terça-feira, 29 de março de 2016


segunda-feira, 28 de março de 2016

ESTADUAL RN 2016

4ª RODADA
 América 7x0 Palmeiras
Alecrim 1x0 ABC
Baraúnas 3x2 Globo
Asu 0x1 Potiguar


CAMPEONATO CARIOCA 2016
 
3ª RODADA
 

Madureira 2x2 Bangu
Volta redonda 1x0 Flamengo
Vasco 1x0 Botafogo
Fluminense 3x0 Boa Vista

CAMPUS DE CAICÓ FICA

COMPLETAMENTO ALAGADO 


O novo Campus da UERN em Caicó, apresentado como solução para os problemas da comunidade acadêmica local, não tem respondido à altura das demandas.  De acordo com docentes, é a segunda vez que a unidade vai literalmente para “baixo d’água” após uma chuva na cidade, trazendo prejuízos imensos para todos.  

De acordo com o Professor Galileu Galilei, representante da ADUERN em Caicó, em duas ocasiões este ano, o Campus sofreu com os alagamentos, causados pela vazão dos bueiros com água da chuva diretamente na unidade. Ele destaca que em ambos os casos foram registradas significativas perdas materiais e documentais. 

“Duas chuvas, a primeira de aproximadamente 80 mm e a segunda, maior, de 100 mm deixaram o Campus sem condições de funcionamento. No dia 22 de março os automóveis ficaram submersos, com carpete todo molhado. Com o alagamento nas salas de aula e departamentos, alguns documentos foram perdidos, um computador,  vários estabilizadores e dois data-shows foram danificados”, afirmou o docente.

Galileu narra que durante o alagamento do Campus, alunos, técnicos e professores ficaram ilhados. Ele explica que além de inúmeros detritos, a correnteza também trouxe consigo animais que escapavam da enxurrada, incluindo cobras e aranhas. Outro perigo se deu quanto à rede elétrica das salas, uma vez que a água atingiu tomadas e demais instalações elétricas, que poderia ter resultado em uma tragédia.

Comunidade acadêmica reivindica licitação emergencial para sanar problema

Diante da situação caótica no Campus de Caicó, docentes, técnicos e estudantes da unidade já iniciaram as reivindicações para que medidas emergenciais sejam tomadas. O Professor Galileu Galilei destaca que durante as duas vezes em que a unidade ficou alagada foi necessário extremo desgaste físico dos funcionários, que escoaram a água com rodos e vassouras, a fim de garantir condições mínimas de aula.

“Estamos esperando que se faça licitação para construção de um sistema de escoamento de águas pluviais. Entretanto, isso deve demorar mais de três meses. Sem esse sistema, estamos sujeitos a ficar submersos e sem aula nos dias de chuvas torrenciais. O nosso apelo é que sejam tomadas medidas emergenciais para que o problema seja corrigido com mais agilidade. Não podemos esperar até a próxima chuva. O desgaste físico e emocional dos envolvidos é imenso” concluiu Galileu.

Fonte: Assessoria de Imprensa da ADUERN
Por Cláudio Palheta Jr. 

quarta-feira, 23 de março de 2016


DESEMPREGO ATINGE 8,2% EM 

FEVEREIRO, O MAIOR PARA

 O MÊS EM 7 ANOS, DIZ IBGE


O desemprego em fevereiro foi de 8,2%, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). É o pior resultado para o mês desde 2009, quando havia sido de 8,5%. 
O resultado representa uma alta de 0,6 ponto percentual na comparação com janeiro (7,6%). Em relação a fevereiro de 2015 (5,8%), a alta foi de 2,4 pontos percentuais. 

Os números foram divulgados nesta quarta-feira (23) pelo IBGE e fazem parte da PME (Pesquisa Mensal de Emprego), com dados das regiões metropolitanas de Recife, Belo Horizonte, São Paulo, Salvador, Rio de Janeiro e Porto Alegre.

"A notícia desfavorável que ficou evidente foi a queda na ocupação. São cortes mesmo. Além daqueles setores que já vinham dispensando, como construção e indústria, vimos agora dispensas no comércio", afirmou a técnica da pesquisa no IBGE, Adriana Beringuy.

De acordo com essa mesma pesquisa, a média de desemprego em 2015 foi de 6,8%.

Número de desempregados chega a 2 milhões


O número de desempregados nas regiões analisadas pelo IBGE subiu para 2 milhões. Houve alta tanto na comparação com janeiro (mais 136 mil pessoas, ou 7,2%), quanto em relação a fevereiro de 2015 (mais 565 mil pessoas, ou 39%).

O número de pessoas com emprego foi estimado em 22,6 milhões, caindo tanto na comparação com janeiro (menos 428 mil pessoas, ou 1,9%), quanto em relação a fevereiro de 2015 (menos 842 mil pessoas, ou 3,6%).

Desemprego só não sobe em Recife


A pesquisa divulgada nesta quarta-feira indicou que o desemprego em fevereiro subiu em todas as regiões metropolitanas pesquisadas, exceto na de Recife, na comparação com o mês anterior:

  • Salvador: de 11,8% para 12,6%;
  • Recife: de 10,5% para 10,4%;
  • São Paulo: de 8,1% para 9,3%;
  • Belo Horizonte: de 6,9% para 7,2%;
  • Porto Alegre: de 5,9% para 6,4%;
  • Rio de Janeiro: de 5,1% para 5,2%.

Na comparação com fevereiro de 2015, o desemprego aumentou em todas as regiões.

Renda cai 7,5% em um ano


O rendimento médio real (ajustado pela inflação) dos trabalhadores foi de R$ 2.227,50, uma queda de 7,5% em um ano (em fevereiro de 2015, era de R$ 2.407,53).

Na comparação com janeiro (R$ 2.262,51), diminuiu 1,5%.

Pesquisa vai acabar


Esta foi a última Pesquisa Mensal de Emprego realizada pelo IBGE. O órgão anunciou que acabou com a pesquisa e vai manter apenas a Pnad Contínua mensal que, segundo o instituto, é mais abrangente, porque usa dados de cidades de todo o país. 

Outra pesquisa sobre emprego já foi encerrada, a Pesquisa Industrial Mensal de Emprego e Salário (Pimes), que era focada na indústria. A última foi divulgada no dia 18 de fevereiro e indicou que o número de trabalhadores na indústria em 2015 caiu 6,2%.

Além do IBGE, o Ministério do Trabalho também apresenta dados sobre emprego, levando em conta o número de contratações e demissões de pessoas com carteira assinada, baseados no Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados).

Fonte: UOL Economia 


SALÁRIO MÉDIO CAI 7,5% EM UM ANO


O salário médio do trabalhador brasileiro em janeiro foi de R$ 2.227,50, segundo levantamento feito nas regiões metropolitanas de Belo Horizonte, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, São Paulo e Porto Alegre.

Descontando o efeito da inflação, o resultado representa uma queda de R$ 180,03 (-7,5%) em relação a fevereiro do ano passado (R$ 2.407,53). Na comparação com janeiro (R$ 2.262,51), a queda foi de R$ 35,01 (-1,5%).

Esses são números médios e podem variar. 

Os dados são da PME (Pesquisa Mensal de Emprego) e foram divulgados nesta quarta-feira (23) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). A mesma pesquisa também indicou que o desemprego no país foi de 8,2% em fevereiro, o maior para o mês desde 2009. 

Salário médio em Salvador cai 12,5%


O salário médio dos brasileiros caiu nas seis regiões pesquisadas pelo IBGE de fevereiro de 2015 para fevereiro de 2016.

A maior queda foi notada em Salvador, onde a renda média caiu para R$ 1.653,60 em fevereiro --R$ 236,45 a menos (-12,5%) que no ano anterior.

Veja quanto caiu a renda média de fevereiro de 2015 para fevereiro de 2016:

  • Salvador: de R$ 1.890,05 para R$ 1.653,60 (R$ 236,45 a menos, ou -12,5%);
  • Recife: de R$ 1.839,43 para R$ 1.647,80 (R$ 191,63 a menos, ou -10,4%).
  • Rio de Janeiro: de R$ 2.662,80 para R$ 2.434,90 (R$ 227,9 a menos, ou -8,6%);
  • Belo Horizonte: de R$ 2.223,65 para R$ 2.073,40 (R$ 150,25 a menos, ou -6,8%);
  • São Paulo: de R$ 2.486,99 para R$ 2.324,10 (R$ 162,89 a menos, ou -6,6%);
  • Porto Alegre: de R$ 2.406,81 para R$ 2.278,80 (R$ 128,01 a menos, ou -5,3%);

Construção tem maior queda


A queda nos salários em um ano foi sentida pelos trabalhadores de todos os setores da economia analisados pela pesquisa.

A maior perda percentual foi registrada pela construção: -12,8%. Em números absolutos, também foram os funcionários da construção que mais perderam dinheiro: R$ 289,50 a menos que em fevereiro de 2015.

Veja quanto caiu a renda média de fevereiro de 2015 para fevereiro de 2016:

  • Construção: de R$ 2.256,10 para R$ 1.966,60 (R$ 289,50 a menos, ou -12,8%);
  • Comércio: de R$ 1.956,33 para R$ 1.768,80 (R$ 187,53 a menos, ou -9,6%);
  • Indústria: de R$ 2.451,35 para R$ 2.236,40 (R$ 214,95 a menos, ou -8,8%);
  • Outros serviços: de 2.100,67 para R$ 1.943,60 (R$ 157,07 a menos, ou -7,5%);
  • Educação, saúde e administração pública: de R$ 3.349,20 para R$  3.131,10 (R$ 218,10 a menos, ou -6,5%);
  • Serviços prestados às empresas: de R$ 2.858,28 para R$ 2.716,80 (R$ 141,48 a menos, ou -4,9%);
  • Serviços domésticos: de R$ 1.061,04 para R$ 1.014,90 (R$ 46,14 a menos, ou -4,3%).

Empregados com carteira perderam R$ 141,12


A maior perda percentual em um ano foi registrada entre os funcionários com carteira assinada: -6,4%. Eles também foram os que mais saíram perdendo em números absolutos.

Veja quanto caiu a renda média de fevereiro de 2015 para fevereiro de 2016:

  • Empregados com carteira assinada: de R$ 2.196,52 para R$ 2.055,40 (R$ 141,12 a menos, ou -6,4%);
  • Empregados sem carteira assinada: de R$ 1.722,69 para R$ 1.631,90 (R$ 90,79 a menos, ou -5,3%);
  • Trabalhadores por conta própria: de R$ 2.061,73 para R$ 1.985,30 (R$ 76,43 a menos, ou -3,7).
  • Militares e funcionários públicos: de R$ 4.029,71 para R$ 3.889,80 (R$ 139,91 a menos, ou -3,5%);

Metodologia


O chamado "rendimento do trabalho" abrange a remuneração recebida no mês pelos empregados (salário mais gratificações, como 13º salário ou participação nos lucros); para empregadores ou autônomos, considera o rendimento menos as despesas com o negócio no mês; para quem recebe em produtos ou mercadorias, considera o valor de mercado dos produtos recebidos; e para quem está afastado pelo INSS, considera o valor do benefício.

Fonte: UOL Economia 


ÍNDICES ECONÔMICOS E FINANCEIROS
03/2016

Índice Período Valor
BTN+TR 03/2016 1,6189

Índices Econômicos e Financeiros
Mês: 02/2016
Índice Período Valor
BTN+TR 02/2016 1,6173
CUB-SINDUSCON/SP 02/2016 0,05
IGP-M FGV 02/2016 1,29
INCC-M 02/2016 0,5200
IPC-FIPE 02/2016 0,89
SELIC 02/2016 1,00
Índices Econômicos e Financeiros
Mês: 01/2016
Índice Período Valor
BTN+TR 01/2016 1,6152
CUB-SINDUSCON/SP 01/2016 0,40
ICV-DIEESE 01/2016 1,80
IGP-FGV 01/2016 1,53
IGP-M FGV 01/2016 1,14
INCC-DI 01/2016 0,39
INCC-M 01/2016 0,3200
INPC-IBGE 01/2016 1,51
IPC-FGV 01/2016 1,78
IPC-FIPE 01/2016 1,37
IPCA-IBGE 01/2016 1,27
SELIC 01/2016 1,06

terça-feira, 22 de março de 2016


MOSSORÓ É A 9ª CIDADE 

MAIS VIOLENTA DO BRASIL


O Atlas da Violência 2016, divulgado na segunda-feira, 21 de março, pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) aponta Mossoró como a 9ª cidade mais violenta do Brasil, com taxa de 71,5 homicídios para cada 100 mil habitantes. O estudo também coloca outras duas cidades potiguares na lista das 20 mais perigosas do país: Macaíba (na 5ª posição com taxa de 72,4 homicídios para cada 100 mil) e Natal (na 16ª colocação e 62,1 por 100 mil).

Todos os 20 municípios mais violentos estão nas regiões Norte e Nordeste. A cidade mais violenta é a Aglomeração Urbana de São Luís, no Estado do Maranhã, com taxa de 84,9 homicídios para cada 100 mil habitantes. O Estado do Pará possui quatro cidades na lista das mais violentas, seguido pelo Ceará e pelo Rio Grande do Norte, cada um com três municípios listados.

Levando em consideração os registros de homicídios entre os anos 2004 e 2014, o Rio Grande do Norte foi o estado onde a taxa de homicídios e o número de assassinatos mais cresceram. Em relação à taxa de homicídios por 100 mil habitantes, o crescimento foi de 308,1%. Já a quantidade de assassinatos aumentou 360,8% em 10 anos no RN.

No estudo, o Ipea ressalta que, nas 20 microrregiões com maior crescimento das taxas de homicídios no Brasil, os índices de violência vem ocorrendo em grande velocidade e verificou-se ainda a deterioração das condições de segurança. Com base nos dados do Atlas da Violência, o Governo Federal deve implantar ações especiais dentro do Pacto Nacional pela Redução dos Homicídios, com focos nos 81 municípios com maiores índices de assassinatos.

Fonte: O Mossoroense Online