segunda-feira, 29 de junho de 2015
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
ATRASADA, OBRA DO ESTÁDIO ARENA
sexta-feira, 18 de março de 2011
SAIU NA FOLHA ONLINE
JOHANNA NUBLAT
FILIPE COUTINHO
DE BRASÍLIA
domingo, 17 de outubro de 2010
GOL DE LETRA
quinta-feira, 20 de maio de 2010
FRASES DOS ÔNIBUS DAS SELEÇÕES DA COPA 2010

África do Sul: “Uma nação orgulhosamente unida sob um arco-íris”
Alemanha: “No caminho para pegar a Copa”
Argélia: “Estrela e crescente com um objetivo: vitória!”
Argentina: “Última parada: a glória”
Austrália: “Ouse sonhar, avante Austrália”
Brasil: “Lotado! O Brasil inteiro está aqui dentro!”
Camarões: “Os leões indomáveis estão de volta”
Chile: “Vermelho é o sangue do meu coração: Chile campeão”
Coreia do Norte: “1966 de novo! Vitória para a Coreia do Norte!”
Coreia do Sul: “O grito dos vermelhos: República da Coreia”
Costa do Marfim: “Elefantes, vamos lutar pela vitória!”
Dinamarca: “Tudo o que você precisa é a seleção dinamarquesa e um sonho”
Eslováquia: “Sacuda o gramado verde: vai, Eslováquia!”
Eslovênia: “Com 11 bravos corações até o fim”
Espanha: “Esperança é meu caminho. Vitória, meu destino”
Estados Unidos: “Vida, liberdade e a perseguição pela vitória!”
França: “Todos juntos pelo novo sonho em azul”
Gana: “A esperança da África”
Grécia: “A Grécia está em todo lugar!”
Holanda: “Não tema os cinco grandes, tema os 11 de laranja”
Honduras: “Um país, uma paixão e cinco estrelas no coração!”
Inglaterra: “Jogando com orgulho e glória”
Itália: “O nosso azul no céu africano”
Japão: “O espírito do samurai nunca morre! Vitória para o Japão!”
México: “É o tempo de um novo campeão!”
Nigéria: “Super Águias, supertorcida unidos estamos”
Nova Zelândia: “Chutando no estilo Kiwi”
Paraguai: “O leão guarani ruge na África do Sul”
Portugal: “Um sonho, uma ambição: Portugal campeão!”
Sérvia: “Jogue com o coração, lidere com um sorriso!”
Suíça: “Força, Suíça! Vamos, Suíça!”
Uruguai: “O sol brilha sobre nós. Vamos Uruguai!”
domingo, 16 de maio de 2010
EM MÔNACO, WEBBER ASSUMIU A LIDERANÇA DA TEMPORADA

Com a segunda vitória em 2010, Webber somou 25 pontos e chegou aos 78 na temporada, mesma quantidade de Vettel (segundo na classificação geral por ter triunfado apenas uma vez). O espanhol Fernando Alonso usou uma boa estratégia após largar dos boxes e terminou o GP de Mônaco em sétimo ao ser ultrapassado por Michael Schumacher na última volta, ficando com 73 pontos.
Já Massa aproveitou para subir na classificação. Antes sétimo colocado do Mundial de Pilotos, o brasileiro da Ferrari alcançou os 61 pontos e subiu para o quinto posto. Atrás dele, o polonês Robert Kubica e o inglês Lewis Hamilton têm 59. Os brasileiros Rubens Barrichello, Lucas di Grassi e Bruno Senna tiveram problemas e abandonaram.
A próxima parada da Fórmula 1 será dentro de duas semanas, no Grande Prêmio da Turquia. O brasileiro Felipe Massa é o maior vencedor em Istambuk Park, com três triunfos na prova disputada pela primeira vez em 2005.
A corrida
A largada reservou poucas mudanças no pelotão de frente, com Vettel assumindo a segunda posição ao ultrapassar Kubica. Massa seguiu em quarto, enquanto outro brasileiro teve desempenho melhor: Barrichello pulou do nono para o sexto lugar, ao passo que Button despencou de oitavo para o 11º posto.
Ainda na primeira volta, o alemão Nico Hulkenberg bateu com sua Williams direto no muro, forçando a entrada do safety car. Pouco depois, o motor da McLaren de Button estourou e tirou da prova o então líder da temporada.
Quem se deu bem com a entrada do carro de segurança na pista foi o espanhol Fernando Alonso, que largou dos boxes, mas se livrou de boa parte do prejuízo ao colocar pneus duros em seguida para seguir no asfalto até o final da prova. A partir da sexta volta, o bicampeão passou a ganhar posição atrás de posição - a maior dificuldade foi para superar Lucas di Grassi.
Massa foi para os boxes na 20ª volta e, com um bom trabalho da Ferrari, conseguiu se livrar temporariamente das ameaças de Hamilton. Após todas as trocas de pneus, os cinco primeiros colocados não se alteraram, mas Alonso já aparecia no sexto posto, perto de Hamilton.
Dois brasileiros deixaram o GP de Mônaco pouco depois: Di Grassi teve um problema com sua Virgin na 27ª volta, quatro antes de Barrichello bater forte, forçando a segunda entrada do safety car e a redução da vantagem do líder Webber, então 10s à frente de Vettel. O carro de segurança retornou às ruas monegascas na 43ª volta, por conta de uma boca de bueiro solta no circuito.
O último brasileiro a abandonar Monte Carlo foi Bruno Senna, da Hispania, na volta 58. Em uma corrida de poucas emoções, o final foi igualmente monótono - exceção feita à forte batida entre o indiano Karun Chandhok e o italiano Jarno Trulli logo à frente de Webber na 75ª volta. Com o safety car na pista novamente, os carros seguiram em procissão para a bandeirada final.
A única mudança foi uma inesperada ultrapassagem de Schumacher sobre Alonso nos poucos metros em que a última volta ficou sob luz verde. O heptacampeão atacou o espanhol, que espalhou e perdeu a sexta posição.
Fonte: www.esporte.terra.com.br
domingo, 28 de março de 2010
FÓRMULA 1: GRANDE PRÊMIO DA AUSTRÁLIA

1°. Jenson Button (ING/McLaren), 58 voltas em 1h33min36s531
2°. Robert Kubica (POL/Renault), a 12s034
3°. Felipe Massa (BRA/Ferrari), a 14s488
4°. Fernando Alonso (ESP/Ferrari), a 16s304
5°. Nico Rosberg (ALE/Mercedes), a 16s683
6°. Lewis Hamilton (ING/McLaren), a 29s898
7°. Vitantonio Liuzzi (ITA/Force India), a 59s847
8°. Rubens Barrichello (BRA/Williams), a 1min00s536
9°. Mark Webber (AUS/Red Bull), a 1min07s319
10°. Michael Schumacher (ALE/Mercedes), a 1min09s391
11°. Jaime Alguersuari (ESP/Toro Rosso), a 1min11s301
12°. Pedro de la Rosa (ESP/Sauber), a 1min14s084
13°. Heikki Kovalainen (FIN/Lotus), a 2 voltas
14°. Karun Chandhok (ING/Hispania), a 4 voltas
Não completaram:
Timo Glock (ALE/Virgin), 41 voltas
Sebastian Vettel (ALE/Red Bull), 26 voltas
Lucas di Grassi (BRA/Virgin), 25 voltas
Adrian Sutil (ALE/Force India), 12 voltas
Vitaly Petrov (RUS/Renault), 10 voltas
Bruno Senna (BRA/Hispania), 5 voltas
Sébastien Buemi (SUI/Toro Rosso), 1 volta
Nico Hulkenberg (ALE/Williams), 1 volta
Kamui Kobayashi (JAP/Sauber), 1 volta
Jarno Trulli (ITA/Lotus), 0 voltas
sábado, 12 de dezembro de 2009
NOVIDADE NO BLOG
Apartir de amanhã (domingo), este bolg terá mais um colaborador, trata-se do engenheiro civil Gustavo (Bolão) Azevedo.
O amigo e primo Gustavo irá assinar uma coluna todos os domingos nesse blog, falando do que ele mais gosta e conhece com profundidade e competência.
Confira amanhã, Tio Colorau, o que é conhecimento, estilo e didática esportiva.
sexta-feira, 17 de julho de 2009
LIVRO TRAZ HISTÓRIAS SURPREENDESTES DE ROMÁRIO
Portal TerraAo ler 'Romário', livro que será lançado no Rio na próxima segunda-feira, escrito pelo jornalista Marcus Vinicius Rezende de Moraes e dedicado àquele que é considerado o melhor jogador de área da historia do futebol, o homenageado disse: 'Gostei. Mas senti falta de umas porradinhas'. E Romário, o crítico literário, tem lá suas razões. Quem ler as quase 300 páginas do livro vai passear por histórias pitorescas e nunca antes reveladas, mas não vai encontrar declarações de desafetos - o que, na verdade, acaba não comprometendo a obra, embora saibamos que a lista de desafetos não é pequena.
'Romário', ou o craque analisado, descrito e revelado por parentes, amigos e colegas de trabalho, não é, tecnicamente falando, uma biografia, mas nos aproxima do homem, de suas fraquezas, esquisitices e genialidade como nenhuma entrevista conseguiu fazer até hoje. Repleto de cenas cotidianas, o livro traz à tona alguns bastidores curiosos. Como, por exemplo, saber que a primeira proposta que ele recebeu para deixar o Brasil foi para jogar na segunda divisão na Itália. Quando tomou conhecimento da proposta, Romário foi falar com Eurico Miranda, então presidente do Vasco, e dizer que gostaria muito de ir. Eurico explicou que Romário não era jogador para segunda divisão e que, quando saísse, seria para um clube maior. E Romário pensou: 'esse cara tá querendo me prejudicar'. Logo depois veio a proposta do PSV e Eurico cumpriu a palavra.
Sobre o pai, seu Edevair, o craque diz. 'Ele vivia repetindo: nunca soltar pipa, nunca fumar, nunca beber e nunca roubar', e essas palavras Romário diz carregar até hoje como um mantra. Foi o pai, também, o primeiro treinador de Romário, que, ainda nos campinhos de várzea e antes dos dez anos, era orientado a cabecear sempre para baixo. Dia após dia, o pai pegava uma bola e forçava o pequeno a subir e testar para baixo, um fundamento que Romário, já mundialmente famoso, tratou de eternizar - quem não lembra do baixinho subindo e testando certeiramente para baixo?
Alguns episódios são inesquecíveis. Como o que conta que Romário, tentando ajudar os pais, passou algum tempo indo ao Ceasa de madrugada para descarregar caminhões de melancia. Ou o caso da quase-dispensa do Vasco, em 1983, porque ele não tinha massa muscular. Ou a enorme dificuldade financeira da família que, mesmo tendo os dois filhos aceitos na base do clube carioca, não tinha o dinheiro da condução para ambos e resolveu, então, que cada dia um deles iria treinar enquanto o outro ficaria em casa. Ou o primeiro encontro com a atual mulher, Isabella, contado por ela: 'Ele me convidou para sair e eu pensei que fosse parar num pagode. Mas me enganei: ele me levou a um jantar super-chique. Foi carinhoso e cavalheiro. Me conquistou'.
Mas está no capítulo de Vanderlei Luxemburgo uma das melhores passagens, nas palavras do treinador: 'Tentei levá-lo para o Palmeiras em 2002. Ofereci um contrato de 4 meses em que ele receberia US$ 400 mil. Estava tudo acertado, mas o presidente Mustafá Contursi não bancou o negócio. Fiquei aborrecido e deixei o Palmeiras, transferindo-me para o Cruzeiro. Nos aproximamos e, em seguida foi a vez de ele me convidar para dirigir o Fluminense: 'parceiro, quer trabalhar aqui no Fluminense? Só você pode dar jeito'. Respondi: 'parceiro, acho que não vai dar. Eu continuo o mesmo'. E ele disse: 'eu também, então vamos deixar isso quieto'.
Mas talvez seja o primeiro encontro de Romário com Eurico a história mais interessante do livro. Prestes a ser contratado pelo Vasco, Romário chegou à antessala de Eurico com outros vários jogadores que também aguardavam ser chamados para conversar com o presidente e assinar seus primeiros contratos. Quando Romário foi chamado e entrou na sala, Eurico foi logo dizendo quanto ele ganharia. Mas Romário não aceitou. Eurico, surpreso, respondeu: 'Gostei de você. Foi o único que teve atitude. Quanto quer receber?' Romário deu seu preço e foi aceito.
Já no final, ficamos sabendo de alguns hábitos atuais do aposentado Romário, confidenciado pela mulher: 'Romário está amarradão em casa. Fica horas no computador baixando músicas. Acorda, vai direto para o computador. Tem dia que fica até o final da tarde'.
Ao terminar o livro, a imagem irreverente que temos de Romário fica mais sólida. Especialmente por causa de passagens como essa, nas palavras do treinador Antônio Lopes, contando como era Romário quando chegou ao time principal do Vasco. 'Um belo dia Romário me chamou num canto e disse, enfático: 'professor, eu já tenho que ser titular. Jogo mais que o Roberto Dinamite'. Achei curiosa a pretensão dele, mas argumentei que o Roberto era artilheiro e ídolo do clube. Sugeri que esperasse a vez dele chegar. E chegou'.
Essas e outras histórias fazem parte de 'Romário', livro que será lançado na segunda-feira, dia 20 de julho, na Livraria da Travessa, Rio de Janeiro.




















































