segunda-feira, 4 de julho de 2011

INDICADORES E ÍNDICES ECONÔMICOS - 04/07/2011

Fonte: www.fiscosfot.com.br
ÍNDICES ECONÔMICOS E FINANCEIROS
Mês: 07/2011



Índice Período Valor
BTN+TR 07/2011 1,5556


ÍNDICES ECONÔMICOS E FINANCEIROS
Mês: 06/2011

Índice Período Valor
BTN+TR 06/2011 1,5539
IGP-M FGV 06/2011 -0,18


ÍNDICES ECONÔMICOS E FINANCEIROS
Mês: 05/2011

Índice Período Valor
BTN+TR 05/2011 1,5514
CUB-SINDUSCON/SP 05/2011 3,33
ICV-DIEESE 05/2011 0,04
IGP-FGV 05/2011 0,01
IGP-M FGV 05/2011 0,43
INCC-DI 05/2011 2,94
INCC-M 05/2011 2,0300
INPC-IBGE 05/2011 0,57
IPC-FGV 05/2011 0,51
IPC-FIPE 05/2011 0,31
IPCA-IBGE 05/2011 0,47
SELIC 05/2011 0,99
  • Fonte: Empresário Online
  • DÓLAR – EURO – OURO

    I-Dólar:
    Comercial Paralelo
    DIA Compra Venda Compra Venda
    29/06
    30/06
    01/07

    R$ 1,5700
    R$ 1,5600
    R$ 1,5560

    R$ 1,5720
    R$ 1,5620
    R$ 1,5580

    R$ 1,5200
    R$ 1,5000
    R$ 1,5000

    R$ 1,6800
    R$ 1,6600
    R$ 1,6600

    II-Euro:
    . . .2,2900 .
    DIA Compra Venda. . .
    29/06
    30/06
    01/07

    R$ 2,2647
    R$ 2,2650
    R$ 2,2618

    R$ 2,2678
    R$ 2,2680
    R$ 2,2631


    .
    III-Ouro:




    DIA Compra


    29/06
    30/06
    01/07

    R$ 77,70
    R$ 80,49
    R$ 77,50





FUTUROS - BM&F (BOLSA DE MERCADORIAS E FUTUROS) 01/07/11

  • INDICADORES/MÊS


    mar/11 abr/11 mai/11 jun/11
    Poupança
    TR/Taxa Referencial
    BTN + TR (cheia)
    Débitos Federais - Selic
    TJLP
    UPC / Unid Padrão Cap
    UFESP
    UFIR *
    (%)
    (%)
    (R$)
    (%)
    (% a.a.)
    (R$)
    (R$)
    (R$)
    ,0,6218
    01212
    1,5490
    0,92
    6,00
    21,97
    17,45
    --
    0,5371
    0,0369
    1,5509
    0,84
    6,00
    22,02
    17,45
    --
    06578
    0,1570
    1,5514
    1,00
    6,00
    22,02
    17,45
    --
    0,6120
    0,1114

    0,96
    6,09
    22,02
    17,45
    --

  • POUPANÇA/ DIA – JULHO/ 2011

    Dia
    Período
    Percentual
    02/07
    03/07
    04/07
    05/07
    06/07
    07/07
    08/07
    09/07
    10/07
    11/07
    12/07
    13/07
    14/07
    (01/06 a 01/07)
    (02/06 a 02/07)
    (03/06 a 03/07)
    (04/06 a 04/07)
    (05/06 a 05/07)
    (06/06 a 06/07)
    (07/06 a 07/07)
    (08/06 a 08/07)
    (09/06 a 09/07)
    (10/06 a 10/07)
    (11/06 a 11/07)
    (12/06 a 12/07)
    (13/06 a 13/07)

    0,6120 %
    0,6229 %
    0,6027 %
    0,5739 %
    0,6084 %
    0,6390 %
    0,6208 %
    0,5966 %
    0,6084 %
    0,6074 %
    0,5683 %
    0,6025 %
    0,6212 %

  • IRPF - TABELA PROGRESSIVA MENSAL - JULHO/ 2011

    Base de Cálculo Mensal
    Alíquota A deduzir do Imposto
    Até R$ 1.566,61
    De 1.566,62 até 2.347,85
    De 2.347,86 até 3.130,51
    De 3.130,52 até 3.911,63
    Acima de 3.911,63
    Isento
    7,50%
    15,00%
    22,50%
    27,50%

    -
    R$ 117,49
    R$ 293,58
    R$ 528,37
    R$ 723,95
    Deduções Trabalhador Assalariado: a) R$157,47 por dependente; b) pensão alimenticía por acordo judicial ou escritura pública; c) contribuição à Previdência Social; d) R$1.566,61 por aposentadoria a quem já completou 65 anos; e) contribuições à previdência privada e Faps; 6) carnê-leão (as mencionadas nos itens 1 a 3 e as despesas escrituradas no livro caixa)
    FONTE: Medida Provisória 528, de 25/03/11 – DOU 28/03/11
INFLAÇÃO - FONTES DIVERSAS - REFERÊNCIA ATUALIZADA: JULHO/ 2011


ÍNDICES
out/10 nov/10 dez/10 jan/11 fev/11
INPC/IBGE
IPC/FIPE
IGP-DI/FGV

IGP-M/FGV
IPCAdo IBGE
IPCAEspIBGE
ICVdo DIEESE
ICVdaClasseMéd
INCCdoIGP-DI/FGV

CUB-Sinduscon
IPAdoIGP-DI/FGV
IPAdoIGP-M/FGV
IPCdoIGP-DI/FGV
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
0,92
1,04
1,03
1,01
0,75
0,62
0,93
0,86
0,20
-0,12
1,32
1,30
0,59
1,03
0,72
1,58
1,45
0,83
0,86
1,04
0,57
0,37
-0,13
1,96
1,84
1,00
0,60
0,54
0,38
0,69
0,63
0,69
0,65
-
0,67
0,00
0,21
0,63
0,72
0,94
1,15
0,98
0,79
0,83
0,76
1,28
1,23
0,41
0,28
0,96
0,76
1,27
0,54
0,60
0,96
1,00
0,80
0,97
0,41
0,63
0,28
0,16
1,23
1,20
0,49


mar/11 abr/11 mai/11 jun/11 12meses
IINPC/IBGE (%)
IPC/FIPE (%)
IGP-DI/FGV (%)
IGP-M/FGV (%)
IPCA do IBGE (%)
IPCA Especial IBGE (%)
ICV do DIEESE (%)
ClasMéd/Ordem (%)
INCC-IGP-DI/FGV (%)
CUB-Sinduscon (%)
IPA-IGP-DI/FGV (%)
IPA-IGP-M/FGV (%)
IPC-IGP-DI/FGV (%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
0,66
0,35
0,61
0,62
0,79
0,60
0,91
0,34
0,43
0,10
0,60
0,65
0,71
0,72
0,70
0,50
0,45
0,77
0,77
0,80
0,74
1,06
0,22
0,24
0,29
0,95
0,57
0,31
0,01
0,43
0,47
0,70
0,04
0,33
2,94
3,33
-0,63
0,03
0,51



-0,18

0,23





-0,45
6,44
6,49
9,14
8,65
6,55
6,55
7,21
6,30
8,52
6,52
10,30
9,65
6,37

Fonte: Ordem dos Economistas de São Paulo

  • REAJUSTE DE ALUGUEL E OUTROS CONTRATOS:

    ÍNDICES ACUMULADO % ATÉ ABRIL/ 11
    Trimestr Quadrim Semestr Anual
    FIPE
    IGP-DI
    IGP-M
    INPC
    2,10
    2,57
    2,43
    2,16
    2,65
    2,95
    3,14
    2,89
    4,46
    5,66
    5,69
    4,57
    6,06
    11,09
    10,95
    6,30

    ACUMULADO % ATÉ MAIO/ 11
    Trimestr Quadrim Semestr Anual
    FIPE
    IGP-DI
    IGP-M
    INPC
    1,66
    2,08
    2,08
    1,96
    2,82
    3,07
    2,89
    2,51
    4,11
    5,10
    5,10
    4,10
    6,39
    10,84
    10,60
    6,44
a) Acumulado até março, reajusta aluguéis e contratos a partir de abril, para pagamento em maio.
b) Acumulado até abril, reajusta aluguéis e contratos a partir de maio, para pagamento em junho.

domingo, 3 de julho de 2011

NOTAS, NOTAS E NOTAS



 GESTÃO MICARLIZADA

Segundo o jornalista Roberto Guedes,  a administração da governadora Rosalba Ciarlini: trata-se de uma gestão - "Micarlizada" - em uma evidente referência ao desastre administrativo de Natal.

CONCURSO PÚBLICO
 
A Petrobras divulgou o edital para novo processo seletivo - são 587 vagas - distribuídas em todo País.

Veja mais detalhes no site da Fundação Cesgranrio ( www.cesgranrio.org.br) ou clique (Aqui) e saiba mais informações.

MINEIRO

"Mais uma vez, a maioria da Assembleia Legislativa derrota proposta, apresentada por mim, de criação do Sistema Integrado de Acompanhamento das Finanças", declarou o deputado Mineiro (PT) em seu twitter.

Segundo Mineiro, o SIAF seria uma forma da sociedade exercer controle sobre os gastos públicos, possibilitando o acompanhamento da execução orçamentária de todos os poderes e órgãos estaduais.

CORTANDO DOS DOIS LADOS

O ministro Garibaldi Filho participou da solenidade em homenagem aos 80 anos do ex-presidente da República, Fernando Henrique Cardoso.

O ensaboado político potiguar ocupou lugar privilegiado na mesa de autoridades.

É UMA VERGONHA!

Deputados e vereadores em recesso e os contribuintes - que pagam seus altos salários - continuam trabalhando todos os dias.

PETRÓLEO E GÁS NATURAL

A produção nacional de petróleo teve um aumento de 1% em maio desse ano na comparação com o mesmo mês de 2010.

Já a produção de gás natural subiu 6.6% em relação a abril deste ano.

A informação é da Agência Nacional do Petróleo (ANP)

ROSALBA CIARLINI

A governadora Rosalba Ciarline (DEM) anunciou na cidade de Currais Novos o pagamento das parcelas atrasadas do Programa do Leite que soma R$ 8.5 milhões que serão pagos em três parcelas, respectivamente nos meses de julho, agosto e setembro.

REAJUSTES ASTRONÔMICOS

Os reajustes nos vencimentos dos procuradores da Câmara Municipal de Natal, que nos últimos três anos contabilizaram mais de 1.000% de aumento, estão sendo alvo de questionamento judicial feito pelo Ministério Público.

Os privilegiados procuradores estão recebendo um salário maior do que a prefeita Micarla de Sousa, que tem salário de R$ 14 mil.

Em menos de três anos, a remuneração desses procuradores pularam de R$ 1.500,00 para R$ 18.765,00.

CLÁUDIA REGINA

Será que a falante e arrogante vereadora Cláudia Regina (DEM), teria  ou tem coragem de sair candidata a prefeita de Mossoró em faixa própria, sem o apoio das estruturas tradicionais.

Seria prudente que a nobre vereadora buscasse conselhos com: Valtércio Anunciato, Crispiniano Neto, Renato Fernandes, Edith Souto, Jorge de Castro, Bispo Heró e tantos outros que vivenciaram com - coragem e dignidade - tal experiência.

Como dizia o velho alcaide Dix-huit Rosado: "Quem não faz um pouco pela sua terra, não fará nada pela terra de ninguém"...


sábado, 2 de julho de 2011



JOGOS MORTAIS: VERSÃO FEMININA


Uma mulher chegou inesperadamente em casa e encontrou seu marido na cama com outra mulher.

Louca de raiva, ela pegou uma arma e arrastou o marido até a garagem.

Chegando lá, prendeu o pênis dele numa morsa em cima da bancada,apertou até ficar bem preso e retirou a alavanca da morsa para evitar que se soltasse.

Depois foi ao armário de ferramentas, retirou um serrote e colocou-o na bancada, ao lado do marido.

O marido gritou:

- Querida, você não vai cortar meu pinto, vai?

E ela respondeu com ar irônico:

- Não amor, você é que vai.

Eu só vou botar fogo na garagem...

Enviada por Cezimar Nascimento 




O QUE VOCÊ NÃO LEU NA MÍDIA

SOBRE PAULO RENATO (1945-2011)



Morreu de infarto, no último dia 25, aos 65 anos, Paulo Renato Souza, fundador do PSDB. Paulo Renato foi Ministro da Educação no governo FHC, Deputado Federal pelo PSDB paulista, Secretário da Educação de São Paulo no governo José Serra e lobista de grupos privados. Exerceu outras atividades menos noticiadas pela mídia brasileira.

Nas hagiografias de Paulo Renato publicadas nos últimos dois dias, faltaram alguns detalhes. A Folha de São Paulo escalou Eliane Cantanhêde para dizer que Paulo Renato deixou um “legado e tanto” como Ministro da Educação. Esqueceu-se de dizer que esse “legado” incluiu o maior êxodo de pesquisadores da história do Brasil, nem uma única universidade ou escola técnica federal criada, nem um único aumento salarial para professores, congelamento do valor e redução do número de bolsas de pesquisa, uma onda de massivas aposentadorias precoces (causadas por medidas que retiravam direitos adquiridos dos docentes), a prol iferação do “professor substituto” com salário de R$400,00 e um sucateamento que impôs às universidades federais penúria que lhes impedia até mesmo de pagar contas de luz. No blog de Cynthia Semíramis, é possível ler depoimentos às dezenas sobre o que era a universidade brasileira nos anos 90.

Ainda na Folha de São Paulo, Gilberto Dimenstein lamentou que o tucanato não tenha seguido a sugestão de Paulo Renato Souza de “lançar uma campanha publicitária falando dos programas de complementação de renda”. Dimenstein pareceu desconsolado com o fato de que “o PSDB perdeu a chance de garantir uma marca social”, atribuindo essa ausência a uma mera falha na campanha publicitária. O leitor talvez possa compreender melhor o lamento de Dimenstein ao saber que a sua Associação Cidade Escola Aprendiz recebeu de São Paulo a bagatela de três milhões, setecentos e vinte e cinco mil, duzentos e vinte e dois reais e setenta e quatro centavos, só no período 2006-2008.

Não surpreende que a Folha seja tão generosa com Paulo Renato. Gentileza gera gentileza, como dizemos na internet. A diferença é que a gentileza de Paulo Renato com o Grupo Folha foi sempre feita com dinheiro público. Numa canetada sem licitação, no dia 08 de junho de 2010, a FDE da Secretaria de Educação de São Paulo transfere para os cofres da Empresa Folha da Manhã S.A. a bagatela de R$ 2.581.280,00, referentes a assinaturas da Folha para escolas paulistas. 

Quatro anos antes, em 2006, a empresa Folha da Manhã havia doado a curiosa quantia–nas imortais palavras do Senhor Cloaca–de R$ 42.354,30 à campanha eleitoral de Paulo Renato. Foi a única doação feita pelo grupo Folha naquela eleição. Gentileza gera gentileza.

Mas que não se acuse Paulo Renato de parcialidade em favor do Grupo Folha. Os grupos Abril, Estado e Globo também receberam seus quinhões, sempre com dinheiro público. Numa única canetada do dia 28 de maio de 2010, a empresa S/A Estado de São Paulo recebeu dos cofres públicos paulistas–sempre sem licitação, claro, porque “sigilo” no fiofó dos outros é refresco–a módica quantia de R$ 2.568.800,00, referente a assinaturas do Estadão para escolas paulistas. No dia 11 de junho de 2010, a Editora Globo S.A. recebe sua parte no bolo, R$ 1.202.968,00, destinadas a pagar assinaturas da Revista Época. No caso do grupo Abril, a matemática é mais complicada. São 5.200 assinaturas da Revista Veja no dia 29 de maio de 2010, totalizando a módica quantia de R$1.202.968,00, logo depois acrescida, no dia 02 de abril, da bagatela de R$ 3.177.400, 00, por Guias do Estudante – Atualidades, material de preparação para o Vestibular de qualidade, digamos, duvidosíssima. O caso de amor entre Paulo Renato e o Grupo de Civita é uma longa história. De 2004 a 2010, a Fundação para o Desenvolvimento da Educação de São Paulo transfere dos cofres públicos para a mídia pelo menos duzentos e cinquenta milhões de rea is, boa parte depois da entrada de Paulo Renato na Secretaria de Educação.

Mas que não se acuse Paulo Renato de parcialidade em favor dos grandes grupos de mídia brasileiros. Ele também atuou diligentemente em favor de grupos estrangeiros, muito especialmente a Fundação Santillana, pertencente ao Grupo Prisa, dono do jornal espanhol El País. Trata-se de um jornal que, como sabemos, está disponível para leitura na internet. Isso não impediu que a Secretaria de Educação de São Paulo, sob Paulo Renato, no dia 28 de abril de 2010, transferisse mais dinheiro dos cofres públicos para o Grupo Prisa, referente a assinaturas do El País. O fato já seria curioso por si só, tratando-se de um jornal disponível gratuitamente na internet. Fica mais curioso ainda quando constatamos que o responsável pela compra, Paulo Renato, era Conselheiro Consultivo da própria Fundação Santillana! E as coincidências não param aí. Além de lobista da Santillana, Paulo Renato trabalhou, através de seu escritório PRS Consultore s – cujo site misteriosamente desapareceu da internet depois de revelações dos blogs NaMaria News eCloaca News–, prestando serviços ao … Grupo Santillana!, inclusive com curiosíssima vizinhança, no mesmo prédio. 

De fato, gentileza gera gentileza. E coincidência gera coincidência: ao mesmo tempo em que El País “denunciava”, junto com grupos de mídia brasileiros, supostos “erros” ou “doutrinações” nos livros didáticos da sua concorrente Geração Editorial, uma das poucas ainda em mãos do capital nacional, Paulo Renato repetia as “denúncias” no Congresso. O fato de a Santillana controlar a Editora Moderna e Paulo Renato ser consultor pago pelo Grupo Santillana deve ter sido, evidentemente, uma mera coincidência.

Mas que não se acuse Paulo Renato de parcialidade em favor dos grupos de mídia, brasileiros e estrangeiros. O ex-Ministro também teve destacada atuação na defesa dos interesses de cursinhos pré-vestibular, conglomerados editoriais e empresas de software. Como noticiado na época pelo Cloaca News, no mesmo dia em que a FDE e a Secretaria de Educação de São Paulo dispensaram de licitação uma compra de mais R$10 milhões da InfoE ducacional, mais uma inexigibilidade licitatória era anunciada, para comprar … o mesmíssimo produto!, no caso o software “Tell me more pro”, do Colégio Bandeirantes, cujas doações em dinheiro irrigaram, em 2006, a campanha para Deputado Federal do candidato … Paulo Renato! Tudo isso para não falar, claro, do parque temático de $100 milhões de reais da Microsoft em São Paulo, feito sob os auspícios de Paulo Renato, ou a compra sem licitação, pelo Ministério da Edu cação de Paulo Renato, em 2001, de 233.000 cópias do sistema operacional Windows. Um dos advogados da Microsoft no Brasil era Marco Antonio Costa Souza, irmão de … Paulo Renato! A tramóia foi tão cabeluda que até a Abril noticiou.

Pelo menos uma vez, portanto, a Revista Fórum terá que concordar com Eliane Cantanhêde. Foi um “legado e tanto”. Que o digam os grupos Folha, Abril, Santillana, Globo, Estado e Microsoft.

Fonte: Revista Forúm
Enviado por Antonio Capistra

NOTA:

O amigo e ex-reitor da UERN, prof. Antonio Capistrano, faz o seguinte comentário: "Fui colega de Paulo Renato no Conselho de Reitores das Universidades Brasileiras, estive com ele na UNICAMP, assinamos convênios entre a UERN e a UNICAMP.

Nessa visita a UNICAMP, me acompanhou os professores Gonzaga Chimbinho e Paula Linhares, no ano de 1989".


CONCURSO PÚBLICO



CONCURSO PETROBRAS 2011

 

Foi publicado edital para o concurso Petrobras 2011. O concurso Petrobras oferece 587 vagas para cargos de nível médio e superior. Do total de 587 vagas oferecidas, distribuídas por todo o país, 439 vagas são para cargos de nível médio (24 cargos), como técnico de contabilidade, técnico de segurança e técnico de manutenção, e 148 para cargos de nível superior (21 cargos), entre eles engenheiro de petróleo, engenheiro de produção, geólogo e químico.

A inscrição deverá ser efetuada, no período de 12 a 31 de julho de 2011, na página da FUNDAÇÃO CESGRANRIO (www.cesgranrio.org.br). Para os(as) candidatos(as) que não dispuserem de acesso à Internet, a FUNDAÇÃO CESGRANRIO disponibilizará, nos dias úteis, locais de inscrição credenciados com computadores, no período de 12 a 29/07/2011, entre 09 e 16 horas, horário oficial de Brasília, nos endereços constantes do Anexo IV do Edital.

Para os cargos de nível médio, o valor da inscrição é R$30,00, enquanto para os cargos de nível superior é R$45,00.

A remuneração mínima inicial varia entre R$ 1.801,37 e R$ 2.615,86, para cargos de nível médio, e entre R$ 5.770,31 e R$ 6.217,19, para cargos de nível superior. A Petrobras também oferece uma série de benefícios, como previdência complementar, plano de saúde (médico, hospitalar, odontológico, psicológico e benefício farmácia) e benefícios educacionais para dependentes, entre outros.

Provas Concurso Petrobras 2011

As provas objetivas serão realizadas nas cidades de Aracaju/SE, Belém/PA, Belo Horizonte/MG, Brasília/DF, Campinas/SP, Campo Grande/MS, Curitiba/PR, Florianópolis/SC, Fortaleza/CE, Goiânia/GO, João Pessoa/PB, Macaé/RJ, Maceió/AL, Manaus/AM, Mauá/SP, Natal/RN, Porto Alegre/RS, Recife/PE, Rio de Janeiro/RJ, Salvador/BA, Santos/SP, São José dos Campos/SP, São Luís/MA, São Mateus do Sul/PR, São Paulo/SP, Três Lagoas/MS e Vitória/ES, na data provável de 28 de agosto de 2011.

Os gabaritos das provas objetivas do concurso Petrobras 2011 serão divulgados na data provável de 29 de agosto de 2011.

O exame de capacitação física (exclusivamente para o cargo de Inspetor(a) de Segurança Interna Júnior) será realizado nas cidades de Salvador/BA e Santos/SP.

O prazo de validade do Processo Seletivo Público Petrobras esgotar-se-á em seis meses, a contar da data de publicação do Edital de homologação dos resultados finais, podendo vir a ser prorrogado, uma única vez, por igual período, a critério da Petrobras.

O processo seletivo anterior, lançado em dezembro do ano passado pela Companhia, contou com cerca de 340 mil inscritos. Na ocasião, foram oferecidas 839 vagas. As convocações deste concurso estão em andamento.

 Clique (Aqui) e saiba mais 





 
A LUA DE MEL...INESQUICÍVEL...! 
Sujeito idoso, rico, com 80 anos, casa-se com uma menina de 20 anos do interior do estado.
Na lua de mel, o velho senhor nota que a esposa está nervosa e pergunta:

- O que você tem?

Ela responde:
- É que estamos em lua de mel, eu sou virgem e não sei o que temos de fazer.
Ao que o velho marido responde:
- Então estamos fudidos ..... você não sabe e eu não me lembro.
Enviado por Jorge de Castro 

sexta-feira, 1 de julho de 2011

POR FERNANDO J. CARDIM DE CARVALHO*



A INFLAÇÃO E O CRESCIMENTO


A estratégia de estabilização deve minimizar seus efeitos negativos sobre a economia.

Dezessete anos se passaram desde a criação do Real e o enterro definitivo do regime de alta inflação que prevaleceu na economia brasileira desde o fim dos anos 60. Nesses anos, a economia brasileira foi submetida a diversos choques, provindos das crises de balanço de pagamentos nos países emergentes nos anos 90, do colapso do regime cambial brasileiro em 1999, da primeira eleição de Lula em 2002, de vários episódios de alta de preços de matérias-primas e alimentos importados e/ou produzidos no país e, mais recentemente, da crise internacional iniciada nos Estados Unidos, em 2007.

Episódios que geraram preocupação com uma eventual aceleração da inflação doméstica, mas que, afinal, acabaram se dissipando sem deixar marcas mais duradouras no comportamento da economia. Desde o fim do ano passado, vive-se outro desses momentos, resultado de um conjunto variado de elementos, que vão de mais um forte choque nos preços internacionais de commodities a pressões de demanda doméstica.

Muitos exemplos nos demonstram que grandes catástrofes deixam marcas profundas na memória coletiva e alimentam temores que podem ir muito além do racional. É impossível entender o momento macroeconômico brasileiro sem se levar em conta a persistência do temor da alta inflação, tanto entre as autoridades de governo quanto do público em geral. Ameaças que em outros países poderiam ser vistas como moderadas, tendem a ser magnificadas quando vistas através do prisma do medo do retorno da inflação.

A economia brasileira tem se notabilizado, desde 1994, pelo extraordinário sucesso em manter a inflação dentro de intervalos estreitos em paralelo a um desempenho pobre em termos de crescimento econômico. Os dois governos FHC foram marcados pela semiestagnação. Os dois governos Lula foram caracterizados por um desempenho melhor, mas ainda assim fundamentalmente medíocre. É na sustentação do crescimento econômico, portanto, que se encontra o nó da política macroeconômica.

Política de câmbio valorizado tem estimulado o investimento, embora promova a desindustrialização.

O Plano Real apoiou-se em uma combinação de instrumentos que já tinha demonstrado sua eficácia em outras experiências. A valorização do real em um contexto de liberalização de importações tem sido, exceto por breves períodos após a crise de 1998, um elemento essencial da estratégia de estabilização de preços implementada desde 1994.

A ameaça de perda de mercados para produtos importados mais baratos conteve as tentativas de recuperação de margens de produtores locais em um cenário em que trabalhadores pareceram satisfeitos com o efeito positivo da estabilidade de preços sobre suas rendas reais (ou suficientemente assustados com a aceleração inflacionária de 1993/1994 para não demandar a reposição de seus picos de renda anteriores).

Essa estratégia sempre foi extremamente eficaz no controle de preços, ao custo, porém, de um efeito colateral importante: a valorização da moeda local cria problemas de competitividade, doméstica e externa, de produtores locais, refletida em déficits crescentes de transações correntes e acumulação de dívidas com emprestadores externos, que conduziram, via de regra, a crises de balanço de pagamentos.

A valorização da moeda local exigiu a manutenção de altas taxas de juros domésticas para atrair capitais externos (e manter no país os capitais domésticos, em um contexto de crescente liberalização da conta de capitais). Os defensores dessa política esperavam que a economia reagisse a essas pressões pelo aumento da produtividade. O saldo final da política, porém, foi visto no final de 1998, quando o balanço de pagamentos brasileiro implodiu e forçou o abandono do regime cambial adotado no início de 1995, em favor da flutuação cambial, e da adoção do regime de metas inflacionárias.

Os instrumentos mudaram, mas os dilemas não. Com câmbio flutuante, sob o regime de metas inflacionárias, o Banco Central continuou a se apoiar fortemente na valorização do real como canal de transmissão das altas da taxa Selic para os preços.

Altas taxas de juros, atração de capitais externos, valorização do real, redução do preço de produtos importados, de consumo ou de capital, parecem ter sido o mecanismo essencial de transmissão da política monetária em uma economia em que os canais mais tradicionais, voltados para a redução de investimentos privados e do consumo de duráveis, se tornaram menos eficazes como parte das heranças deixadas pela alta inflação.

Mas o mecanismo de transmissão via câmbio reproduz, de forma ligeiramente diversa, os problemas dos primeiros tempos do real. Apesar da influência positiva sobre investimentos, pelo barateamento de bens de capital importados, o impacto líquido dessa política foi promover a chamada, talvez com algum exagero, desindustrialização, o emagrecimento relativo da produção local de manufaturados e da participação de manufaturados na pauta de exportações.

Os controles de capitais foram demonizados, mas eles contêm crises de balanço de pagamentos.

Essa política é danosa para o país em muitos aspectos, suficientemente conhecidos para dispensar listagem. Apenas a miopia e a inércia podem justificar trocar as perspectivas de futuro pelos ganhos de curto prazo que a concentração da produção e exportação de matérias primas pode render.

Alem disso, há algum tempo que se acumulam sinais de que esse mix de políticas está se esgotando, com os efeitos colaterais negativos se sobrepondo aos positivos. A valorização do real parece estar encontrando seus limites. Os diferenciais existentes de juros domésticos sobre os externos já são grandes o suficiente para atrair volumes muitos elevados de moeda estrangeira, independentemente de novas elevações de juros. As entradas de moeda estrangeira ou se convertem em pressões adicionais para a valorização do real ou em aumentos da liquidez doméstica, no caso em que o Banco Central tenta esterilizar esses influxos.

A expectativa de economistas ortodoxos era de que a entrada de capitais seria eventualmente detida pela emergente expectativa de uma desvalorização cambial no futuro, que acabasse por compensar o diferencial positivo de juros, eliminando, em equilíbrio, as vantagens da aplicação financeira no país.

No caso brasileiro dos últimos anos, porém, prevalece o desequilíbrio: as pesadas entradas de moeda estrangeira levam à antecipação de mais entradas no futuro (especialmente quando se tem em conta as enormes dificuldades com que se debatem os EUA e a União Europeia) e, assim, de valorização ainda mais intensa do real. Nessas condições, ganha-se duplamente, nos juros pagos em reais, e na valorização do real.

A política monetária opera de dois modos. Por um lado, ela contribui, junto com a política fiscal, para evitar choques de demanda agregada. O governo opera, pela política fiscal, diretamente sobre a renda do público; pela política monetária, por meio do uso que o público faz dela, adquirindo bens ou ativos financeiros. Em tese, é difícil mas não impossível ajustar a demanda agregada à capacidade produtiva do país de modo a evitar seja o desemprego, seja a inflação de demanda, pela combinação apropriada de instrumentos monetários e fiscais. Se houver restrições sobre a flexibilidade de um dos instrumentos, o outro pode ser utilizado para contrabalançar, em direção contrária, a pressão que se estiver exercendo.

Alem de prevenir choques de demanda, a política monetária (como também a fiscal) pode controlar a propagação de choques de oferta, como no caso de altas de preços de matérias primas importadas ou de escassez de produtos resultante de catástrofes naturais. A política de administração de demanda não tem como evitar esses choques.

Mas se os preços de matérias-primas importadas aumentam, aqueles que sofrem esse impacto de forma mais imediata tentarão repassar a redução de sua renda para outros grupos da sociedade, aumentando os preços do que quer que vendam para eles. A política de esfriamento da demanda desestimula o repasse dessas pressões, impedindo a propagação do choque inicial pelo restante da economia. Quando isso acontece, o desemprego e a redução do nível de atividades são mais do que efeitos colaterais inevitáveis: eles são o próprio mecanismo de operação da política.

É isto que torna o mecanismo de transmissão via câmbio tão atraente, pois ele permite ocultar o preço que a sociedade tem de pagar para manter a inflação dentro de certos intervalos. No curto prazo, todos parecem ganhar (exceto, naturalmente, os setores manufatureiros que competem mais diretamente com mercadorias estrangeiras, aqui e no exterior), seja pela inflação controlada, seja pelo acesso a bens importados, enquanto a perda de substância na estrutura produtiva e a piora da situação do balanço de pagamentos parecem interessar a poucos.

Como o acúmulo de reservas internacionais dos últimos anos ampliou, sem dúvida alguma, a margem de manobra das autoridades, a vida tornou-se difícil para as Cassandras que apontam os riscos dessa estratégia no médio e longo prazos. Não se trata realmente de ideologias, liberais ou quaisquer outras.

Como já mencionado, essa política parece estar encontrando seus limites. Impedida de impactar a economia através da valorização cambial, a política monetária dependerá mais e mais de seus efeitos sobre o nível de atividade e o emprego, inibindo as pressões de firmas que querem aumentar preços e trabalhadores que querem aumentar salários. Os mecanismos de transmissão tradicionais da política monetária no Brasil, contudo, são truncados em muitos pontos, aumentando o custo social de seu eventual sucesso.

Mas uma estratégia de estabilização da inflação que minimizasse os seus efeitos negativos sobre o crescimento deveria se apoiar em três pilares. A ordem em que eles são apresentados a seguir obedece mais às ênfases do debate corrente do que à importância intrínseca de cada instrumento. Todos os elementos são na verdade igualmente essenciais.

Com relação à política monetária, é preciso ter-se sempre em mente que ela atua através da indução ao gasto e da sua facilitação. Taxas de juros baixas estimulam mais gastos, já que o custo de oportunidade da compra de bens diminui. Mas instrumentos que hoje se chamam de macroprudenciais exercem efeito semelhante, não pela indução ao gasto, mas pelo lado da facilitação desse mesmo gasto. Tetos de crédito, especialmente quando incorporados em valores de prestações mais altas, têm uma história de sucesso no controle do consumo no Brasil. O racionamento de crédito, em geral, tem o efeito contracionista que se deseja, quando se quer reduzir a inflação, mas sem os efeitos negativos da elevação da taxa de juros.

Por outro lado, o aumento da eficácia da política monetária depende da eliminação das formas de indexação que sobreviveram ao Plano Real. Aqui se incluem desde a indexação de contratos de várias naturezas, inclusive de tarifas por serviços públicos privatizados, a formas de remuneração. A indexação formal deve ser permitida somente para contratos de duração realmente longa, como em certos tipos de títulos públicos demandados por entidades como fundos de pensão.

De qualquer modo, deveria caber à política fiscal a principal responsabilidade pela regulação da demanda agregada. Consolidou-se no período da chamada preeminência neoliberal a ideia de que a política fiscal é inerentemente ineficiente como instrumento de administração de demanda agregada, sem que realmente se tivesse qualquer evidencia empírica sólida disso, antes pelo contrário. Para que a política fiscal possa, no entanto, exercer realmente esse papel, é preciso recuperar sua eficiência e sua maleabilidade. O ponto de partida deve ser a clara separação entre as funções normais do estado, a prestação dos serviços cujo financiamento deve ser garantido rotineiramente através da coleta de impostos, e as funções extraordinárias, como, por exemplo, as iniciativas de natureza anti-cíclica, cujo financiamento não precisa nem deve obedecer a uma lógica contábil, mas, sim, à lógica econômica.

O terceiro pilar diz respeito ao câmbio, e tem implicações fundamentais para o funcionamento da economia como um todo, no curto como no longo prazos. Durante muito tempo, controles de capitais foram demonizados por alguns analistas, caracterizados como instrumentos estatizantes de inspiração soviética, ou como formas de violação dos direitos sagrados de investidores de colocar seu dinheiro onde quisessem. Controles de capitais nada mais são que instrumentos de regulação financeira, que buscam conter externalidades negativas resultantes da entrada e saída de moeda estrangeira: entradas excessivas valorizam o cambio e causam os desequilíbrios que vemos no Brasil; saídas excessivas criam crises de balanço de pagamentos como as que experimentamos em nosso passado recente, em 1999 e em 2002.

Com contas de capitais abertas como são, na prática, as brasileiras, transações com ativos financeiros são um determinante muito mais importante das taxas de câmbio do que as transações comerciais, que têm efeito direto sobre a renda e o emprego da sociedade. Controles de capitais servem para conter aquelas transações quando elas forem incompatíveis com a manutenção do nível de atividades desejado, permitindo a administração mais eficaz da taxa de câmbio de acordo com as necessidades de crescimento e transformação produtiva do país.

Há todo um conjunto fundamental de iniciativas e reformas que são necessárias para viabilizar a expansão radical do investimento privado no Brasil, diminuindo o custo de financiamentos, diversificando seus canais, ampliando sua capilaridade, e estendendo seu alcance. Alem disso, há que considerar o investimento em educação, a política industrial, the whole shebang, como se diz nos Estados Unidos, de políticas que a experiência mostrou necessárias para promover o crescimento. Essas, porém, não são propriamente reformas macroeconômicas, pelo menos no seu sentido tradicional, e não serão tratadas aqui.

Uma leitura equivocada de uma frase famosa de Keynes (a longo prazo estamos todos mortos) levou muitos a supor que para keynesianos o curto prazo é tudo o que importa. Na verdade, o sentido da frase era exatamente o contrário, o de que esperar que tudo se arranjasse por si mesmo no longo prazo era uma estratégia equivocada, senão francamente suicida. Chega-se ao longo prazo um passo de cada vez e esses passos são dados no presente, olhando-se, no entanto, para o futuro. Preocupam-me menos as pressões inflacionárias do presente neste país que o crescimento no futuro em que viverá Carolina, minha neta de seis meses.

*Fernando J. Cardim de Carvalho é professor titular do IE/UFRJ

Fonte: Valor Econômico 


 

FÁTIMA FAZ APELO PARA QUE GOVERNADORA  DIALOGUE COM SERVIDORES


A deputada federal Fátima Bezerra (PT) subiu hoje (30) à tribuna na Câmara Federal e renovou o apelo ao Governo do Estado para que seja encontrada uma solução para o impasse que envolve as greves dos profissionais de Educação, policiais civis e servidores públicos da administração indireta no Rio Grande do Norte.

Ela fez um apelo à governadora Rosalba Ciarlini (DEM) para que apresentasse contra-propostas aos funcionários – os profissionais de Educação estão parados há mais de 50 dias.

“Quero fazer um apelo ao governo Rosalba Ciarlini para que, ao invés de vir com ameaças, de cortar ponto e alegar ilegalidade de greve, ao invés de vir com esse tipo de postura, sente à mesa com os servidores, respeitando inclusive a Assembleia Legislativa no seu papel de mediadora”.

Antes, ela havia dito que o deputado estadual Fernando Mineiro (PT) e o presidente da Assembleia Legislativa, Ricardo Motta, tomaram a iniciativa de criar uma comissão para servir de ponte entre o governo e os servidores, mas o governo manteve-se insensível.

“O que mais nos espanta é que, passado esse tempo todo, o governo Rosalba Ciarlini demonstra um imobilismo, uma paralisia (...) O que os servidores públicos do meu estado estão lutando é por direitos. Eles não estão pedindo nada demais. Eles estão pedindo que o Estado cumpra a lei”.

Os funcionários estaduais entraram em greve em setores e períodos diferentes, mas com uma só razão: forçar o governo estadual implantar seus planos de cargos, carreiras e salários, aprovados na Assembleia Legislativa em anos anteriores. “É de uma ingenuidade sem tamanho pensar que os servidores públicos iriam abrir mão de diretos conquistados a duras penas”, concluiu a deputada.


Fonte: Assessoria de Imprensa da deputada Fátima Bezerra - PT/RN
Rejane Medeiros - Pedro Filgueira