terça-feira, 5 de abril de 2016

PROGRAMAÇÃO DE PÓS-GRADUAÇÃO

 EM ECONOMIA DIVULGA O 

RESULTADO DA SELEÇÃO 2016


O Programa de Pós-Graduação em Economia (PPE/UERN) homologou o resultado da seleção de alunos para ingresso no Curso de Mestrado em Economia, ano-base 2016.

Os candidatos selecionados devem apresentar a documentação para matrícula no período de 11 a 15 de abril de 2016, de segunda a sexta-feira, no horário de 7h30 às 10h e de 14h às 17h, no Departamento de Economia e/ou na secretaria do Mestrado em Economia, FACEM/UERN, Campus Central.

Confira: Resultado

Fonte: Assessoria de Comunicação da UERN 


PARA EX-PRESIDENTE DA OAB, 

ENTIDADE SE JUNTA A "GOLPISTAS"


"Disse ao presidente da Ordem que a OAB entrou no mesmo barco dos golpistas; ela não é golpista, mas está acompanhada e está tomando o mesmo barco deles. Tomando as mesmas atitudes [dos golpistas], corre o risco de ser confundida como tal", afirmou.

Para ele, a aprovação do impeachment pela Câmara representará um "estupro à Constituição". "Espero que a Câmara tenha um lapso de lucidez e não faça isso", afirma, destacando que tal medida seria uma mácula na história da OAB.

"Não é adequado, nem compatível com a história, com a biografia, com sua luta a favor dos direitos e da legalidade aprovar uma coisa evidentemente abusiva", salientou.

Segundo ele, a decisão da OAB "absolutamente equivocada" por se tratar de uma disputa político-partidária e contaminada pelo "conluio midiático com o pensamento único, com noticiários seletivo e distorcido".

Ele afirmou ainda que nenhum dos argumentos apresentados para fundamentar o impeachment podem ser considerados válidos.

"Primeiro a OAB não pode fazer um pedido com base em delação premiada, ainda mais nas condições em que estão ocorrendo hoje: prende, ameaça a pessoa e diz que, se ela não falar, ficará 30 anos na cadeia. Fazer isso é a negação do instituto da delação. Outra: não vejo nenhum motivo para que o ex-presidente Lula não possa ser ministro. É um ato de escolha dela [de Dilma]. Espero que o STF [Supremo Tribunal Federal] modifique uma decisão de um ministro [Gilmar Mendes] que não tem o mínimo de equilíbrio para julgar. Ele deveria, por uma questão de ética, se colocar impedido de julgar", analisou.

Fonte: Portal Vermelho 

 

SEM PROVAS PARA IMPEACHMENT, 

FHC ADMITE: "DILMA É HONESTA"


"Sempre me referi à presidente Dilma respeitosamente. Não se trata, porém, do julgamento de condutas individuais, mas institucionais", diz ele.

No texto intitulado "A Constituição é o caminho", FHC utiliza alguns argumentos, mas nenhum deles são baseados na Carta Magna. O tucano não consegue sustentar a tese do impeachment baseado em crime de responsabilidade, ou seja, na Constituição – mesmo porque Dilma não cometeu crime -, e resolve defender o golpe com base no fato da presidenta ter convidado Lula para ser ministro, o que segundo FHC, "incorre na dúvida de obstrução da Justiça, qualquer que tenha sido sua intenção".

O tucano defende que a "dúvida", e não a prova, deve ser motivo para afastar um presidente da República, legitimamente eleita.

FHC confessa ainda que durante o midiático julgamento da Ação Penal 470, o chamado "mensalão", ele não quis endossar o impeachment contra Lula porque ele "tinha uma trajetória, era o primeiro líder sindical a chegar à Presidência" e "a acusação de “as elites” o terem derrubado seria nódoa a pesar sobre a política brasileira por muito tempo, podendo até mesmo fraturar a sociedade".

Mas agora, segundo ele, é diferente, pois há outros "indícios", citando as pedaladas. Mas contrariando o que ele mesmo defende, diz que não se trata de crime pela conduta individual da presidenta Dilma. Na fundo, ela sabe ue as tais “pedaladas” não são crime que possa ensejar o impeachment, pois se trata de artifícios contábeis para o governo cumprir obrigações, ou seja, não são crimes orçamentários, apenas medidas contábeis administrativas.

Para justificar a falta de fundamentação, ele diz que o artigo que trata dos crimes de responsabilidade é amplo. Tem tantos que ele não cita um, se limitando a dizer que o "processo se desenrola no âmbito político, e não no estritamente jurídico".

Apesar de defender a violação da Constituição, já que o crime de responsabilidade exige que a presidenta tenha cometido algum crime para que possa ser destituída - ou seja, deve ser um crime e não mera questão política -, a tese de FHC se baseia na acusação do que ele chama de "fundamento moral" definido estranhamente como "a corrupção da democracia sob os auspícios de governos petistas". O que FHC chama de "moral" é, de fato, o inconformismo dos derrotados.

O devaneio verborrágico do tucano continua. Ele afirma que não precisa de fundamento legal porque o "julgamento se dá no Congresso, e não nos tribunais", pontando, segundo ele, não exige prova da conduta criminosa, mas o desejo dos parlamentares, principalmente da oposição.

A contradição é tanta, que FHC chega a afirmar que "a simples mudança de governo não resolverá os problemas nacionais". Reconhece que o processo aberto pelos tucanos no Tribunal Superior Eleitoral será derrotado, pois "pode ser objeto de recurso ao STF, o que retardaria a decisão".

"Se esta ocorrer em 2017, prevalece o texto da Constituição que prevê eleições do presidente pelo Congresso se o tempo de mandato a se completar for de dois anos ou menos. Se houver contestação apelando-se à legislação infraconstitucional que define a eleição indireta apenas no caso de faltarem até seis meses para o término do governo em causa, da mesma maneira caberá demanda protelatória no STF", avalia.

O discurso contraditório de FHC revela que a pressão das ruas e a denúncia das manobras desmontaram a arquitetura do golpe que ele e a direita conservadora planejavam. A meta ainda está mantida, mas já sabem que não tem qualquer fundamento, apenas inconformismo pela quarta derrota consecutiva nas urnas. Como disse a atriz Letícia Sabatella, querem tirar Dilma não pelos erros, mas pelos acertos.

Fonte: Portal Vermelho
Por Dayane Santos 
 

ÍNDICES ECONÔMICOS E FINANCEIROS
Mês: 04/2016

Índice Período Valor
BTN+TR 04/2016 1,6224

Índices Econômicos e Financeiros
Mês: 03/2016
Índice Período Valor
BTN+TR 03/2016 1,6189
IGP-M FGV 03/2016 0,51
INCC-M 03/2016 0,7900
SELIC 03/2016 1,16
Índices Econômicos e Financeiros
Mês: 02/2016
Índice Período Valor
BTN+TR 02/2016 1,6173
CUB-SINDUSCON/SP 02/2016 0,05
ICV-DIEESE 02/2016 0,71
IGP-FGV 02/2016 0,79
IGP-M FGV 02/2016 1,29
INCC-DI 02/2016 0,54
INCC-M 02/2016 0,5200
INPC-IBGE 02/2016 0,95
IPC-FGV 02/2016 0,76
IPC-FIPE 02/2016 0,89
IPCA-IBGE 02/2016 0,90
SELIC 02/2016 1,00

segunda-feira, 4 de abril de 2016


CAMPEONATO CARIOCA 2016
 
5ª RODADA
 

Bangu 2x1 Boa Vista
Botafogo 2x2 Flamengo
Madureira 1x3 Fluminense
Vasco 1x1 Volta Redonda

ESTADUAL RN 2016

5ª RODADA
ABC 3X1 Baraúnas 
Potiguar 1x1 Amárica
Globo 3x1 lecrim
Palmeiras 3x4 Asu

sábado, 2 de abril de 2016

sexta-feira, 1 de abril de 2016


ÍNDICES ECONÔMICOS E FINANCEIROS
Mês: 03/2016

Índice Período Valor
BTN+TR 03/2016 1,6189

Índices Econômicos e Financeiros
Mês: 02/2016
Índice Período Valor
BTN+TR 02/2016 1,6173
CUB-SINDUSCON/SP 02/2016 0,05
IGP-M FGV 02/2016 1,29
INCC-M 02/2016 0,5200
IPC-FIPE 02/2016 0,89
SELIC 02/2016 1,00
Índices Econômicos e Financeiros
Mês: 01/2016
Índice Período Valor
BTN+TR 01/2016 1,6152
CUB-SINDUSCON/SP 01/2016 0,40
ICV-DIEESE 01/2016 1,80
IGP-FGV 01/2016 1,53
IGP-M FGV 01/2016 1,14
INCC-DI 01/2016 0,39
INCC-M 01/2016 0,3200
INPC-IBGE 01/2016 1,51
IPC-FGV 01/2016 1,78
IPC-FIPE 01/2016 1,37
IPCA-IBGE 01/2016 1,27
SELIC 01/2016 1,06