quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015


ESTADUAL RN 2015


05ª RODADA

América 4x0 Palmeiras
Força e Luz 1x2 Santa Cruz
Alecrim 2x1 Baraúnas
Potiguar x ABC
Corintians x Globo

Fonte: Fiscosoft
ÍNDICES ECONÔMICOS E FINANCEIROS
Mês: 01/2015

Índice Período Valor
BTN+TR 01/2015 1,5868

Índices Econômicos e Financeiros
Mês: 12/2014
Índice Período Valor
BTN+TR 12/2014 1,5851
CUB-SINDUSCON/SP 12/2014 0,03
ICV-DIEESE 12/2014 0,52
IGP-FGV 12/2014 0,38
IGP-M FGV 12/2014 0,62
INCC-DI 12/2014 0,08
INPC-IBGE 12/2014 0,62
IPC-FGV 12/2014 0,75
IPC-FIPE 12/2014 0,30
IPCA-IBGE 12/2014 0,78
SELIC 12/2014 0,96
Índices Econômicos e Financeiros
Mês: 11/2014
Índice Período Valor
BTN+TR 11/2014 1,5843
CUB-SINDUSCON/SP 11/2014 0,02
ICV-DIEESE 11/2014 0,52
IGP-FGV 11/2014 1,14
IGP-M FGV 11/2014 0,98
INCC-DI 11/2014 0,44
INCC-M 11/2014 0,3000
INPC-IBGE 11/2014 0,53
IPC-FGV 11/2014 0,65
IPC-FIPE 11/2014 0,69
IPCA-IBGE 11/2014 0,51
SELIC 11/2014 0,84

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015


PREFEITURA DE MOSSORÓ PROPÕE 

PARCERIA COM UERN PARA 

CONSTRUÇÃO DO CENTRO

 DE CONVENÇÕES


O secretário municipal de turismo de Mossoró, Rútilo Coelho, visitou nesta segunda-feira (23) o reitor da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte, Prof. Dr. Pedro Fernandes Ribeiro Neto, acompanhado do secretário municipal de planejamento do município, Josivan Barbosa, e equipe técnica da prefeitura.

A visita teve o objetivo de propor uma parceria com a Universidade para a construção do Centro de Convenções de Mossoró no terreno da UERN, localizado no Alto da Pelonha. De acordo com o secretário de turismo, a visita ao reitor foi o primeiro contato com a Universidade para só então ser formalizada uma parceria. “Hoje existem dois gargalos que dificultam a atração de grandes eventos para Mossoró. Um deles é o aeroporto, que o Governador Robinson Faria já está tomando providências para reativar, e o outro é um local para receber esses eventos, já que o município não conta com um centro de convenções, que traria benefícios para o desenvolvimento de toda a região. Ainda vamos levar a sugestão do terreno ao prefeito Francisco José. Esta visita é uma antecipação para saber da abertura da Universidade quanto à parceria”, explicou Rútilo Coelho.

O secretário de planejamento, Josivan Barbosa, destacou a importância da parceria com a UERN neste projeto. “Precisamos de um Centro de Convenções que atenda as necessidades atuais, mas também as necessidades para os próximos vinte anos. A presença da UERN neste projeto é fundamental para levar desenvolvimento para esta região da cidade, além de que o equipamento poderá servir para a própria instituição, como campo de estágio para diversos cursos”, afirmou o secretário.

O reitor Pedro Fernandes manifestou apoio ao projeto de parceria. Ele explicou que a intenção da parceria ainda precisa ser formalizada por parte da prefeitura e que o projeto ainda precisa ser apreciado pelo Conselho Diretor da instituição. “Acredito que essa parceria venha trazer muitos benefícios para a instituição. Vários cursos podem ser beneficiados diretamente com o Centro de Convenções, servindo de laboratório e campo de estágio para os nossos estudantes, no sentido até mesmo de gerir esse equipamento. Essa parceria tem o meu apoio, mas ainda precisa passar pelo nosso conselho diretor. Mesmo assim, acredito que toda a instituição enxergue como um grande investimento da Universidade”, afirmou o reitor.

A reunião contou com a presença do vice-reitor Aldo Gondim; do Chefe de Gabinete da Reitoria, Tarcísio Barra; da Pró-Reitora de Planejamento, Raquel Morais; do Pró-reitor de Administração, Iata Anderson; da Pró-Reitora de Recursos Humanos, Lúcia Musmée; do Pró-Reitor de Extensão, Etevaldo Almeida; do Pró-Reitor Adjunto de Extensão, Fabiano Mendes; do assessor da Reitoria, Wogelsanger Oliveira e do assessor de obras da Universidade, Osmídio Dantas. 

Após a reunião, o reitor e o vice-reitor acompanharam o secretário Rútilo Coelho ao terreno onde poderá ser construído o Centro de Convenções, após a área construída do Campus Central da UERN.


Fonte: Assessoria de Comunicação da UERN



CAMPANHA DA FRATERNIDADE
 É LANÇADA EM MOSSORÓ


Na manhã de ontem (24), a Diocese de Mossoró reuniu a imprensa para uma coletiva a respeito do lançamento da Campanha da Fraternidade 2015 em Mossoró e Região. O encontro foi no prédio do Projeto Reviver, que cuida de mulheres que usaram drogas.

De acordo com Dom Mariano Manzana, a escolha do local se deu pela união do projeto com o lema da Campanha ‘Eu vim para servir’. “Nós tratamos o Projeto Reviver como a doçura da Diocese. Estamos aqui com o objetivo de ajuda-las. Esta casa vive de caridade e é importante abraçamos essa causa, por isso a importância da igreja na sociedade. Este período da quaresma é o momento de renovar as nossas atitudes e o espírito”.

Já a coordenadora do Projeto Reviver, Cláudia Almeida, todo esse acolhimento dado pela Diocese é uma resposta de Deus. Ele se emocionou ao falar do projeto e diz a satisfação de todos em ser voluntários no local.

“Sentimos que estamos no caminho. Ajudamos as mulheres que vem para cá a encontrar o seu caminho. Para nos a voz de Dom Mariano Manzana é a voz de Deus. Só saber o sofrimento quem convive com o sofrimento destas mulheres”, finalizou.

Fonte: Jornal de De Fato
Por Edinaldo Moreno


Indicadores e Índices Econômicos - 25/02/2015

Fonte: Empresário Online
INFLAÇÃO - FONTES DIVERSAS - REFERÊNCIA ATUALIZADA
JANEIRO/ 2015

ÍNDICES
mai/14 jun/14 jul/14 ago/14 set/14
INPC / IBGE (%)
IPCA / IBGE (%)
IPCA Esp / IBGE (%)
ICV / DIEESE (%)
IPC / FIPE (%)
ClasMéd/Ordem (%)
IGP-DI / FGV (%)
IPA -DI / FGV (%)
IPC-DI / FGV (%)
INCC-DI / FGV (%)
IGP-M / FGV (%)
IPA-M / FGV (%)
IPC-M / FGV (%)
INCC-M / FGV (%)
CUB-Sinduscon (%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
0,60
0,46
0,58
0,14
0,25
0,24
-0,45
-1,21
0,52
2,05
-0,13
-0,65
0,68
1,37
1,71
0,26
0,40
0,47
0,00
0,04
0,14
-0,63
-1,21
0,33
0,66
-0,74
-1,44
0,34
1,25
2,77
0,13
0,01
0,17
0,68
0,16
0,32
-0,55
-1,01
0,10
0,75
-0,61
-1,11
0,15
0,80
0,59
0,18
0,25
0,14
0,02
0,34
0,37
0,06
0,04
0,12
0,08
-0,27
-0,45
0,02
0,19
0,47
0,49
0,57
0,39
0,23
0,21
0,23
-0,02
-0,18
0,49
0,15
0,20
0,13
0,42
0,16
0,01


out/14 nov/14 dez/14 jan/15 12meses
INPC / IBGE (%)
IPCA / IBGE (%)
IPCA Esp / IBGE (%)
ICV / DIEESE (%)
IPC / FIPE (%)
ClasMéd/Ordem (%)
IGP-DI / FGV (%)
IPA -DI / FGV (%)
IPC-DI / FGV (%)
INCC-DI / FGV (%)
IGP-M / FGV (%)
IPA-M / FGV (%)
IPC-M / FGV (%)
INCC-M / FGV (%)
CUB-Sinduscon (%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
0,38
0,42
0,48
0,50
0,37
0,40
0,59
0,73
0,43
0,17
0,28
0,23
0,46
0,20
0,12
0,53
0,51
0,38
0,52
0,69
0,77
1,14
1,44
0,65
0,44
0,98
1,26
0,53
0,30
0,02
0,62
0,78
0,79
0,52
0,30
0,45
0,38
0,30
0,75
0,08
0,62
0,63
0,76
0,25
0,03
1,48
1,24
0,89
2,25
1,62
1,31
0,67
0,23
1,73
0,92
0,76
0,56
1,35
0,70
0,33
7,13
7,14
6,69
7,05
5,91
6,45
4,06
2,27
7,66
6,99
3,98
2,38
7,27
6,74
6,66

Fonte: Folha Online, Valor Econômico, Ordem dos Economistas


POUPANÇA/DIA – FEVEREIRO

Período
Poupança (1)
Poupança (2)
31/01 a 01/03
01/02 a 01/03
02/02 a 02/03
03/02 a 03/03
04/02 a 04/03
05/02 a 05/03
06/02 a 06/03
07/02 a 07/03
08/02 a 08/03
09/02 a 09/03
0,5169%
0,5169%
0,5236%
0,5179%
0,5434%
0,5224%
0,5016%
0,5195%
0,5195%
0,5373%
0,5169%
0,5169%
0,5236%
0,5179%
0,5434%
0,5224%
0,5016%
0,5195%
0,5195%
0,5373%
(1) Depósitos até 03/05/12
(2) Depósitos a partir de 04/05/12 - MP nº 567, de 03/05/12
Rendimento da Caderneta de Poupança no último dia do período.
Fonte: Valor Econômico
 
 
 REAJUSTE DE ALUGUEL E OUTROS CONTRATOS:

ÍNDICES ACUMULADO % ATÉ DEZEMBRO/ 14
Trimestr Quadrim Semestr Anual
FIPE
IGP-DI
IGP-M
INPC
1,36
2,13
1,89
1,54
1,57
2,15
2,10
2,04
2,08
1,65
1,21
2,35
5,20
3,78
3,69
6,23

ACUMULADO % ATÉ JANEIRO/ 15
Trimestr Quadrim Semestr Anual
FIPE
IGP-DI
IGP-M
INPC
2,63
2,21
2,38
2,65
3,01
2,81
2,67
3,04
3,57
2,90
2,60
3,73
5,91
4,06
3,98
7,13
Fonte: Folha Online
a) Acumulado até dezembro reajusta aluguéis e contratos a partir de janeiro/15, para pagamento em fevereiro.
b) Acumulado até janeiro/15 reajusta a partir de fevereiro, para pagamento em março.



 CÂMBIO E OURO

I-Dólar:
Comercial
DIA Compra Venda
18/02
19/02
20/02

R$ 2,841
R$ 2,865
R$ 2,877

R$ 2,842
R$ 2,866
R$ 2,879

Fonte: UOL
II-Euro:

DIA Compra Venda
18/02
19/02
20/02

R$ 3,226
R$ 3,257
R$ 3,271

R$ 3,228
R$ 3,259
R$ 3,274

Fonte: UOL
III-Ouro:

DIA Compra
18/02
19/02
20/02

R$ 109,50
R$ 111,30
R$ 112,50

Fonte: BOVESPA
 
 

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015


VOLUME GARANTE RECEITA 

EXTERNA NO AGRONEGÓCIO


O aumento do volume exportado pelo agronegócio brasileiro neste mês ainda mantém um patamar bom de receitas em relação às obtidas em igual período do ano passado.

Dos 15 principais produtos exportados pelo setor, 10 tiveram aumento de volume até a terceira semana deste mês, segundo dados divulgados nesta segunda-feira (23) pela Secex (Secretaria de Comércio Exterior).

Como consequência desse aumento do volume, houve também elevação média das receitas. A Secex se baseia nas médias diárias por dia útil para compilar os dados.

O volume exportado é maior, mas o valor internacional das commodities cai. Das 15 principais analisadas pela Secex, 12 tiveram redução de preços neste mês em relação a igual período do ano anterior.

Ou seja, a balança comercial do agronegócio continua sendo sustentada mais pelo volume do que pelos bons preços dos últimos anos.

Um dos destaques são as exportações de frango. As indústrias brasileiras estão colocando 15 mil toneladas de carne de frango "in natura" no mercado externo a cada dia útil de fevereiro. É o maior volume desde 2005, conforme informações disponíveis da Secex e do Ministério do Desenvolvimento.

O setor está exportando 15% mais do que em igual período do ano anterior. Apesar da queda de 8% nos preços médios no mercado internacional, o país conseguiu uma evolução de 6% nas receitas deste mês nesse segmento na comparação com o registrado em igual período do ano passado.

O volume mensal, mesmo com os feriados de Carnaval, deverá superar o de janeiro.

Isso não ocorre com as demais carnes. Tanto a suína como a bovina tiveram recuo nos preços internacionais, no volume vendido e nas receitas obtidas.

No caso da carne suína, o volume diário embarcado neste mês é o menor para esse período desde 2005.

As exportações do agronegócio ganham força a partir do próximo mês, quando o volume das vendas externas de soja aumenta.

Principal item de exportação na balança em 2014, a soja deverá ter, no entanto, preços menores neste ano. Os deste mês são 18% inferiores aos de fevereiro de 2014.

Mais renda O cooperativismo foi a melhor solução encontrada por 36 produtores de batata-doce de Braúna (SP) para eliminar o atravessador. O resultado será um ganho de renda.

Estrutura Em uma ação conjunta com o Sescoop/SP (Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo), os produtores vão investir R$ 400 mil para a construção de um galpão de 500 m? e um lavador de batatas.

Direto para o varejo Toda a produção, próximo de 2.500 toneladas por ano, será comercializada com as redes de varejo e indústrias, elevando em 50% o faturamento, segundo produtores.

Redução de custos Para Edivaldo Del Grande, do Sescoop/SP, a formação de uma cooperativa permite ganho de escala e redução de custos para esses produtores.

Alumínio As importações do setor deverão atingir US$ 146 milhões neste mês, 29% mais do que em igual período do ano passado, segundo a Secex.

Fertilizantes O ritmo de importações está mais dinâmico neste mês ante igual período de 2014. As indústrias do setor deverão gastar US$ 439 milhões em fevereiro, 63% mais do que em igual mês do ano passado, apontam dados da Secex.

Efeito clima Previsões de chuva nas regiões brasileiras de café provocaram recuo de 3,8% nos preços do primeiro contrato de Nova York, para US$ 1,44 por libra-peso.

Fonte: Folha de São Paulo
Por Mauro Zafalon 

 

DE VOLTA AO RURAL


O comodismo dos analistas em folhas e telas cotidianas e aquelas cinco linhas no Facebook que esclarecem questões há séculos pendentes no planeta, Brasil em particular, fazem o agronegócio ser visto do alto, assim como Paulinho da Viola viu a Mangueira parecer um céu no chão.

Nas últimas cinco décadas, houve brutal despovoamento no campo, com aumento da concentração de pobreza em áreas urbanas. Um processo inerente à sucessão de ciclos do capitalismo, sobretudo em países pobres e emergentes.

Parte da solução deve vir de ações do Estado, parte já ocorre em formas autônomas e descentralizadas de desenvolvimento. Daí a necessidade de entender as mudanças no setor agropecuário com lupa.

É possível notar movimentos reversos de fragmentos ricos e pobres da sociedade rumo ao mundo rural. O fato não se restringe ao Brasil, mas também a outros gigantes agrícolas. Nos Estados Unidos pós-perrengue do fim da década passada, o campo foi o primeiro a reagir de forma positiva, o que fez muitos jovens voltarem à agricultura.

Na China, o papo é diferente, mas dá no mesmo. Zonas urbanas, cada vez mais inchadas e sem aparelhagem social para atender 54% do 1,35 bilhão de pessoas que lá trabalham, pretendem devolver para “estágio” no campo 270 milhões de seres em terras que o governo antes lhes cedia, porém sem autorização de venda.

No Brasil, os principais motores da reversão são a modernização tecnológica em busca de produtividade e lucro e as mudanças importantes no perfil das famílias.

Nas duas últimas décadas, vários fatores fizeram o agro defrontar-se com problemas de mão de obra similares aos dos demais setores da economia. Escassez pelo aumento da oferta de empregos com carteira assinada nas zonas urbanas, maiores custos com os requisitos da legislação trabalhista, idealização do conforto urbano informado pela tevê, redução no tamanho médio das famílias colonas, envelhecimento dos outrora ocupados com lavouras são alguns deles.

Ao mesmo tempo, a intensificação tecnológica condicionou os produtores à especialização. Escolher entre variedades de sementes, certificar-se dos benefícios da transgenia, analisar mapas e planilhas da agricultura de precisão, usar produtos específicos em cada fase do crescimento vegetal, operar máquinas e implementos de altos valor e potência, combinar ou não os usos de agrotóxicos e controles biológicos, decidir entre precocidade e retardamento da comercialização.

Com a vida nas grandes metrópoles se deteriorando ao ponto do insuportável e novos polos urbanos, menores e regionais, formando-se em torno de regiões agrícolas, cada vez mais bem aparelhados social, educacional e culturalmente, criou-se um movimento reverso de profissionais capacitados e herdeiros familiares, inclusive mulheres, em direção ao campo.

Depois de um período nas metrópoles, esses migrantes passaram a questionar a valia de emprego com patrão, ameaças de desemprego, o estresse e o custo urbano, comparando-os à maior autonomia, vida perto da natureza e o sentimento atávico de pertencimento, perdidos na migração.

Acrescente-se que voltar ao trabalho rural qualificado não exclui acesso às redes digitais, contato com o entretenimento ou morar em cidades próximas. Estatísticas mostram que perto de 50% dos que trabalham em lavouras habitam zonas urbanas, considerados o maior acesso à mobilidade, pela ampla malha de estradas vicinais, e o crescimento na aquisição de veículos motorizados. Essa tendência não aparece apenas em estatísticas e estudos acadêmicos. Quem mora nessas regiões sabe que assim é. Eu, em Andanças Capitais, também.

Sobrevive, hoje em dia, um olhar deformado sobre a agropecuária e seus sucedâneos no agronegócio. Precisamos de um olhar heterogêneo. Perceber as assimetrias profundas que coexistem no mundo rural, todas passíveis de rearranjos pelos principais atores sociais na direção de um capitalismo equilibrado e menos selvagem.

Que não se pense em estudos acadêmicos muito complexos ou profundos. Estes servem a construir currículos e não à prática. Como no antigo curso primário, usem as Cartilhas 1 e 2. Na primeira, os capítulos referem-se às regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do País. Professora, a dona Iniciativa Privada. A segunda é dedicada ao Norte e Nordeste. Leciona o professor-doutor Estado.

Na formatura, talvez após uma década, vocês encontrarão a maior potência agropecuária do planeta e felizes cidadãos pescando à beira de riachos límpidos. Licença, pois. Vou andar por aí, perguntar por aí, pra ver se eu encontro a paz que perdi (Newton Chaves, 1964).

Fonte: CartaCapital
Por Rui Daher