


"Quanto mais cedo eu morrer, mas cedo começará a minha outra vida!"


E decidiu se atirar lá de cima da ponte. Mas, por uma incrível coincidência, a moça não morreu, porque Carminha caiu de costas em cima de um caminhão carregado de bananas. Com a queda, perdeu os sentidos. Assim que se recuperou, ainda tonta e sem saber onde estava, começou a apalpar em volta e, sentido as bananas, sussurrou, com um sorriso nos lábios...


- Um de cada vez! Por favor! Um de cada vez! Façam uma fila.

ECONOMIA SIMPLIFICADA

Carlos Escóssia

Vantagem relativa: uma situação em que um país produz um bem pelo custo mais baixo, quando os custos são medidos pela quantidade de bens alternativos que poderiam ser produzidos com os mesmos recursos.

Um país pode estar em uma desvantagem absoluta e ainda ser o mais eficiente. Isto é, poderá ter a vantagem comparativa (ou relativa).

BOLSAS INTERNACIONAIS - 04/01/2010 - 06:03

PRINCIPAIS BOLSAS - Fonte: Globo.com

Ibovespa (SP) 68588 fechada +0.43 %
CAC 40 (Bolsa da França) 3936,33 fechada +0.02 %
Dax Xetra (Bolsa da Alemanha) 5957,43 fechada -0.90 %
FTSE (Bolsa de Londres) 5412,88 fechada +0.28 %
Merval (Bolsa da Argentina) 2320,7 fechada +0.10 %
Nasdaq Composite (EUA) 2269,15 fechada -0.97 %
NIKKEI (Bolsa de Toquio) 10654,8 aberta +1.03 %
Standard & Poors 500 (EUA) 1115,1 fechada -1.00 %
Dow Jones (EUA) 10428,1 fechada -1.14 %


IBOVESPA - Fonte: Globo.com

Fechamento do Ibovespa em pontos

dez/09nov/09out/09set/09ago/09jul/09
685886708261406615185649854766

jun/09mai/09abr/09mar/09fev/09jan/09
514655319847379409503818339301