quinta-feira, 20 de outubro de 2016
DOCENTES DA UERN DEFENDERÃO
GREVE GERAL A PARTIR DE
11 DE NOVEMBRO
Professores
e professoras da UERN se reuniram na manhã de hoje (19) na sede da
ADUERN, a fim de deliberar qual será o posicionamento dos docentes na
Assembleia Geral do Funcionalismo Público, que será realizada no dia 21,
em Natal. Na oportunidade os servidores paralisarão suas atividades
para discutir e encaminhar ao lado de outras categorias as estratégias
de resistência aos ataques empreendidos pelos Governos.
Por ampla
maioria, os docentes da UERN definiram que defenderão Greve Geral a
partir do dia 11 de novembro. A proposta será levada à Assembleia Geral
na sexta-feira e apreciada pelos trabalhadores e trabalhadoras das
demais categorias.
Fonte: Assessoria de Imprensa da ADUERN
Por Cláudio Palheta Jr.
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Economia
terça-feira, 18 de outubro de 2016
O QUE FAZER COM AS
RESERVAS INTERNACIONAIS?
O nível “ótimo” das reservas internacionais
de um país é mais um daqueles conceitos abstratos de difícil estimação
empírica por estar subordinado a um grande número de variáveis, algumas
subjetivas. Depende, ao menos:
1. Do nível e da importância das
importações para sustentar a atividade econômica interna e da
probabilidade de suspensão dos fluxos normais de comércio e seu
financiamento (a famosa “parada súbita”).
2. Da qualidade da sua política econômica interna (fiscal, monetária e cambial).
3. Da situação da economia mundial
e das políticas econômicas (fiscal, monetária e cambial) dos grandes
parceiros internacionais (Estados Unidos, União Europeia, Japão e
China), que exercem influência assimétrica sobre as políticas econômicas
internas dos países sob sua influência, particularmente os emergentes.
4. Da magnitude da dívida externa, da distribuição de sua amortização e da qualidade do seu financiamento.
5. Do custo, em relação ao PIB, de carregá-las.
6. Da qualidade e confiabilidade das hipóteses com as quais se “inventa” o futuro para projetá-las.
Hoje as nossas reservas são da ordem de
380 bilhões de dólares, nível confortável, provavelmente acima do nível
“ótimo” se as condições de pressão e temperatura da economia no Brasil e
os seus parceiros externos fossem normais, o que, obviamente, está
longe, muito longe, de ser verdade.
Ao contrário, a confusão produzida pelas políticas monetárias do Fed, do BCE, do BCJ e tutti quanti
sugere que eles navegam num mar desconhecido e perigoso, sem bússola e
com céu encoberto. Os “derivativos”, um dos instrumentos com os quais
fazemos as intervenções no mercado cambial, e que já andaram próximos de
120 bilhões de dólares, estão hoje perto de 40 bilhões.
O custo anual para carregar a reserva é
igual à diferença entre a taxa de juros da dívida interna que a financia
e a taxa de juros em dólares que a remunera, multiplicado pelo seu
nível médio no ano, somado aos resultados (positivos e negativos) das
operações de swaps liquidadas no período.
Ele é mesmo muito elevado, não apenas
porque o nível da reserva parece exagerado, mas, também, porque a
diferença entre a taxa de juros interna de seu financiamento (uma das
maiores do mundo) e a taxa externa que a remunera (que hoje namora o
espectro negativo) é extremamente exagerada.
O efeito de uma redução de 20% no nível
da dívida com relação ao seu custo é o mesmo de uma redução de 20% entre
as taxas de juro, que estará ao alcance de nossa mão se o Congresso
aprovar a PEC 241.
A discussão sobre o nível ótimo de
reservas é, hoje, tão diversionista quanto todas as outras sugestões
para a miríade de reformas infraconstitucionais que deveremos fazer
depois que tivermos criado a condição necessária (mas não suficiente)
para controlar os gastos públicos e a expectativa de que a relação
dívida bruta/PIB convergirá para a estabilidade num horizonte razoável.
No momento, a redução das reservas não parece ser nem
necessária, nem a melhor solução: implicará reduzir o “seguro” quando a
probabilidade da “catástrofe” é ainda assustadora. O problema do Tesouro
Nacional não é excesso de dólares. É a escassez de reais!
A venda de dólares físicos no mercado de câmbio
introduzirá mais incerteza sobre o nível adequado da taxa cambial,
aumentará a necessidade de intervenção com os swaps e reduzirá ainda mais as expectativas de crescimento do PIB.
É preciso insistir: sem a aprovação de alguma coisa
parecida com a filosofia da PEC 241 (que pode ser aperfeiçoada, mas não
afrouxada no Congresso), a instabilidade fiscal não será corrigida e continuará a pressionar a taxa de juros.
Ao contrário, a sua aprovação, combinada com as
expectativas de redução da taxa de inflação (em torno de 5%, para 2017, e
seu retorno à meta, em 2018), induzirá, naturalmente, uma redução
sustentável da taxa de juros real que terá, para o Tesouro, o mesmo
efeito que a “venda” física de parte das reservas e estimulará, ainda, a
sustentação de uma taxa de câmbio adequada.
Serão somados dois efeitos fundamentais para a recuperação da produção industrial, sem a qual o crescimento saudável não voltará:
1. A queda da taxa de juros real.
2. A manutenção de uma taxa de câmbio real competitiva.
Fonte: CartaCapital
Por Delfim Netto
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Fonte: Fiscosoft
ÍNDICES ECONÔMICOS E FINANCEIROS
Mês: 10/2016
Mês: 10/2016
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Mês: 09/2016
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sexta-feira, 7 de outubro de 2016
INFLAÇÃO DESACELERA
PARA 0,08%, A MENOR PARA
SETEMBRO EM 18 ANOS
A inflação oficial no Brasil fechou o mês de setembro em 0,08%, o
representa uma desaceleração em relação a agosto, quando a alta dos
preços havia sido de 0,44%, segundo dados do IPCA (Índice
de Preços ao Consumidor Amplo) divulgados nesta sexta-feira (7) pelo
IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
Este é o
menor índice desde a taxa de 0,01% de julho de 2014. Em relação aos
meses de setembro, a taxa é a mais baixa desde 1998, quando ficou em
-0,22%. Em setembro de 2015, a inflação havia sido de 0,54%.
Com a alta dos preços em setembro, o acumulado no ano é de 5,51%. Em 12 meses, a inflação é de 8,48%.
O resultado ainda está muito acima do limite máximo da meta do governo.
O objetivo é manter a inflação em 4,5% ao ano, mas com tolerância de
dois pontos percentuais para mais ou para menos, ou seja, podendo
oscilar de 2,5% a 6,5%. Em 2015, a inflação foi de 10,67%.
Inflação e juros
Inflação e juros
A inflação alta tem sido uma das principais dores de cabeça para o
Banco Central nos últimos anos. A taxa de juros é um dos instrumentos
mais básicos para controle da alta de preços.
Quando os juros
sobem, as pessoas tendem a gastar menos e isso faz o preço das
mercadorias cair (obedecendo à lei da oferta e procura), o que, em tese,
controlaria a inflação.
Porém, a taxa de juros já está alta e
aumentá-la ainda mais poderia comprometer a retomada do crescimento da
economia. O Banco Central tem dito que buscará deixar a inflação dentro
da margem de tolerância deste ano. Atualmente os juros estão em 14,25% ao ano.
Perspectivas
A projeção para a inflação no final de 2016 caiu para 7,23%, segundo o último Boletim Focus, com as expectativas de economistas consultados pelo Banco Central.
Para os próximos 12 meses, a projeção de inflação caiu de 5,16% para 5,15%. Para 2017, os analistas mantiveram a previsão de 5,07
Fonte: UOL Economia
(Com Reuters)
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Economia
Fonte: Fiscosoft
ÍNDICES ECONÔMICOS E FINANCEIROS
Mês: 09/2016
Mês: 09/2016
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Mês: 08/2016
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Mês: 07/2016
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Indicadores
quinta-feira, 6 de outubro de 2016
PRODUÇÃO DE VEÍCULOS CAI 3,9%
E FICA NO MENOR NÍVEL PARA
SETEMBRO DESDE 2003
As montadoras instaladas no Brasil terminaram setembro com o menor nível de produção para o mês desde 2003. Foram 170.815 veículos produzidos no nono mês do ano, queda de 2,2% em relação a igual período do ano passado e baixa de 3,9% em comparação a agosto, informou nesta quinta-feira, 6, a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).
No acumulado de janeiro a setembro, 1.533.951 unidades saíram das fábricas, recuo de 18,5% sobre o resultado alcançado em igual intervalo de 2015.
Por segmento, os automóveis e comerciais leves, juntos, somaram 163.825 unidades em setembro, retração de 1,9% em relação a setembro do ano passado e tombo de 4,2% ante o volume do mês anterior. No acumulado do ano, a queda é de 18,3%, para 1.493.022 unidades.
Entre os pesados, foram 4.846 caminhões produzidos no mês passado, baixa de 16,7% ante igual mês de 2015 e declínio de 7% sobre o volume de agosto. O segmento acumula queda de 21,7% no ano até setembro, para 46.447 unidades.
Já no caso dos ônibus, as montadoras produziram 2.144 unidades em setembro, expansão de 24,1% sobre o resultado de igual mês do ano passado e alta de 46,4% em relação a agosto. No ano, no entanto, há baixa acumulada de 22,5% - 14.482 unidades.
Com o corte na produção da indústria automobilística como um todo, as demissões continuam nas montadoras. Só em setembro, 1.368 vagas de emprego foram eliminadas. Considerando os últimos 12 meses, são 8.979 vagas a menos. Com isso, o setor conta hoje com 124.630 funcionários, recuo de 6,7% em relação ao nível de setembro do ano passado.
Fonte: Isto É Dinheiro
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